<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298</id><updated>2012-02-10T22:33:00.457-03:00</updated><category term='EVENTOS'/><category term='Fator Previdenciário'/><title type='text'>Reginaldo o Conselheiro</title><subtitle type='html'>Este SITE tem o objetivo de informar aos trabalhadores, sobre o que acontece no mundo da Previdência, bem como o de prestar contas do meu mandato, como Conselheiro do Conselho Deliberativo do POSTALIS.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>299</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4305770519618841057</id><published>2012-02-10T22:13:00.000-03:00</published><updated>2012-02-10T22:13:53.870-03:00</updated><title type='text'>Funpresp: votação fica para depois do carnaval</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;Projeto de criação do fundo esbarra na insatisfação do presidente da Câmara e dos líderes da base aliada do governo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;A combinação de dois problemas políticos sepultou as chances de votação do projeto que cria o Fundo de Previdência dos Servidores Públicos (Funpresp) na Câmara antes do carnaval. Além da queda de braço do presidente da Casa, Marco Maia (PT-SP), com o Planalto por cargos no governo, há uma insatisfação generalizada dos líderes da base com o volume e o ritmo de liberação de emendas parlamentares ao Orçamento da União. Em reunião com a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, ontem pela manhã, os líderes reclamaram que o acordo fechado no ano passado não foi cumprido. E receberam a informação de que alguns ministérios desviaram recursos reservados às emendas para outros fins.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;Os ministérios do Turismo, do Esporte, das Cidades e da Integração Nacional receberam da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) uma lista com as demandas dos aliados para o empenho (contratação) das emendas e a orientação para atendê-los, mas teriam ignorado esse comando, comprometendo os recursos com outras despesas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;O descumprimento do acordo deixou os líderes sem condições de garantir a fidelidade de suas bancadas na votação do Funpresp. A ministra prometeu apresentar uma solução para o problema na próxima semana.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;- Houve um desvio de recursos (nos ministérios). O compromisso conosco era empenhar R$ 76 milhões, mas foram só R$ 21 milhões. Estão tentando solucionar, mas há um risco de contaminar a votação (do fundo) - disse o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;A crise em torno da votação do Funpresp ficou explícita na quarta-feira, quando Maia, ignorando orientação do Planalto, encerrou a sessão na Câmara abruptamente, surpreendendo até mesmo líderes governistas. Ontem, ele tentou justificar sua postura. Negou qualquer crise com o governo e rebateu rumores de que a decisão tenha sido motivada por seu descontentamento com mudanças feitas na diretoria do Banco do Brasil, que teriam atingido um de seus afilhados:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;- Vocês sabem que eu tenho conduzido a Câmara da forma mais aberta e democrática possível. Escuto os líderes, procuro compor todas as votações. Mas não me submeto às pressões, nem do governo nem da oposição. A definição da pauta e a forma como é conduzida a sessão são decisões do presidente da Câmara, que eu tomo de acordo com as minhas convicções e com o que acho importante. (...) Não sou obrigado a acatar em todos os momentos o governo .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;A atitude de Maia deixou a presidente Dilma Rousseff muito irritada. Especialmente com a informação de que ele fechara um acordo com os líderes da oposição para votar o Funpresp só depois do carnaval.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="text-align: -webkit-auto;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;span&gt;- Não era prudente levarmos à votação, no primeiro dia de trabalho da Câmara, até 3h ou 4h da manhã - disse Maia.&amp;nbsp; (Regina Alvarez - O Globo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4305770519618841057?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4305770519618841057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/02/funpresp-votacao-fica-para-depois-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4305770519618841057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4305770519618841057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/02/funpresp-votacao-fica-para-depois-do.html' title='Funpresp: votação fica para depois do carnaval'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5737783072805284829</id><published>2012-01-23T19:14:00.000-03:00</published><updated>2012-01-23T19:14:26.092-03:00</updated><title type='text'>Postalis comemora sucesso da campanha de adesão</title><content type='html'>&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: whitesmoke; color: black; font: 13px arial, sans-serif; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;Em 2011 o PostalPrev recebeu 9482 novas adesões. Esse resultado decorre principalmente da campanha realizada pelo Instituto junto aos novos contratados pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos- ECT, mas também reflete um aumento da cultura previdenciária da população brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;A ECT realizou concurso público para provimento de vagas e formação de cadastro reserva e anunciou a contratação de 9.190 novos funcionários no segundo semestre do ano passado. As contratações ainda estão sendo finalizadas e até o momento a taxa de adesão dos novos contratados é de 97,33%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;O plano de previdência complementar administrado pelo Postalis, o PostalPrev, é um plano estruturado na modalidade contribuição variável. Com ele o participante tem a oportunidade de programar sua aposentadoria, definindo o percentual contributivo de acordo com o seu projeto de vida e sua expectativa de benefício. Na ocasião da concessão do benefício, o saldo acumulado poderá ser transformado em renda vitalícia. Além do benefício programado, o plano oferece cobertura de benefícios de risco como aposentadoria por invalidez, auxílio doença, pensão por morte e pecúlios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: whitesmoke; color: black; display: inline !important; float: none; font: 13px arial, sans-serif; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: whitesmoke; color: black; font: 13px arial, sans-serif; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: whitesmoke; color: black; font: 13px arial, sans-serif; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;O assessor da Diretoria de Seguridade do Postalis, Raul Rocha, afirma que o Instituto só tem a comemorar o sucesso da campanha e acrescenta que o aumento da cultura previdenciária é muito importante para o futuro de todos os participantes de fundos de pensão, pois fortalece o segmento. "Observa-se que os novos participantes têm optado por contribuir com percentuais mais expressivos. Muitos, inclusive, optaram por fazer contribuições voluntárias, ou seja, contribuições adicionais. Esse planejamento para o futuro é muito positivo, pois tem impacto direto na qualidade de vida dos aposentados." (&lt;strong&gt;Postalis&lt;/strong&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5737783072805284829?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5737783072805284829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/postalis-comemora-sucesso-da-campanha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5737783072805284829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5737783072805284829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/postalis-comemora-sucesso-da-campanha.html' title='Postalis comemora sucesso da campanha de adesão'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6583598983896045683</id><published>2012-01-23T19:12:00.000-03:00</published><updated>2012-01-23T19:12:24.918-03:00</updated><title type='text'>A reforma que precisa ser concluída com urgência</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Até 2015, cerca de 40% dos atuais servidores federais estarão em condições de requerer aposentadoria, de acordo com estimativas oficiais. Se a substituição de um número tão elevado de funcionários não for feita de forma planejada e criteriosa, a gestão e a oferta de serviços públicos poderão ser comprometidas.&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Há, no entanto, outro aspecto dessa questão que precisa ser devidamente avaliado. Se o regime de previdência complementar dos servidores públicos não for criado pelo Congresso Nacional, todo esse contingente de novos funcionários ingressará na administração federal com as atuais regras de aposentadoria, o que adiará por um tempo ainda maior o equilíbrio das contas públicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;A Emenda Constitucional nº 20, de 1998, permitiu que a União, os Estados e os municípios instituam previdência complementar para seus servidores. Só após a criação desses fundos é que poderão fixar, para o valor das aposentadorias e pensões dos novos funcionários, o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), mais conhecido como INSS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Para que não haja dúvida sobre o texto constitucional, é importante observar que o servidor só terá as mesmas regras dos trabalhadores da iniciativa privada quando o seu fundo de aposentadoria complementar for criado. Até que isso ocorra, as pessoas que ingressarem no serviço público continuarão com regras muito mais generosas de aposentadoria do que as que hoje vigoram para os demais trabalhadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;O trabalhador da iniciativa privada contribui para o RGPS e, ao se aposentar, recebe, atualmente, um benefício máximo equivalente a R$ 3.912,20. Quem quiser ganhar mais do que isso precisa contribuir para o fundo de pensão mantido por sua empresa ou contribuir para um plano previdenciário administrado por alguma instituição financeira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Essa é a mesma regra que está prevista na Constituição desde 1998 para o servidor público, que nunca foi posta em prática porque o projeto de lei que institui o regime de previdência complementar não avançou na Câmara dos Deputados. Em 2007, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou um projeto de lei ao Congresso criando o fundo de pensão para os funcionários públicos (Funpresp). Mas nem mesmo Lula, com todo o seu prestígio na área sindical, conseguiu a aprovação dessa reforma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;A presidente Dilma Rousseff está enfrentando as mesmas dificuldades políticas. Por força do lobby das entidades representativas dos servidores, o governo já cedeu em alguns pontos considerados importantes do texto original. Aceitou, por exemplo, criar um fundo de aposentadoria complementar para cada um dos três poderes, o que vai encarecer a gestão do novo regime. Agora, os opositores da proposta querem que a União eleve a sua contribuição para o fundo de 7,5% do salário que exceder o teto do RGPS de cada servidor para 8,5%. O limite de 7,5% do salário do empregado a ser pago pela patrocinadora do fundo de pensão é o majoritariamente praticado no mercado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;A criação do regime de previdência complementar aos servidores vai, portanto, permitir igualar as regras de aposentadoria dos servidores públicos às dos demais trabalhadores. E essa mudança é essencial e não apenas por questões fiscais. Há uma exigência ética inadiável para isso. Em um país ainda injusto como o Brasil, é inconcebível que o Estado brasileiro gaste R$ 56 bilhões com apenas 1 milhão de funcionários civis e militares aposentados e pensionistas. Essa foi a diferença no ano passado entre as contribuições feitas pelos servidores e os gastos da União com os benefícios previdenciários de seus servidores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Esse "rombo" foi muito superior ao do RGPS no ano passado, que ficou em R$ 36,5 bilhões. Com uma diferença fundamental. O RGPS paga benefícios previdenciários para quase 30 milhões de trabalhadores aposentados e pensionistas, urbanos e rurais. Ou seja, o custo dos servidores aposentados para sociedade brasileira é muito maior do que o do INSS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; display: inline !important; float: none; font: small &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: medium &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;" /&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font: small Arial,Helvetica; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Segundo previsão do Ministério da Previdência, o déficit com os benefícios do funcionalismo público deve crescer 10% a cada ano, nos próximos anos. O Congresso, embora sensível às pressões do funcionalismo, precisa, portanto, concluir a reforma do regime previdenciário dos servidores com urgência.&amp;nbsp; (Valor Online)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6583598983896045683?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6583598983896045683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/reforma-que-precisa-ser-concluida-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6583598983896045683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6583598983896045683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/reforma-que-precisa-ser-concluida-com.html' title='A reforma que precisa ser concluída com urgência'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5135401215709813873</id><published>2012-01-12T16:19:00.000-03:00</published><updated>2012-01-12T16:19:19.896-03:00</updated><title type='text'>Aposentados: 76% de perdas em 18 anos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Beneficiários que ganham mais de um salário mínimo são os mais prejudicados&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;O que pode mudar em 18 anos na vida das pessoas? Certamente, a lista é extensa, mas quando se trata do poder de compra dos aposentados que ganham acima de um salário mínimo, a lista só fez encolher. Os reajustes dados pelo governo ao longo destes anos, quando comparado ao aumento que foi dado ao salário mínimo, representam perdas salariais de quase 80% para os aposentados. De 1994 até este ano, são exatos 76,54% de perdas, segundo a COBAP.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;EXEMPLO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;Para ter uma ideia, este ano, a perda representou uma diferença de R$ 87,00 para quem ganha dois salários mínimos. Isso porque o reajuste do salário mínimo foi de 14,1%, ou seja, o aposentado ganharia R$ 1.244 mensais. Porém, com o reajuste de 6,08% para quem ganha acima do salário, esse aposentado vai ganhar R$ 1.156. “Esta diferença de 87 reais pode parecer pequena, mas é o remédio do mês para muitos aposentados”, comenta o advogado baiano Marcos Barroso, membro do Conselho Jurídico da COBAP.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;Barroso ainda lembra que este ano o reajuste foi abaixo da inflação, que foi na meta do governo, em 6,5%. “Já começo a enxergar uma possibilidade de reclamar isso, que antes não existia. Com esse índice, o governo não garantiu o mínimo, que era a reposição da inflação”, diz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;O advogado reforça que isso não é obrigatório por lei, mas fere princípios jurídicos. “Você dá tratamentos diferenciados a umas pessoas. Como é que você garante o mínimo básico a uns e a outros não? Vamos nos aprofundar nesses estudos”, garante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;ARROCHO - O dirigente aposentado Lino Davi, sentiu na pele essas perdas acumuladas ao longo dos anos. Quando se aposentou, ele deveria receber 8,5 salários mínimos. Em 1994, ele já recebia o equivalente a 7,3 salários. Hoje, a situação dele é ainda pior: Davi receberá, em 2012, 3,65 salários, o que representa R$ 1.989,25.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;Quando questionado sobre o que mudou nestes 18 anos, Davi não demora para responder. “Tive que abrir mão de diversos benefícios que eu tinha. Até 1998, consegui manter um plano de saúde, mas perdi a condição de ter. Viagens que eu fazia a São Paulo, que eu sou de lá, e não tenho mais como fazer”, conta o senhor de 89 anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;Essa situação atinge milhares de brasileiros aposentados. Só com essa nova correção, cerca de 1 milhão de aposentados passam a ganhar o piso (que é o salário mínimo), mesmo tendo contribuído com mais salários antes de solicitar a aposentadoria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;CUSTOS - Marcos Barroso ainda lembra que essa é uma fase em que os custos são maiores para os idosos. “E isso é reconhecido pelo próprio governo, que tem o IGP-DI, que mede o custo de vida da terceira idade. As pessoas precisam se alimentar melhor, têm necessidades de remédios, de médicos, que têm um custo maior. Outro fator é que hoje há um endividamento muito grande, tendo esses idosos que recorrer aos empréstimos consignados para sobreviver”, conclui o advogado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;Projeto pode mudar cenário atual de perdas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span&gt;Segundo o presidente da COBAP, Warley Martins, os aposentados irão intensificar a luta em 2012 para rever essa situação das perdas salariais. Um projeto "engavetado" na Câmara dos Deputados pode mudar essa situação (caso seja aprovado). Trata-se do PL 4434/08, que visa a recuperação, em cinco anos, das perdas que vêm se acumulando desde 1989. Esse projeto é de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS).&amp;nbsp; (Richard Casal - Cobap)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5135401215709813873?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5135401215709813873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/aposentados-76-de-perdas-em-18-anos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5135401215709813873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5135401215709813873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/aposentados-76-de-perdas-em-18-anos.html' title='Aposentados: 76% de perdas em 18 anos'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4362085116838089034</id><published>2012-01-03T20:21:00.000-03:00</published><updated>2012-01-03T20:21:34.114-03:00</updated><title type='text'>60% dos brasileiros chegam à maturidade sem poupar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;É típico dos brasileiros não pensar muito no amanhã e deixar acontecer. Só que, com a melhora na qualidade de vida das pessoas, e o consequente ganho de anos a mais de vida, ter reservas para o futuro tornou-se indispensável. Afinal, para manter o padrão atual de vida, é preciso ter reservas financeiras e não contar somente com a Previdência Social.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;Pesquisa do HSBC aponta que cerca de 60% dos brasileiros na faixa dos 60 anos de idade não têm poupança para a aposentadoria. Quando se trata de investimentos, mais de 15% dos entrevistados classificaram as aplicações em ações como algo arriscado, por outro lado, 21% viram a ausência de poupança privada como algo igualmente arriscado. Isso mostra que a maioria das pessoas compreende que não se preparar para a chegada de uma idade mais avançada também é uma ameaça às metas da aposentadoria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;Na avaliação de Gustavo Lendimuth, superintendente-executivo da HSBC Seguros, isso acontece meramente por uma questão cultural. "O seguro de automóvel, por exemplo, é algo que quase todo mundo que possui um veículo tem. Muitos até escolhem o modelo do carro pelo preço do seguro. Isso acontece porque muita gente já teve prejuízo por não ter o seguro, então a preocupação é maior."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                  &lt;br /&gt;                  &lt;br /&gt;                  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;Quanto ao fato de não se atentar sobre como sobreviver no futuro, Lendimuth diz que isso se deve ao fato de os pais serem muito ajudados pelos filhos. "Sempre tem alguém da família que ajuda e, muitas vezes, os pais vão morar com os filhos quando ficam idosos." (&lt;strong&gt;Forluz&lt;/strong&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4362085116838089034?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4362085116838089034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/60-dos-brasileiros-chegam-maturidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4362085116838089034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4362085116838089034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/60-dos-brasileiros-chegam-maturidade.html' title='60% dos brasileiros chegam à maturidade sem poupar'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-553192000143632870</id><published>2012-01-03T20:19:00.000-03:00</published><updated>2012-01-03T20:19:21.005-03:00</updated><title type='text'>Os Fundos de Pensão Brasileiros e a Governança.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, geneva; font-size: x-small;"&gt;- Nos últimos anos, os fundos de pensão brasileiros apresentaram uma evolução impressionante em sua governança. Antes considerados caixas pretas, e com tristes exemplos de desvios de finalidade, hoje são exemplos de transparência e de formalização de processos. Ocupam lugar de destaque no capitalismo brasileiro, condizente com seu meio trilhão de reais em ativos, e atuam como protagonistas na evolução de importantes empresas do nosso mercado, como Vale, BRF e Embraer. Mas todos estes avanços não foram suficientes para permitir que os investidores institucionais andem com suas próprias pernas. Fruto de evolução histórica intervencionista, os fundos de pensão estão sujeitos a uma regulamentação extremamente detalhista, formalista e prescritiva, que inibe sua evolução, o processo de tomada de decisões e a criação de uma estrutura de incentivos que beneficie os participantes. Primeiramente, chama a atenção o número de reguladores que vigiam o trabalho dos gestores dos fundos de pensão. Ainda que alguma restrição seja justificável, tendo em vista os desastres que a criatividade excessiva gerou nos mercados internacionais, é fácil concluir que a nossa legislação é por demais restritiva. Ao se analisar a Resolução 3792, que regula os investimentos das fundações, vemos que se trata de documento prescritivo. Isto é, os fundos de pensão só podem comprar aquilo que esteja expressamente listado na resolução. &lt;strong&gt;Brasil Econômico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-553192000143632870?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/553192000143632870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/os-fundos-de-pensao-brasileiros-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/553192000143632870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/553192000143632870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2012/01/os-fundos-de-pensao-brasileiros-e.html' title='Os Fundos de Pensão Brasileiros e a Governança.'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8449434106540104161</id><published>2011-12-30T21:43:00.000-03:00</published><updated>2011-12-30T21:43:32.085-03:00</updated><title type='text'>FELIZ ANO NOVO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="background: white; color: #777777; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 20.0pt; line-height: 115%;"&gt;Desejo a todos um prospero ano novo, cheio de realizações, e queconsigamos atingir os nossos objetivos, ganhar muito dinheiro, porém sabendoque tudo isso só terá valor, se tivermos as coisas mais importantes para serrealmente feliz em 2012: Saúde, paz, alegria e coragem para se modificar a cadadia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 20.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8449434106540104161?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8449434106540104161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/feliz-ano-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8449434106540104161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8449434106540104161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/feliz-ano-novo.html' title='FELIZ ANO NOVO'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5119375789538290557</id><published>2011-12-28T07:23:00.000-03:00</published><updated>2011-12-28T07:23:12.946-03:00</updated><title type='text'>Complementação de aposentadoria do servidor </title><content type='html'>Aposentadoria complementar do servidor não pode terminar na criação de mais uma estatal A previdência complementar para os servidores públicos resulta das reformas da previdência social ocorridas em 1998 e 2003, por meio, respectivamente, das Emendas Constitucionais 20 e 21, as quais introduziram a possibilidade de fixação de um teto para os benefícios pagos a este grupo de pessoas, na forma prevista no artigo 40, da Constituição Federal. Em contrapartida ao teto imposto aos benefícios, possibilitou-se, em sede constitucional, a instituição de entidades fechadas de previdência complementar pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios, com o objetivo de administrar planos de complementação de aposentadoria e de pensão para os seus respectivos funcionários. Todo este movimento de reforma tem como fundamento óbvio a diminuição das despesas do Estado com o pagamento das aposentadorias e das pensões de seus funcionários, que em 2010, segundo consta do Anuário Estatístico da Previdência Social, foi de R$77,91 bilhões. Se o objetivo é diminuir as despesas do Estado, então porque há um esforço político concentrado para que tudo permaneça exatamente nas mãos do próprio Estado. Há, certamente, uma efetiva contradição neste aspecto, haja vista que pretendem transformar as entidades fechadas de previdência complementar que administram os benefícios dos servidores públicos em fundos estatais, como está para acontecer com a Funpresp (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal) que se encontra em processo de aprovação perante a Câmara e o Senador Federal. Esta possibilidade de transformar o que é privado em público, infelizmente nasce da imprecisão do disposto no parágrafo 15, do artigo 40, da Constituição Federal ao conter determinação no sentido de que o regime de previdência complementar dos servidores públicos deve ser instituído por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar de natureza pública. Esta natureza pública possibilita uma gama imensa de interpretações, até a que mais interessa politicamente que é a de que estas entidades devem ser controladas pelo Estado, muito embora administrem interesses individuais e privados, afetos aos empregados do Estado, haja vista que as contribuições que serão vertidas, tanto pelos servidores quanto por seus empregadores são de natureza privada. Diante da fórmula constitucional, portanto, as entidades de natureza pública administrarão recursos financeiros privados em caráter fiduciário, em um modelo novo de atuação. No entanto, a novidade do modelo não pode possibilitar que a entidade fechada de previdência complementar torne-se uma entidade estatal, como está a ocorrer com a Funpresp, cuja organização contará, de acordo com o Projeto de Lei, com membros gestores indicados pelo Presidente da República, pelo Congresso Nacional e outras pessoas políticas. Ou seja, a entidade, cujo patrimônio previdenciário será bilionário, será gerida de acordo com interesse político e não de acordo com o interesse privado que move todo e qualquer fundo de pensão que é o de conceder os benefícios previdenciários. A Lei Complementar 108, de 2001, aliás, já havia desenhado o modelo das entidades fechadas de previdência complementar instituídas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios, bem como por suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades públicas. Neste modelo a entidade é privada, havendo, entretanto, mecanismos de rígido controle sobre a sua gestão. Toda a questão em torno das entidades de previdência complementar dos servidores públicos está concentrada na sua gestão. Em suma, quem terá o poder de decisão sobre o patrimônio previdenciário? Quem terá a decisão sobre os investimentos? Qual o papel institucional da entidade? No entanto, se a gestão das entidades em tela permanecer engessada nas mãos do Estado, então de nada terá valido a reforma. Afinal, a almejada economia no pagamento dos benefícios previdenciários dos servidores públicos somente virá se, de maneira efetiva, houver uma gestão eficaz, prudente e profissionalizada, como ocorre nos fundos de pensão privados.  (Última Instância)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5119375789538290557?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5119375789538290557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/complementacao-de-aposentadoria-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5119375789538290557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5119375789538290557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/complementacao-de-aposentadoria-do.html' title='Complementação de aposentadoria do servidor '/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8007892078184744468</id><published>2011-12-26T17:08:00.000-03:00</published><updated>2011-12-26T17:08:12.098-03:00</updated><title type='text'>Projeto prevê uso do FGTS na previdência complementar</title><content type='html'>O deputado federal Aguinaldo Ribeiro, líder do PP na Câmara dos Deputados, apresentou o Projeto de Lei (PL) 2.972/2011 para permitir aos trabalhadores utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para pagar um plano de previdência privado. O projeto altera a Lei 8.036/1990, que prevê no seu artigo 20 a movimentação do FGTS para casos específicos.A ideia, segundo o deputado, é oferecer uma alternativa para o trabalhador complementar os seus rendimentos na aposentadoria. "O objetivo é oferecer uma alternativa tendo em vista a corrosão dos benefícios pela inflação", disse o deputado.Ribeiro disse que a propositura visa dar uma oportunidade para aqueles que desejam ter uma aposentadoria complementar se utilizarem desses recursos que tem apenas uma finalidade."O projeto é interessante, pois versa sobre uma decisão de quem recolheu todos os anos de sua vida e também tem a visão de beneficiar aqueles que tem a intenção de salvaguardar o seu futuro", pontuou.O líder do PP também salientou que o projeto irá dar uma opção para aqueles que já adquiriram uma casa própria e continuam com recursos do FGTS recolhidos e que agora poderão utilizá-los para outro fim."A amplitude dessa matéria, trará um beneficio significativo para milhares de brasileiros que terão uma melhor idade com mais tranquilidade", frisou. (Portal Correio)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8007892078184744468?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8007892078184744468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/projeto-preve-uso-do-fgts-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8007892078184744468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8007892078184744468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/projeto-preve-uso-do-fgts-na.html' title='Projeto prevê uso do FGTS na previdência complementar'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8996813804589059269</id><published>2011-12-26T17:05:00.000-03:00</published><updated>2011-12-26T17:05:46.162-03:00</updated><title type='text'>Postalis ganha prêmio da Apimec-DF</title><content type='html'>O Prêmio Regional APIMEC-DF foi entregue na noite do dia 15/12, no Hotel Naoum Plaza, em Brasília, para as entidades que se destacaram durante o ano de 2011. A honraria foi concedida ao Instituto Postalis por ter sido destaque como a entidade que mais participou dos eventos da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais – APIMEC em 2011 e foi recebida pelo Diretor de Seguridade Sinecio Jorge Greve.   A premiação tem como objetivo destacar instituições e/ou personalidades que colaboraram de forma relevante para o desenvolvimento e o aprimoramento técnico dos mercados financeiro e de capitais.Sinecio Greve, Diretor de Seguridade, ressaltou ao receber o prêmio que o Instituto participa intensamente dos programas de treinamento e cursos da APIMEC/DF ajudando a qualificar seus colaboradores e elevando o nível de excelência que o Postalis procura nos seus investimentos.A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT, Patrocinadora do Postalis, também foi homenageada em função do lançamento do selo comemorativo dos 30 anos da APIMEC/DF. A ECT foi representada pelo vice-presidente de Negócios, José Furian Filho. (Postalis).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8996813804589059269?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8996813804589059269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/postalis-ganha-premio-da-apimec-df.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8996813804589059269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8996813804589059269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/postalis-ganha-premio-da-apimec-df.html' title='Postalis ganha prêmio da Apimec-DF'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6763842512670582664</id><published>2011-12-21T08:10:00.002-03:00</published><updated>2011-12-21T08:10:25.007-03:00</updated><title type='text'>Caixa denuncia fraude com títulos do Banerj</title><content type='html'>Valor Econômico - São Paulo/SP - FINANÇAS - 20/12/2011 Mônica Izaguirre e Raymundo Costa | De Brasília.&lt;br /&gt; Foi o antigo Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj) que originou todos os créditos de FCVS cuja venda no mercado secundário foi objeto de denúncia de fraude pela Caixa Econômica Federal. O Berj, parte do banco que ficou com o Estado do Rio de Janeiro após a privatização, vendeu os créditos sem considerar um adiantamento de R$ 800 milhões que já havia sido feito ao banco na década de 1990 pelo fundo.A história veio à tona em reportagem da "Folha de S. Paulo" em sua edição de domingo.Por causa de subsídios concedidos nos anos 1980 a tomadores de crédito imobiliário, os bancos ficaram credores de bilhões junto ao Fundo de Compensação de Variações Salariais, o FCVS, responsável por pagar o saldo devedor residual desses financiamentos. Esses créditos vêm sendo novados, ou seja, trocados por títulos de emissão do Tesouro Nacional. Mas há credores que, em vez de esperar pela novação, preferem passar esse ativo adiante, vendendo-os com deságio no mercado secundário.Segundo a denúncia da Caixa à Polícia Federal e ao Ministério Público, não se trata de venda acima de valor de mercado e sim de fraude no valor desses créditos, o que é mais grave. A parte que já tinha sido paga simplesmente não foi considerada. Portanto, mesmo conseguindo deságio sobre o valor de face, quem comprou pode ter a receber menos do que pagou.A explicação do problema tem origem em 1992, quando a legislação mandou que o FCVS antecipasse aos bancos parte da dívida residual daqueles mutuários que, também por determinação legal, tiveram direito à quitação antecipada do contrato com desconto. Como esses contratos ainda teriam que passar por longo "pente fino" para saber se estavam regulares, os valores originais foram mantidos no sistema. Em vez de registrar somente a parte restante, o sistema registrava a dívida original e vinculava a ela a informação de que parte tinha sido paga.A fraude denunciada pela Caixa foi facilitada por uma falha de sistema, que a instituição está investigando internamente. O que vem até agora sendo tratado como um erro fez com que as informações sobre pagamentos antecipados fossem desvinculadas das respectivas operações. Assim, na hora de tirar o seu extrato, o credor via o valor total, ou seja, sem a antecipação.A Caixa dediciu fazer a denúncia entre outras razões porque, embora os "extratos" estivessem errados, quem era dono do crédito no momento da falha sabia que não tinha aquilo tudo para receber e não podia esconder isso do comprador. A falha ocorreu em setembro de 2008. Daí até agosto de 2009, toda vez que um crédito era vendido, automaticamente a informação sobre a parte já quitada se desvinculava.O valor desvinculado chegou a R$ 1 bilhão. Mas só R$ 800 milhões aproximadamente referem-se a créditos negociados com fraude. O restante ficou na mão dos mesmos credores. Em 2011, a Caixa conseguiu refazer todas as desvinculações, o que agora lhe permite bloquear os créditos cuja venda foi considerada fraudulenta pelo banco. Isso evita que o FCVS tenha prejuízo, tendo que pagar o que já foi pago.A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também foi informada. Boa parte das vendas foi feita pela corretora carioca Tetto. A Caixa ajuizou ação cautelar pedindo à Justiça o bloqueio de bens da corretora. Procurada, a Tetto não se manifestou ontem.O Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios, foi um dos que comprou os créditos com valor fraudado. Em nota, a entidade disse ontem ter sido vítima e responsabiliza a Caixa pelo seu prejuízo. A Caixa, por sua vez, responsabiliza uma empresa de informática que lhe prestava serviços quando ocorreu a pane. O Postalis ressalta, no entanto, que a juíza federal substituta da 6ª Vara do Distrito Federal, Maria Cecília de Marco Rocha, proferiu decisão admitindo que a Caixa é a responsável pelo erro e que os compradores dos títulos são terceiros de boa-fé.O Palácio do Planalto descarta a hipótese de "fogo amigo" nas denúncias sobre transações com papéis da dívida pública que podem impor um prejuízo de R$ 1 bilhão aos cofres públicos, graças a um "erro" ocorrido na Caixa Econômica Federal."Trata-se de uma cortina de fumaça para esconder o essencial: alguém ganhou e alguém perdeu dinheiro com essa fraude", afirma fonte autorizada do governo federal.A queixa de fogo amigo é do PMDB em relação ao PT. Os dois partidos disputam hegemonia pelo comando do banco. O departamento onde teria ocorrido o erro faz parte da cota do PMDB na instituição.Na prática, o que ocorreu foi um "crime financeiro", segundo avaliação do governo. Um inquérito foi instaurado na Polícia Federal e um processo aberto na Justiça Federal.Só o Postalis, o fundo de pensão dos Correios, estaria com um "mico" nas mãos de cerca de R$ 100 milhões, adquiridos durante o suposto "apagão" dos sistemas de informática da Caixa que permitiu que os papéis fossem vendidos por R$ 1 bilhão a mais do que valiam no mercado.A palavra usada por integrantes do governo da presidente Dilma Rousseff é "fraude", mas no Palácio do Planalto não se subestima o potencial de crise embutido na disputa política na Caixa.O certo é que em algum momento haverá a tentativa de resgaste dos papéis. Caberá então à Caixa provar que eles foram adquiridos de má fé. Esse "imbróglio" será resolvido na Justiça.Já a queda de braços entre PT e PMDB é acompanhada de perto pelo PMDB, mas não há expectativas de mudança de curto prazo nas posições dominadas pelos dois partidos na instituição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6763842512670582664?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6763842512670582664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/caixa-denuncia-fraude-com-titulos-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6763842512670582664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6763842512670582664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/caixa-denuncia-fraude-com-titulos-do.html' title='Caixa denuncia fraude com títulos do Banerj'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5008310414964312616</id><published>2011-12-19T22:41:00.001-03:00</published><updated>2011-12-19T22:41:22.995-03:00</updated><title type='text'>Nota de esclarecimento</title><content type='html'>O jornal Folha de S. Paulo publicou em sua edição de 18/12/2011 reportagem&lt;br /&gt;que trata de suspeita de fraude na Caixa Econômica Federal em investimentos&lt;br /&gt;relacionados ao FCVS – Fundo de Compensação de Variação Salarial. O&lt;br /&gt;Postalis é mencionado na reportagem porque é um dos investidores que&lt;br /&gt;comprou, no mercado financeiro, títulos que têm lastro nos contratos de FCVS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Postalis foi vítima de um problema gerado nos sistemas informatizados e&lt;br /&gt;de fiscalização e controle de inteira responsabilidade da Caixa. O assunto&lt;br /&gt;inclusive foi tema de reportagem há mais de um mês pelo site Brasil247.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Postalis informa aos seus participantes e assistidos que o investimento&lt;br /&gt;feito em tais títulos tinha todas as garantias – inclusive a chancela da Caixa&lt;br /&gt;– de que eram confiáveis: classificação de risco duplo A (uma das melhores)&lt;br /&gt;por agência independente, além de terem sido auditados pela empresa&lt;br /&gt;internacional KPMG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem esses requisitos, o Postalis não teria condições de adquiri-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão de investir não se deveu a qualquer ingerência externa de grupos&lt;br /&gt;políticos. O investimento em questão sempre se mostrou favorável ao Postalis&lt;br /&gt;e a decisão colegiada foi adotada, após se comprovar que atendia a todas as&lt;br /&gt;prerrogativas do Instituto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sindicância da Caixa, originada após notificação extrajudicial apresentada pelo&lt;br /&gt;Postalis, responsabilizou uma prestadora de serviços em TI (Tecnologia da&lt;br /&gt;Informação), a Stefanini Consultoria e Assessoria em Informática S/A, e aos&lt;br /&gt;próprios departamentos por “falhas de procedimentos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Caixa também acionou na Justiça os agentes financeiros envolvidos na&lt;br /&gt;venda dos títulos de investimento (agora sob suspeita de fraude). No entanto,&lt;br /&gt;a juíza federal substituta da 6ª Vara do Distrito Federal, Maria Cecília de Marco&lt;br /&gt;Rocha, proferiu decisão admitindo que a Caixa é a responsável pelo erro e que&lt;br /&gt;os compradores dos títulos – Postalis entre outros, como os bancos Bradesco&lt;br /&gt;e Santander, citados no despacho da Justiça Federal – são terceiros de boa-fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dos fatos até agora apresentados, a Diretoria do Postalis acredita que o&lt;br /&gt;dinheiro ali investido será, no mínimo, ressarcido, sem qualquer prejuízo para o&lt;br /&gt;Postalis e consequentemente, sem qualquer prejuízo para seus participantes.&lt;br /&gt;O caso, uma vez que envolve a Caixa Econômica Federal, uma das mais&lt;br /&gt;importantes instituições financeiras públicas do Brasil, certamente será apurado&lt;br /&gt;por quem de direito – que, evidentemente, não é o Postalis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Direção do Postalis reafirma sua posição de adotar todas as providências&lt;br /&gt;necessárias no sentido de preservar o patrimônio dos seus participantes, não&lt;br /&gt;só nesta como em todas as situações. e está à disposição para eventuais&lt;br /&gt;esclarecimentos adicionais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5008310414964312616?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5008310414964312616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/nota-de-esclarecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5008310414964312616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5008310414964312616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/12/nota-de-esclarecimento.html' title='Nota de esclarecimento'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4684613925747208265</id><published>2011-11-25T09:19:00.001-03:00</published><updated>2011-11-25T09:22:59.976-03:00</updated><title type='text'>Cesta-alimentação: STJ muda jurisprudência</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Em julgamento ocorrido na última quarta-feira  (23.11), ao analisar um recurso especial no qual aposentados requeriam contra a Fundação Banrisul de Seguridade Social a incorporação do chamado “auxílio-cesta-alimentação” aos benefícios previdenciários, o Superior Tribunal de Justiça reviu sua jurisprudência e considerou indevida tal incorporação. Segundo o STJ, o auxílio-cesta-alimentação, pago aos trabalhadores ativos por Acordo Coletivo, tem natureza indenizatória, mesmo que não seja pago “in natura”. Além disso, ainda que tivesse natureza remuneratória tal verba, o STJ considerou que seria preciso observar o que está escrito no contrato civil previdenciário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; A defesa da Fundação Banrisul foi feita pelo Escritório Reis, Torres e Florêncio Advocacia, sediado em Brasília. No julgamento, o advogado Adacir Reis fez a sustentação oral em nome da Fundação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ministra Maria Isabel Gallotti, Relatora do Recurso Especial, considerou que o custeio prévio é outro ponto indispensável para que as entidades fechadas de previdência complementar possam arcar com qualquer majoração de benefício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o julgamento de ontem, a jurisprudência do STJ era desfavorável aos fundos de pensão nessa matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Adacir Reis, advogado da Fundação Banrisul, a decisão do STJ, “resultado de muita discussão e esclarecimentos”, vai repercutir para todo o Judiciário brasileiro, pois foi tomada, por unanimidade, pela 2ª Seção, que reúne todos os ministros das Turmas de Direito Privado do Tribunal. (Reis, Tôrres e Florêncio Advocacia/AssPreviSite)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4684613925747208265?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4684613925747208265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/11/cesta-alimentacao-stj-muda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4684613925747208265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4684613925747208265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/11/cesta-alimentacao-stj-muda.html' title='Cesta-alimentação: STJ muda jurisprudência'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1202947314552652547</id><published>2011-11-09T14:18:00.001-03:00</published><updated>2011-11-09T14:18:14.347-03:00</updated><title type='text'>Justiça manda reintegrar conselheiro da Fundação CESP</title><content type='html'>O conselheiro da Fundação CESP Ciro Marçal de Souza recuperou seu mandato no Conselho Deliberativo da Fundação CESP por ordem judicial. Ciro, conselheiro eleito em 2009 pelos trabalhadores da Bandeirante Energia, teve seu mandato interrompido de forma unilateral em 2010, logo que a empresa resolveu retirar o patrocínio do plano de previdência administrado pela Fundação CESP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após a destituição ilegítima, o Sinergia CUT, sindicato que representa os trabalhadores do setor elétrico do interior de São Paulo, ingressou com ação judicial reivindicando a permanência de Ciro no Conselho e o cumprimento do mandato concedido pelos participantes. Depois de um ano foi feita justiça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sentença que concedeu a decisão liminar, o Juiz considerou que “não havendo nas comunicações de desligamento do autor do referido conselho deliberativo justificativa [e considerando que] o autor efetivamente foi eleito conselheiro deliberativo da Fundação CESP, nos termos 24, § 6º do Estatuto Social da Fundação CESP (...). Ante o exposto, com intuito de evitar prejuízo irreparável pela ausência do autor em conselho para o qual obteve mandato de forma aparentemente legítima, DEFIRO a liminar para reintegrá-lo ao seu cargo junto ao Conselho Deliberativo da Fundação CESP.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANAPAR comemora junto com os participantes da Fundação CESP esta vitória dos participantes. Se os participantes escolheram o conselheiro para representá-los junto à entidade, ele não poderia ser destituído do mandato que foi conferido por seus pares. Este, aliás, é o espírito da Lei Complementar 108, que garante a estabilidade dos conselheiros em seu mandato.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1202947314552652547?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1202947314552652547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/11/justica-manda-reintegrar-conselheiro-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1202947314552652547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1202947314552652547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/11/justica-manda-reintegrar-conselheiro-da.html' title='Justiça manda reintegrar conselheiro da Fundação CESP'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6167468190972862377</id><published>2011-10-18T21:52:00.001-03:00</published><updated>2011-10-18T21:52:22.296-03:00</updated><title type='text'>Previdência Complementar do Servidor</title><content type='html'>Com fundo, servidor poderá ter ganho de 80% na aposentadoriaOs servidores públicos poderão ter, em alguns casos, um aumento médio de 80% no valor das suas aposentadorias com a aprovação do fundo de previdência complementar, que está em discussão no Congresso Nacional desde 2007.As simulações feitas pelo governo consideraram que o funcionário continue contribuindo com 11% do salário integral e uma rentabilidade anual para o fundo de 5% ao ano.A elevação do benefício, no entanto, dependerá da quantidade de anos de contribuição. Apenas o funcionário que pagar alíquota adicional por, pelo menos, 35 anos e deixar o serviço público com 60 anos de idade receberá uma aposentadoria maior do que a oferecida pelo regime atual.Se optar por 30 anos de contribuição, terá um benefício inferior.De acordo com cálculos do governo, um homem que entrar no serviço público, depois da aprovação do projeto de lei, tiver um salário total de R$ 5 mil e continuar contribuindo com o valor correspondente a 11% do salário integral (R$ 550) poderia se aposentar com R$ 5.272,66. Pelas regras atuais, receberia R$ 5.614,96. Uma perda de R$ 342,30.Por outro lado, se o trabalhador decidir contribuir por 35 anos, terá uma aposentadoria de R$ 6.185,28.Essa é uma forma de estimular que o servidor público permaneça mais no mercado e, ao mesmo tempo, reduzir o desembolso do governo federal para financiar o sistema.A idade média de aposentadoria é de 54 anos. Além disso, diminui o peso dos elevados benefícios para os cofres públicos.Conservador. Na avaliação de uma fonte do governo, o ganho estimado do trabalhador que contribuir por mais de 35 anos, com o mesmo valor que paga hoje, ainda é conservador. Isso porque a rentabilidade exigida de um fundo de pensão de IGP-M é de mais 6% ao ano.Os cálculos do governo consideram apenas um retorno de 5% ao ano.Atualmente, os ocupantes de cargos públicos contribuem com 11% de sua remuneração integral para o regime próprio de previdência. O governo paga o dobro e ainda cobre os constantes déficits.Se aprovado o projeto de lei, será estabelecido um teto de aposentadoria equivalente ao do INSS, de R$ 3.691,74. Ou seja, o trabalhador da administração pública passa a contribuir com 11% sobre esse teto. Se o servidor público quiser receber um benefício maior, terá de contribuir para a previdência complementar.Mas, independentemente do desembolsado pelo funcionário da administração pública, a União contribuirá com a alíquota máxima de até 7,5%, que incidirá somente sobre a parcela da remuneração que ultrapassar o teto do INSS.Ritmo. Em agosto, a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público aprovou a proposta do Executivo. Porém, para acelerar o processo, o governo federal pediu, recentemente, urgência para a apreciação da matéria.Com isso, em meados de novembro, a proposta irá para análise do plenário da Câmara dos Deputados.  (Agência Estado)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6167468190972862377?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6167468190972862377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/10/previdencia-complementar-do-servidor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6167468190972862377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6167468190972862377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/10/previdencia-complementar-do-servidor.html' title='Previdência Complementar do Servidor'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7739704663128092105</id><published>2011-10-18T21:46:00.001-03:00</published><updated>2011-10-18T21:46:24.655-03:00</updated><title type='text'>Benefícios vão até R$ 4.120 no ano que vem</title><content type='html'>Reajuste dos aposentados que ganham acima do mínimo pode sair nesta quinta. Confederação aguarda que boa notícia seja levada pelo ministro Garibaldi AlvesA Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (Cobap) já dá como certo que o reajuste de 11,7%, para os segurados que ganham acima do mínimo (R$ 545), será decidido na quarta-feira e anunciado na quinta-feira. A data marca a abertura do 20º Congresso Nacional dos Aposentados, em Caldas Novas (GO), onde o ministro da Previdência, Garibaldi Alves, confirmou presença.O aumento será de R$32,70 para quem ganha o piso e de R$ 221,34 para os que recebem sobre o teto previdenciário (confira ao lado). A expectativa é de que o aumento se confirme durante o evento em Goiás. Isso porque ontem terminou o prazo para que o Ministério da Previdência apresentasse um posicionamento sobre a proposta de reajuste acima da inflação para aposentados que recebem mais que o mínimo.O acordo foi firmado no início do mês com a Cobap, centrais sindicais e a Previdência. Segundo a Confederação, até agora não foi marcada reunião extraordinária para se discutir o reajuste. “O ministro confirmou presença no encontro. Estamos confiantes que ele anuncie se a presidenta aceitou apoiar e viabilizar a nossa proposta. Nós não abriremos mão dos 11,7% de aumento”, afirmou Warley Martins, presidente.Caso Dilma Rousseff não aceite conceder o reajuste acima do mínimo, a solução será o Congresso. A Cobap já acerta com deputados e senadores para que o reajuste entre no Orçamento de 2012 por meio de emenda. (ALINE SALGADO - O Dia Online)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7739704663128092105?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7739704663128092105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/10/beneficios-vao-ate-r-4120-no-ano-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7739704663128092105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7739704663128092105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/10/beneficios-vao-ate-r-4120-no-ano-que.html' title='Benefícios vão até R$ 4.120 no ano que vem'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2016918942442060562</id><published>2011-10-16T18:40:00.002-03:00</published><updated>2011-10-16T18:40:35.456-03:00</updated><title type='text'>Aposentadoria, um dia ela chegará</title><content type='html'>“Quem não morre novo, velho fica”. Eu costumava ouvir isso quando criança e, inegavelmente, é verdade. Todos os trabalhadores hão de passar um dia pela aposentadoria. O tempo passou, eu já me aposentei e continuo trabalhando na empresa que fundei. Mas, além do fator “continuar trabalhando ou não” – que é uma escolha pessoal – há uma série de outros fatores que envolvem a vida das pessoas, e quero relembrá-los sobre isso. Instituições como a MetLife e o HSBC (vale a pena ler) desenvolveram pesquisas muito interessantes sobre aposentados, e levantaram uma série de apontamentos importantes a respeito das expectativas e anseios da 3.ª etapa da vida. Dados que envolvem o trabalho e o futuro afastamento dele, além do foco maior no lado pessoal da vida, pois cada um terá muito tempo livre para si. Infelizmente, grande parte da última geração não foi instruída a planejar a aposentadoria, e acabam tendo que pedir ajuda à família, principalmente quando o assunto é saúde. Prova disso é que apenas um em cada quatro trabalhadores possui plano de previdência privada. É muito importante que as pessoas planejem este futuro. Seja poupando, seja contribuindo, seja investindo, o planejamento não deve começar quando se está nos últimos anos de contribuição. Deve começar quando ainda se é jovem.A maior preocupação dos futuros idosos, segundo as pesquisas, é conseguir sustentar-se somente com os ganhos da aposentadoria no futuro. Isso inclui praticamente todas as despesas que se tem (casa, luz, água, telefone, gás, internet, IPVA, IPTU etc.), além de que, agora, haverá gastos maiores com plano de saúde e medicamentos. Achei muito interessante algumas empresas criarem treinamentos que preparam os colaboradores para a aposentadoria. O trabalho começa a ser desenvolvido até dois anos antes da aposentadoria, e há toda uma questão de preparo psicológico para esta nova etapa da vida. Há também empresas e consultorias que oferecem serviços como Aconselhamento de Aposen­tadoria, que visam auxiliar tanto aquela pessoa que deseja simplesmente parar, viver com tranquilidade e estabilidade financeira, quanto a que pretende continuar trabalhando. Outra faceta é que muitos que se aposentam têm uma expertise e conhecimentos impressionantes em sua área de atuação. Há muitas empresas que convidam os futuros aposentados para se tornarem consultores. Com toda a expertise que desenvolveram em décadas de atuação no ramo, certamente ainda são muito úteis. Conheço pessoas que simplesmente amam seu trabalho e não pararam, mesmo após aposentadas! Entrando no quesito saúde, aqui vai um alerta tanto para quem está começando, quanto para quem está terminando a carreira: pratique esportes, alimente-se bem e cuide da saúde. Você já deve estar cansado de ouvir os médicos falarem a respeito disso, mas muitos pagam caro (ganhando problemas de saúde) por não terem seguido a recomendação médica. Grande parte das profissões se tornou muito “estática” nos últimos anos. Áreas como a engenharia de hardware, software e robótica contribuíram muito na criação de máquinas e programas que substituem o trabalho humano, física e intelectualmente. Passar oito, dez horas por dia sentado à frente do computador, e chegar em casa e ficar outras horas sentado no sofá assistindo à televisão certamente não contribui para a manutenção básica da musculatura humana – regulada pela prática de exercícios físicos. A prática de esportes é assunto sério ligado à saúde, sim. Eu mesmo faço minhas caminhadas e me sinto muito bem com isso. Finalizando, prepare-se para ter tempo livre. Muito tempo livre. Não é difícil achar idosos que começaram a ter depressão por ficar tempo demais em casa, por não fazer nada, ou terem consolidado o estado de sedentarismo. Não posso julgar os outros pelo modo que cada um é. Eu sou uma pessoa que, por exemplo, simplesmente não consegue ficar parado. Acredito que o ócio extremo vicia a mente e adoece o corpo. Pode-se aprender um novo idioma, enfrentar as novas tecnologias, jogar o bom e velho dominó, participar de programas de terceira idade, viajar para os locais em que se passou a vida sonhando ou, até mesmo, continuar trabalhando. A vida é um presente divino, e cada fase deve ser aproveitada ao máximo. Teste 1) Como você se sente quando chega em casa? a) Está sempre muito cansado. Nunca tem fôlego e disposição para fazer outras atividades fora do expediente. Só quer jantar e descansar. b) Sempre faz atividades extras. Esportes, idiomas, dança etc. “Quanto mais coisas você faz, mais disposição você tem”. 2) Além de contribuir com o INSS, você: a) Gasta todo o salário em outras coisas. Não separa nenhuma quantia mensal para investir, guardar ou fazer render. b) Com a ajuda de um economista, planejador financeiro ou mesmo sozinho, você conseguiu montar um esquema para fazer aquele “fundo reserva extra”. Tudo para ter segurança e estabilidade financeira maiores, além do salário da aposentadoria. 3) Falta pouco tempo para você se aposentar: a) Apesar de a hora de se aposentar já estar chegando, não tem a menor ideia do que fazer no tempo livre. Está perdido e sem rumo. b) Já sabe qual será seu rendimento médio e já tem planos claros das atividades que irá desenvolver quando tiver todo o tempo livre somente para você. 4) Sua família: a) Não sabe quando você se aposentará, nem quais mudanças isso implica na sua vida e na deles. b) Está ciente de quando isso tudo acontecerá e está pronta para auxiliar no que for preciso. 5) No seu trabalho: a) Sabem quando você se aposentará, mas não há planos específicos para sua saída. Não lhe comunicaram sobre os procedimentos que devem ser tomados e também parece que não haverá orientações neste período. A impressão é que você simplesmente sairá da empresa e pronto. b) Os gestores estão prontos e já planejam uma saída gradual para você, além disso, já há uma preocupação com o seu futuro pessoal. Preparação psicológica e apoio dos setores responsáveis, por exemplo. As respostas mais adequadas estão um tanto quanto evidentes (letras “b”). Pensar na aposentadoria é como planejar a carreira, planejar um filho, planejar a compra de uma casa ou um carro, é simplesmente mais uma etapa deliciosa da vida. Espero ter lhes ajudado de alguma maneira com isso. Agora a bola está com vocês. (Bernt Entschev - Gazeta do Povo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2016918942442060562?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2016918942442060562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/10/aposentadoria-um-dia-ela-chegara_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2016918942442060562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2016918942442060562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/10/aposentadoria-um-dia-ela-chegara_16.html' title='Aposentadoria, um dia ela chegará'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-3231848304607714257</id><published>2011-09-23T11:46:00.001-03:00</published><updated>2011-10-16T18:41:23.261-03:00</updated><title type='text'>Regime Próprio e previdência complementar</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O vice-presidente Executivo da ANFIP, Floriano José Martins, foi um dos palestrantes do painel “PL 1992/2007: Desafios de Governança”, que aconteceu durante o Seminário “O Estado e a Previdência Complementar – O Futuro do Serviço Público”, ontem, na sede da OAB Conselho Federal, em Brasília. &lt;br /&gt;Floriano fez uma análise do Regime Próprio de Previdência Complementar, explicando que a União forçou os Estados e os municípios a implantarem os Regimes Próprios de Previdência Social e até hoje não organizou seu Regime Próprio, tal como determinam a Lei nº 9.717/98 e o art. 249 da Constituição Federal. &lt;br /&gt;O vice-presidente da ANFIP falou ainda da diferença entre o trabalhador privado e o servidor público, mostrando que o primeiro tem mais liberdade de discussão sobre dissídio coletivo e de negociação salarial. Além disso, a relação, no caso dos trabalhadores privados, é bilateral e contratual, quando o objetivo da empresa é o lucro, enquanto a relação no serviço público é unilateral. Nesse caso, Floriano explicou que há uma relação administrativa; portanto, o servidor tem que ficar à disposição do Estado, principalmente no caso das carreiras típicas de Estado, em que os servidores não podem sequer desenvolver outras atividades que não sejam as específicas dos cargos, a não ser de magistério. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Floriano José fez ainda uma análise do suposto déficit da Previdência Pública, desmistificando, com dados, o argumento de que a União tem um déficit de 52 bilhões de reais, uma vez que dentro desse número estão inseridos quase 20 bilhões relativos aos militares e quase 3 bilhões do Distrito Federal. Além disso, grande parte do suposto déficit, conforme destacou Floriano José, advém da categoria de servidores que não serão contemplados com o projeto de previdência complementar, pois recebem até o teto – R$ 3.691,74 – e este suposto déficit continuará, independentemente da implementação do que prevê o Projeto de Lei (PL) 1.992/2007. Há ainda que se falar no fundo de garantia que o servidor não possui e, mesmo assim, seriam descontados 8%. &lt;br /&gt;Outro assunto tratado por Floriano diz respeito à não obrigatoriedade do Regime de Previdência Complementar, nos termos do parágrafo 14 do art. 40 da Constituição Federal. Dessa forma, a questão é que se deveria ter a opção de um fundo previdenciário do Regime Próprio dos servidores, antes de se falar em Regime de Previdência Complementar. &lt;br /&gt;Quanto ao PL 1.992 em si, o vice-presidente da ANFIP esclareceu que há um predomínio da visão financeira e não previdenciária, ou seja, uma lógica de acumulação individual com combate ao mutualismo. “No PL foi imposto um custeio específico sem qualquer levantamento em base cadastral e atuarial, pois a lógica de custos previdenciários deve ser previamente levantada, considerando-se os benefícios oferecidos pelo plano de benefícios, seus valores, tempo de cobertura, forma de reajuste etc”, explicou, dizendo ainda que isso é essencial para que se possa estruturar a forma de custeio no tempo a fim de garantir a acumulação de poupança previdenciária suficiente. &lt;br /&gt;Floriano Martins demonstrou ainda que os 7,5% oferecidos pela patrocinadora (União), agregados aos 7,5% dos servidores, certamente não darão para cobrir os três fundos que devem ser despendidos: fundo individual para reserva de aposentadoria (benefício programado); fundo de solvência coletiva de risco (morte e invalidez), e fundo de despesa administrativa. &lt;br /&gt;Portanto, no PL 1.992/2007 não há garantia de aposentadoria vitalícia, ou seja, nenhum outro plano de previdência complementar, adotado em qualquer estatal, está formatado de maneira tão afastada dos ideais previdenciários. O que o governo oferece aos magistrados, procuradores, diplomatas, delegados, é um Programa Gerador de Benefício Livre (PGBL), um produto de características financeiras, uma poupança sem qualquer conotação previdenciária. &lt;br /&gt;Além disso, há, no PL, ausência de previsão de mutualismo e ausência de previsão para servidores com remuneração menor que o teto, conforme já foi dito. Há uma definição de serviço passado considerado como tempo de serviço prestado somente pela União, quando deveria contemplar a contagem recíproca, nos termos do art. 9º da Constituição Federal, inclusive com critérios de reajuste do benefício especial que não mantém correlação com a renda do trabalhador. Floriano Martins falou ainda da retirada de patrocínio, uma vez que não há garantia e segurança jurídica para o impedimento de retirada desse patrocínio, e mencionou a dificuldade no estabelecimento da estrutura organizacional, com a questão da representatividade dos participantes. &lt;br /&gt;Por fim, o vice-presidente da ANFIP explicou que o projeto exige a terceirização da administração dos recursos garantidores, por meio de bancos e corretoras, o que tira o poder de gestão dos dirigentes da entidade e sua decisão de como alocar recursos. &lt;br /&gt;Além de Floriano Martins, participaram do Painel Carlos Alberto de Paula, diretor de Análises Técnicas da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc); Jaime Mariz de Faria Júnior, secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência Social; Cleber Ubiratan de Oliveira, subsecretário de Planejamento Fiscal do Tesouro Nacional; Lucieni Pereira, representante do Sindilegis, e Pedro Delarue Tolentino Filho, presidente do Fonacate. Também estava presente o assessor do ministro da Fazenda, Ricardo Pena Pinheiro.   (Anfip)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-3231848304607714257?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/3231848304607714257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/09/regime-proprio-e-previdencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3231848304607714257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3231848304607714257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/09/regime-proprio-e-previdencia.html' title='Regime Próprio e previdência complementar'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6733107749196543792</id><published>2011-09-15T22:47:00.000-03:00</published><updated>2011-09-15T23:40:40.954-03:00</updated><title type='text'>Desaposentação volta à pauta do plenário do STF</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar um recurso que trata da desaposentação, nesta quarta-feira (14/9). O tema chegou a corte do Judiciário com um recurso oriundo do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) e já foi a plenário quatro vezes.&lt;br /&gt;Desaposentação é um ato voluntário do segurado que busca o cancelamento de sua aposentadoria visando a concessão de uma outra mais vantajosa. O recurso começou a ser julgado pelo plenário, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Brasil tem hoje cerca de 70 mil ações de segurados que lutam na Justiça para obter o direito a trocar a aposentadoria. Há atualmente 500 mil aposentados que voltaram a trabalhar e contribuem para a Previdência. E 50% dos processos distribuídos na Justiça federal que acionam o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) versam sobre o assunto.&lt;br /&gt;O segurado aposentado que voltou a trabalhar, obrigatoriamente, continuará contribuindo. Assim, quem se aposentou e continuou trabalhando, se fosse feito um novo cálculo poderia receber mais em uma nova aposentadoria.&lt;br /&gt;Com a desaposentação, a ideia é que o segurado possa renunciar à primeira aposentadoria para que seja feito um cálculo, somando-se o valor acumulado com as novas contribuições recolhidas para o INSS.&lt;br /&gt;O advogado especialista em direito previdenciário, Theodoro Vicente Agostinho explica que a desaposentação surgiu após a extinção da possibilidade do segurado receber esses valores que ele contribuiu depois de se aposentar. “Antes existia o pecúlio, que consistia na devolução de um percentual das contribuições. Mas, ele foi extinto em 1994”, aponta.&lt;br /&gt;Além do STF decidir se é possível uma pessoa desaposentar e conseguir novamente o benefício com outro cálculo, os ministros também terão que decidir se o segurado terá que devolver os valores já recebidos do INSS. “É uma nova conta de aposentadoria”, diz.&lt;br /&gt;Para Agostinho, a maior dúvida recai sobre o período em que a pessoa trabalhou e, ao mesmo tempo, contribuiu com o INSS. “Eles deverão decidir também quanto o segurado teria que devolver, caso conseguisse a desaposentação”, alerta.&lt;br /&gt;Caso o Supremo permita a desaposentação no julgamento do recurso Extraordinário 630.501, o INSS deverá fazer a regulamentação de como esses valores seriam devolvidos.  (Última Instância)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6733107749196543792?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6733107749196543792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/09/desaposentacao-volta-pauta-do-plenario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6733107749196543792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6733107749196543792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/09/desaposentacao-volta-pauta-do-plenario.html' title='Desaposentação volta à pauta do plenário do STF'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6778719938627831839</id><published>2011-09-08T11:24:00.001-03:00</published><updated>2011-09-08T11:26:48.853-03:00</updated><title type='text'>Aerus: Trabalhadores da Varig nada têm para comemorar</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Alguém poderia explicar por que o Supremo demora tanto a julgar o processo da Varig? Claro que não. É apenas má vontade. &lt;br /&gt;Infelizmente, em mais um Sete de Setembro, os trabalhadores da Varig nada têm para comemorar. A nossa independência há muito deixou de existir e com isso foi embora pelo ralo a nossa alegria de viver e a nossa dignidade. &lt;br /&gt;Já faz mais de cinco anos que todos os trabalhadores da Varig e suas famílias passam por difíceis situações. Sem planos de saúde para os mais velhos, falta de dinheiro para comprar remédios, numa insegurança total, não há nada para se comemorar neste dia tão importante. &lt;br /&gt;Como podemos nos regozijar pelo Sete de Setembro, se não temos independência alguma? Estamos colocados há mais de cinco anos em segundo plano, para não dizer em planos inferiores. O que fizeram com a Varig e conosco (seus trabalhadores e respectivas famílias) foi um crime de lesa pátria. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas os senhores e senhoras que ocupam o poder desde 2003 nada fazem para reverter este quadro triste e grave. Não importa para eles, se milhares de pessoas estão passando privações e se essas pessoas foram trabalhadores de uma das maiores empresas que este País já teve. Trabalhadores que levaram o nome do Brasil e a bandeira brasileira aos quatro cantos do país e aos quatro cantos do mundo pelas asas da Varig, uma grande empresa brasileira que muito contribuiu para o engrandecimento do País em seus 79 anos de existência. Um verdadeiro símbolo brasileiro. &lt;br /&gt;Mas os senhores e senhoras do poder atual, no entanto vivem dizendo que nunca na História deste país houve tanta justiça social e bem-estar para a população brasileira. Conversa para boi dormir. Muita propaganda e somente propaganda. &lt;br /&gt;Não há respeito sequer, por parte das autoridades deste País, pelo Estatuto do Idoso, pois a grande maioria dos trabalhadores da Varig estão na chamada terceira idade. Não há o mínimo respeito por este estatuto que foi promulgado pelo governo do Sr. Luiz Inácio Lula da Silva e determina que os processos dos idosos têm prioridade absoluta. Grande ironia, não acham? &lt;br /&gt;O judiciário brasileiro, através do Supremo, continua a retardar um julgamento importante que poderá ajudar a todos os trabalhadores da Varig. Muitos pedidos são feitos aos ministros do STF por alguns parlamentares brasileiros, mas continua tudo em compasso de espera. Algumas autoridades também se dizem sensibilizadas com o terrível drama por que passam os milhares de trabalhadores da Varig e suas famílias. Muita sensibilidade, muito conversa de apoio e solidariedade, mas essas importantes autoridades só ficam nisso e ponto final. &lt;br /&gt;Só há independência de um país quando o povo é soberano. Quando existe justiça social que não beneficie apenas parte da população brasileira. O que adianta resolver o problema de uma parte da população brasileira (é justo que se beneficiem aqueles mais necessitados, não resta a menor dúvida) se há outros brasileiros passando por extrema dificuldade? É este o legado que este governo, que se diz dos trabalhadores, está deixando para o País e para as próximas gerações? &lt;br /&gt;Um governo que não respeita decisões judiciais e que não as cumpre, não merece crédito. Uma Justiça que retarda julgamentos por entraves e mais entraves, muitos colocados pelo governo atual, não merece a nossa consideração, por mais digna que seja. &lt;br /&gt;Que Justiça é esta, tão apregoada por exmos. magistrados, que demora a julgar processos já ganhos em todas as demais instâncias, mas que continuam sem solução na corte mais alta, o Supremo Tribunal Federal? &lt;br /&gt;É este o legado que os exmos. magistrados estão deixando para as próximas gerações também? É preciso que mais trabalhadores da Varig venham a falecer sem terem seus direitos de volta nem para as respectivas famílias? Por que essa tragédia silenciosa continua sem solução? Quem ganha com isso?  (José Paulo de Resende - Tribuna da Imprensa) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6778719938627831839?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6778719938627831839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/09/aerus-trabalhadores-da-varig-nada-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6778719938627831839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6778719938627831839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/09/aerus-trabalhadores-da-varig-nada-tem.html' title='Aerus: Trabalhadores da Varig nada têm para comemorar'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8027609748682981861</id><published>2011-09-01T11:38:00.002-03:00</published><updated>2011-09-01T11:43:44.529-03:00</updated><title type='text'>Ajuizada Ação de Inconstitucionalidade contra Resolução CGPC 26</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A ANAPAR e a CONTRAF-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Instituições Financeiras) ajuizaram, no dia 23 de agosto, Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no Supremo Tribunal Federal, para questionar a legalidade dos artigos da Resolução CGPC 26/2008 que prevêem a reversão de valores da reserva especial dos planos de benefícios para os patrocinadores e participantes e assistidos.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A tese central levantada pela medida judicial é que a Resolução 26, uma norma infralegal, não poderia ter criado uma destinação – devolver valores das reservas dos planos de benefícios aos patrocinadores e participantes – que não foi prevista na legislação. A Lei Complementar 109, ao tratar da destinação do superávit, determina que se contabilize uma reserva especial correspondente a 25% da reserva matemática do plano e que o excedente a este valor seja contabilizado numa reserva especial para revisão do plano. Determina ainda que a reserva especial seja utilizada para rever o plano de benefícios e se esta revisão implicar em redução ou suspensão de contribuições deve-se obedecer a proporção em que ascontribuições forem feitas. Assim, tanto patrocinador como participante têm garantida a redução ou suspensão das contribuições. Mas não a devolução de valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;						 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANAPAR e CONTRAF-CUT mostram e defendem que a revisão do plano de benefícios, quando houver superávit e reserva especial, deve contemplar a revisão das contribuições previstas no plano de custeio, a revisão de premissas atuariais tais como taxa de juros e tábua de mortalidade, ou a revisão de benefícios para adequá-los ao valor das reservas existentes. Ou seja, os excedentes devem ser utilizados para deixar de recolher contribuições, tornar o plano mais seguro ou pagar benefícios mais adequados aos participantes. Não pode haver a subtração e devolução de valores aos patrocinadores e participantes, sob pena de provocar desequilíbrios e déficits futuros, principalmente em momentos de crise econômica e perda de valor de ativos como osocorridos em 2008 e que se verificam atualmente, com a crise da dívida européia. A previdência complementar deve cobrir complementos de aposentadoria por toda a vida, e a retirada indevida de valores pode comprometer a sua perenidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;						 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a devolução de valores for declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, as reversões de valores não poderão ser feitas pelos fundos de pensão, por serem ilegais. Ficaria consolidada a previsão de que recursos de um plano de previdência só podem ser utilizados para pagamento de benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANAPAR luta contra a Resolução 26 desde antes de sua edição – A ANAPAR luta contra a devolução de reservas aos patrocinadores desde quando a Resolução 26 estava sendo elaborada pelo Governo e pela então Secretaria da Previdência Complementar. Dentro do próprio Conselho de Gestão da Previdência Complementar a ANAPAR combateu a edição da norma, que foi aprovada à sua revelia. Logo depois da publicação, a entidade entrou com processos contra a União e o Ministro da Previdência Social, questionando a devolução de valores. Várias outras entidades de classe – sindicatos, associações de aposentados e de participantes – têm lutado contra a medida, sem obter sucesso até o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;						 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe o andamento do processo pelo site da ANAPAR (www.anapar.com.br) e aproveite para se filiar a entidade e apoiar esta luta.   &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8027609748682981861?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8027609748682981861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/09/ajuizada-acao-de-inconstitucionalidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8027609748682981861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8027609748682981861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/09/ajuizada-acao-de-inconstitucionalidade.html' title='Ajuizada Ação de Inconstitucionalidade contra Resolução CGPC 26'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5139144591533952289</id><published>2011-07-22T22:06:00.001-03:00</published><updated>2011-07-22T22:09:07.435-03:00</updated><title type='text'>Desaposentação: Devolução de valores</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;STJ mantém entendimento quanto à não devolução de valores na troca de aposentadoria &lt;br /&gt;No cálculo do novo benefício são incorporadas todas as contribuições previdenciárias vertidas à Seguridade Social durante o período em que o contrato de trabalho permaneceu ativo &lt;br /&gt;Os segurados do INSS que continuaram a trabalhar após a concessão de suas aposentadorias podem pleitear novo benefício previdenciário perante a Previdência Social. Trata-se do instituto denominado popularmente como "desaposentação", em que o segurado que não parou de trabalhar mesmo aposentado, pode requerer uma nova aposentadoria mais benéfica economicamente. &lt;br /&gt;No cálculo do novo benefício são incorporadas todas as contribuições previdenciárias vertidas à Seguridade Social durante o período em que o contrato de trabalho permaneceu ativo. &lt;br /&gt;O Ministério da Previdência Social entende que, optando por novo benefício, o segurado estaria obrigado a devolver ao INSS todos os valores recebidos a título de aposentadoria desde a concessão inicial.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Contudo, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já firmou entendimento no sentido de que a renúncia da aposentadoria para fins de concessão de novo benefício não implica devolução dos valores percebidos pelo segurado. O entendimento foi ratificado em recente decisão - EDcl no REsp 1173399, publicada no Diário Oficial no último dia 1º de junho. &lt;br /&gt;De acordo com a ministra Laurita Vaz, da Quinta Turma do STJ, "a renúncia à aposentadoria, para fins de concessão de novo benefício, seja no mesmo regime ou em regime diverso, não implica devolução dos valores percebidos, pois, enquanto esteve aposentado, o segurado fez jus aos seus proventos". &lt;br /&gt;No mesmo sentido é o entendimento do ministro Nilson Naves, da Sexta Turma do STJ, de que a renúncia não importa a devolução dos valores, "pois enquanto perdurou a aposentadoria pelo regime geral, os pagamentos, de natureza alimentar, eram indiscutivelmente devidos". &lt;br /&gt;Contudo, nem todos os aposentados que continuaram na ativa após a concessão dos benefícios receberão a renda mensal majorada. É preciso fazer comparar o valor pecuniário do benefício para verificar se, incorporadas as contribuições recolhidas posteriormente à concessão inicial, realmente haverá uma majoração considerável na renda. &lt;br /&gt;Isto porque a forma de cálculo dos benefícios previdenciários sofreu alteração com a Emenda Constitucional n.º 20/98, além da implantação e aplicação do fator previdenciário, utilizado nos novos cálculos a partir de então, o que deve ser observado com cautela para que não haja prejuízo de valores no novo benefício. &lt;br /&gt;É importante que, antes de requerer a alteração, o aposentado que continuou a trabalhar &lt;br /&gt;procure um profissional da área para confeccionar uma simulação de cálculo. Com isso pode-se apurar se efetivamente vale a pena renunciar ao benefício vigente. Para tanto, o segurado deve solicitar, nas agências do INSS, o histórico das contribuições previdenciárias em seu nome, "CNIS" – Cadastro Nacional de Informações Sociais. No cálculo serão considerados todos os recolhimentos realizados a partir de julho de 1994, sendo aproveitados para a apuração da nova renda os maiores 80%, nos termos da legislação vigente. &lt;br /&gt;Se a nova renda for maior que a do benefício em manutenção, o aposentado poderá ingressar com ação judicial no Juizado Especial Federal de sua região, competente para julgar causas com valor de até 60 salários mínimos. Deve apresentar cópia da carta de concessão do benefício, documentos pessoais (RG e CPF), comprovante de endereço com código postal, cópia da carteira de trabalho, demonstrando a continuidade do vínculo empregatício após a aposentadoria, bem como, a simulação de cálculo demonstrando a majoração devida.   (Rafaela Domingos Liroa - Administradores) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5139144591533952289?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5139144591533952289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/07/desaposentacao-devolucao-de-valores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5139144591533952289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5139144591533952289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/07/desaposentacao-devolucao-de-valores.html' title='Desaposentação: Devolução de valores'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8032422920474078083</id><published>2011-07-21T08:07:00.000-03:00</published><updated>2011-07-21T08:10:01.285-03:00</updated><title type='text'>Concessão do benefício auxílio-doença</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estudo mostrou que índices de indeferimento do benefício se mantém em torno de 49,3% &lt;br /&gt;O Ministério da Previdência divulgou na última semana um estudo sobre a evolução do benefício de auxílio-doença nos últimos dez anos. O benefício é concedido aos trabalhadores que precisam se afastar do trabalho num período superior a 15 dias. Gom o aumento da formalização dos trabalhadores brasileiros, houve um crescimento elevado do número de segurados da Seguridade Social. Houve mais pedidos de auxílio-doença, mas o indeferimento deles se manteve em 50% dos casos. Afinal, por que é tão difícil no Brasil um segurado obter a concessão de auxílio-doença? &lt;br /&gt;"O que se pode concluir deste estudo é que, com o crescimento dos trabalhadores formais, é natural que aumente o número de segurados que venham a solicitar esse benefício. Porém a concessão se torna mais rígida com o passar do tempo, e as dificuldades são maiores para os segurados que necessitam do benefício", afirma o advogado previdenciarista Humberto Tommasi. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo o estudo do Ministério da Previdência, em 2009 e 2010 o índice de indeferimento do benefício de auxílio-doença se manteve em torno de 49,3%,e provavelmente em 2011 se manterá nesse patamar, ou seja, praticamente metade dos pedidos de auxílio-doença foram indeferidos. &lt;br /&gt;Solicitação do benefício &lt;br /&gt;O indeferimento do pedido do benefício de auxílio-doença ocorre quando o segurado não possui os requisitos exigidos por lei: incapacidade para o trabalho; mínimo de 12 contribuições pagas ao INSS (carência); e qualidade de segurado. A qualidade de segurado se mantém 12 meses após o trabalhador pagar a última contribuição ao INSS - podendo ser prorrogado para 24 ou 36 meses, se já tiver pago mais de 120 contribuições sem interrupção que acarrete a perda da qualidade de segurado, e para o trabalhador desempregado (devidamente comprovado por registro no Ministério do Trabalho e Emprego ou SINE). &lt;br /&gt;Documentos insuficientes atrapalham &lt;br /&gt;Outro fator que gera indeferimento é a insuficiência de documentação médica, laudo ou atestado médico, e a precariedade dos documentos e exames levados ao INSS que não auxiliam o perito no esclarecimento do caso. &lt;br /&gt;"A orientação é para que esses trabalhadores apresentem laudos e documentos comprobatórios, como exames e atestados médicos, de boa qualidade, que podem ser de médico particular, do SUS (Sistema Único de Saúde) ou de convénio, e que estes comprovem de forma inconteste a incapacidade para o trabalho, e não somente o fato de que estejam doentes", adverte Tommasi. &lt;br /&gt;O advogado orienta os segurados a evitar as seguintes atitudes: se negar a realizar as manobras do exame físico exigido na perícia; se recusar em cumprir Programa de Reabilitação Profissional; não retornar para solicitar prorrogação de seu benefício em tempo hábil; não realizar tentativa de fraudar a previdência imitando doenças; apre-sentar documentação médica adulterada (ten¬tativa de fraude); não comparecer à agência do INSS quando é necessário o cumprimento de alguma diligência. &lt;br /&gt;"Quando houver divergências entre a opinião do médico perito e do médico do segurado, a solução é recorrer do indeferimento através de Pedido de Reconsideração, Recurso, ou Junta de Recurso", sugere Tommasi. &lt;br /&gt;O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) realiza estudos para conceder o auxílio-doença sem a necessidade de o trabalhador passar por uma perícia médica no posto previdenciário. Por enquanto o exame continua sendo obrigatório, e nenhuma nova portaria deste Instituto surgiu regular o assunto.  (Povo) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8032422920474078083?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8032422920474078083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/07/concessao-do-beneficio-auxilio-doenca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8032422920474078083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8032422920474078083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/07/concessao-do-beneficio-auxilio-doenca.html' title='Concessão do benefício auxílio-doença'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1092846827309835003</id><published>2011-07-08T11:10:00.001-03:00</published><updated>2011-07-08T11:26:57.006-03:00</updated><title type='text'>Pelo fim da Certificação Obrigatória!</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em meados de 2008 a então Secretaria de Previdência Complementar propôs implantar a certificação de dirigentes das entidades, entendendo ser este o grande remédio para se evitar que a atuação dos dirigentes prejudique as entidades e seus participantes. Instada a se manifestar, a ANAPAR se posicionou contrária ao procedimento, propondo como alternativa uma norma estabelecendo um processo de qualificação de dirigentes, a ser feito após a posse do dirigente em seu cargo, custeado pela entidade de previdência complementar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entende a ANAPAR que dirigentes bem preparados reúnem melhores condições para gerir o patrimônio dos participantes e seus planos de previdência, sendo fundamental investir em qualificação, preparo e formação. Mas qualificação não garante uma boa gestão do plano de previdência e de seu patrimônio. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Muito mais relevante é implantar um modelo equilibrado de gestão, contemplando a paridade de representação entre participantes e patrocinadores. Em um fundo de pensão existem duas partes – patrocinadores e participantes – com interesses naturalmente conflitantes que se manifestam na gestão da entidade. Assim, é fundamental a conciliação destes interesses através da representação equilibrada das duas partes. Todos os dirigentes têm o dever de administrar a entidade com independência e autonomia em relação aos patrocinadores; devem implantar as melhores práticas de gestão e zelar pelo patrimônio da entidade e pelo melhor retorno em suas aplicações. Mas, com freqüência, representam visões e interesses divergentes, principalmente quando se trata dos planos de previdência e suas regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como existia a resistência da ANAPAR e de outros agentes do sistema no Conselho de Gestão da Previdência Complementar, a certificação apareceu em norma editada por quem não tinha a atribuição de fazê-lo. A certificação obrigatória foi inserida na Resolução CMN 3792 de forma ilegal, no entendimento da ANAPAR. “A lei não conferiu ou delegou atribuição ao Conselho Monetário Nacional para impor restrição ao exercício dos mandatos dos conselheiros ou diretores-executivos das entidades fechadas de previdência complementar, relativamente à formação e qualificação técnica destes, mas sim, e tão só, para disciplinar a efetiva destinação dos recursos objeto dos investimentos realizados por essas entidades.” afirma Dr. Ricardo Só de Castro, consultor jurídico da ANAPAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A forma autoritária utilizada para impor a certificação obrigatória só pode ser entendida como uma mal disfarçada intenção de afastar da gestão das entidades as mais autênticas lideranças de entidades de classe dos trabalhadores, que usualmente são escolhidas democraticamente pelos participantes para representá-los em seus fundos de pensão. No entender da ANAPAR, as lideranças que conquistaram a confiança dos participantes estão mais habilitadas a defender seus interesses do que pessoas sem nenhuma vinculação com aqueles que se dispõem a representar, mesmo que estejam tecnicamente muito bem preparadas. “Aliás, nunca devemos nos esquecer dos Madofs e Edemares bem preparados que causaram prejuízos monstruosos a fundos de pensão. Isto para não falar de dirigentes e gerentes de entidades igualmente certificados e dos desfalques milionários que causaram. Se tivessem compromisso com os participantes, pensariam milhares de vezes antes de fazê-lo”, completa Cláudia Ricaldoni, presidente da ANAPAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Conforme temia a ANAPAR a certificação começa a ser utilizada para excluir participantes de concorrer aos cargos de dirigentes. Entidades de previdência complementar começam a incluir nos seus estatutos ou regimentos eleitorais a exigência de certificação para pessoas se candidatarem a cargos de dirigentes das entidades. Esta prática privilegia a candidatura de gerentes e funcionários de alto escalão, muito mais vinculados aos interesses das patrocinadoras do que aos dos participantes. Se este foi o intento de quem implantou a certificação, o círculo começa a se fechar, prejudicando os participantes e favorecendo os patrocinadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os participantes querem democracia, transparência e liberdade de escolha. Não admitem ser submetidos a um tecnicismo burro que só lhes permita escolher somente entre gerentes vinculados aos interesses da patrocinadora. É urgente a abolição da norma que criou a certificação obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Formação e qualificação sim! Abaixo a certificação obrigatória!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1092846827309835003?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1092846827309835003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/07/pelo-fim-da-certificacao-obrigatoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1092846827309835003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1092846827309835003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/07/pelo-fim-da-certificacao-obrigatoria.html' title='Pelo fim da Certificação Obrigatória!'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7267567841299815967</id><published>2011-06-30T11:30:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T11:36:46.314-03:00</updated><title type='text'>Envelhecimento da população: o mercado está preparado?</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pesquisador da Unicamp diz que, hoje, o que sobra é mão de obra. Mas, no futuro, mercado precisa se reestruturar&lt;br /&gt;Desde 2000, a população brasileira cresce a uma taxa de 1,17% ao ano. Segundo os últimos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em agosto do ano passado, havia no País mais de 190 milhões de pessoas. E, nessa pirâmide populacional, os mais novos estão perdendo cada vez mais espaço para os mais velhos. Isso significa dizer que, a cada ano que passa, o Brasil vai ficando cada vez mais velho. Nesse cenário, como fica o mercado de trabalho?&lt;br /&gt;Para o sociólogo Ricardo Ojima, pesquisador do Núcleo de Estudos de População da Unicamp, de São Paulo, a tendência é que o mercado de trabalho altere os seus processos, a fim de absorver os mais idosos, que nos próximos anos vão representar boa parte da população. “Por enquanto, o que vemos é que a maior parte da população hoje é economicamente ativa”.&lt;br /&gt;Os dados do IBGE mostram que a representatividade da população com idade de até 25 anos vem caindo, devido às quedas nas taxas de natalidade. Enquanto isso, a participação relativa da população com 65 anos ou mais, que era de 5,9% em 2000, subiu para 7,4% em 2010, principalmente por conta das quedas nas taxas de mortalidade. “O envelhecimento absoluto da população está em processo ainda”, ressalta o pesquisador. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Reestruturação&lt;br /&gt;Diante de um processo semelhante ao que ocorreu e ocorre em muitos países europeus, o mercado de trabalho deve começar a se reestruturar. E não apenas para quem estará no topo da pirâmide etária.&lt;br /&gt;Aqueles que estarão nos próximos anos na idade adulta, economicamente ativa, também sentirão mudanças no mercado, devido ao envelhecimento da população. “Haverá uma reestruturação do mercado, com a criação de novas demandas em áreas médicas”, acredita Ojima.&lt;br /&gt;Para o pesquisador, se comparado com o histórico de países que já enfrentaram problemas com o envelhecimento da população, o Brasil poderá enfrentar a falta de profissionais para trabalhos que exigem menos qualificação.&lt;br /&gt;Ojima explica que, se o grau de desenvolvimento do País permanecer elevado e se o processo de qualificação se mantiver elevado, é possível que o Brasil passe a importar profissionais. “Hoje, temos um processo maior do que era antes e, dependendo da estrutura da indústria, pode haver a transferência de mão de obra”, afirma.&lt;br /&gt;Com os países europeus em crise, o Brasil começa a entrar na rota dos profissionais estrangeiros. Os dados do Ministério do Trabalho mostram isso, ao apontar para um forte salto no número de vistos de trabalho concedidos pelo Brasil a estrangeiros no ano passado. De 2009 para 2010, o crescimento foi de 30,5%. Ao todo, foram concedidos 56.006 vistos de autorizações de trabalho a estrangeiros. Na comparação com 2006, o crescimento foi de mais de 120%. Desse total, 7.550 profissionais vieram dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;O pesquisador ressalta, porém, que olhar para experiências de outros países não significa que, necessariamente, o Brasil tenha a mesma experiência. “Tudo vai depender de fatores econômicos”, diz.&lt;br /&gt;Trabalho contínuo&lt;br /&gt;Ainda que o país esteja um pouco longe de sentir de fato o envelhecimento da população, problemas mais estruturais levam profissionais mais velhos a continuarem ativos, mesmo depois da aposentadoria. “Hoje, a gente já encontra pessoas que se aposentam e continuam trabalhando. O sistema previdenciário terá de passar por reformas”, acredita Ojima.&lt;br /&gt;O pesquisador afirma que aumentar a idade mínima dos trabalhadores é uma das alternativas para equilibrar a Previdência Social. O fato, na avaliação do sociólogo, é que as políticas públicas não terão tempo para se adaptar às mudanças na pirâmide etária, mas o mercado talvez possa.  (Administradores)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7267567841299815967?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7267567841299815967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/envelhecimento-da-populacao-o-mercado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7267567841299815967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7267567841299815967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/envelhecimento-da-populacao-o-mercado.html' title='Envelhecimento da população: o mercado está preparado?'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2205045178201804270</id><published>2011-06-30T11:22:00.001-03:00</published><updated>2011-06-30T11:29:32.352-03:00</updated><title type='text'>Previdência Social: um desafio para seguidos governos</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Previdência Social tem sido um item importante na pauta dos dois últimos governos: Fernando Henrique Cardoso fez uma grande reforma em 1998 e, um ano depois, criou o fator previdenciário para os trabalhadores do setor privado. No início de seu mandato, em 2003, Luiz Inácio Lula da Silva aprovou nova reforma, com foco no serviço público. Agora, o governo da presidente Dilma Rousseff pretende fazer ajustes no sistema, de forma a torná-lo sustentável a longo prazo. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O sinal vermelho sobre a sustentabilidade do regime de aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada (INSS) acendeu em 1998, no fim do primeiro mandato de Fernando Henrique, quando um número cada vez maior de segurados passou a requerer o benefício - e cada vez mais cedo. Foi quando o tucano deu a polêmica declaração de que um aposentado aos 50 anos de idade era "vagabundo".&lt;br /&gt;Naquela época, o número de pedidos subiu de menos de cem mil, em 1993, para 420 mil, em 1998; e a idade média caiu de 53 anos para 48 anos. Com isso, naquele ano, o sistema, que era superavitário em 1995, passou a ter déficit de R$ 3,1 bilhões.&lt;br /&gt;A solução foi fazer uma ampla reforma no regime em 1998. Nessa ocasião, o PT votou contra. Fernando Henrique acabou sendo derrotado, por apenas um voto, ao tentar fixar idade mínima para o INSS - justamente o voto do deputado Antônio Kandir (PSDB-SP), que alegou ter apertado um botão por engano. Ficou valendo apenas a idade mínima (60 anos para homens e 55 anos para mulheres) no serviço público, além da instituição do tempo de contribuição para o INSS.&lt;br /&gt;O PSDB ainda conseguiu retirar do texto da Constituição a fórmula de cálculo da aposentaria, que era baseada nos últimos 36 salários de contribuição, mais a inflação. Com isso, em 1999, aprovou a lei com a base de cálculo atual (com base nos 80 melhores salários de contribuição desde 1994) e instituiu o fator previdenciário, mecanismo que inibe aposentadorias precoces.&lt;br /&gt;Uma das principais mudanças da reforma feita por Lula foi acabar com a aposentadoria integral. Passou a valer o cálculo da média dos salários de contribuição. Mas a medida só terá eficácia com a criação do fundo de aposentadoria complementar para os funcionários públicos, que está parada no Congresso. Também foi criada a contribuição de 11% para os inativos (aposentados) do serviço público - o que Fernando Henrique tentou criar em 1998, mas acabou derrotado na Justiça.  (O Globo)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2205045178201804270?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2205045178201804270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/previdencia-social-um-desafio-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2205045178201804270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2205045178201804270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/previdencia-social-um-desafio-para.html' title='Previdência Social: um desafio para seguidos governos'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-3160081806178243685</id><published>2011-06-10T12:32:00.002-03:00</published><updated>2011-06-10T12:36:52.587-03:00</updated><title type='text'>"É preciso uma alternativa ao fim do fator previdenciário"</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Governo: Previdência complementar de servidor não é prioridade &lt;br /&gt;Garibaldi Alves: "Para lidar com a Previdência, é preciso assumir ares de estadista, porque se fosse me preocupar com a próxima eleição não estaria aqui" &lt;br /&gt;O governo federal continuará evitando a regulamentação do sistema de previdência complementar aos servidores públicos, aprovado pelo Congresso em 2003. Enquanto 24,3 milhões de aposentados urbanos e rurais geram um déficit anual próximo a R$ 42 bilhões, apenas 950 mil servidores aposentados respondem por um déficit anual superior a R$ 52 bilhões à Previdência. Os esforços do governo, no entanto, estão longe desta seara. A grande missão do ministro da Previdência, Garibaldi Alves, é cumprir uma determinação da presidente Dilma Rousseff: extinguir o fator previdenciário, criado durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso. Para isso, Alves precisa criar um modelo alternativo para determinar o momento da aposentadoria. &lt;br /&gt;"Será preciso fazer um sacrifício, e nessa hora ninguém quer fazer. Teremos de sacrificar uma geração em proveito de outra, e assim em diante. É isso o que o governo está querendo, ou seja, definir a linha de corte para o trabalhador se aposentar", diz o ministro, em entrevista concedida ao Valor de seu gabinete, na Esplanada dos Ministérios. "E o caminho escolhido, o do diálogo com diversos atores, como as centrais sindicais, vai demandar muita paciência". &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Contrárias ao fator previdenciário, que reduz os benefícios previdenciários pagos pelo Estado quanto mais cedo uma pessoa se aposenta, as seis maiores centrais sindicais também barraram as duas ideias lançadas pela Previdência. "É inviável exterminar o fator previdenciário e não colocar uma alternativa", diz Alves. &lt;br /&gt;Sobre a regulamentação da previdência complementar aos servidores, Alves é direto: "Este assunto deve ser resolvido em outro endereço, no Congresso, que é quem regulamenta o projeto. Nós não vamos pressionar ninguém [para aprovar]". &lt;br /&gt;Abaixo, os principais trechos da entrevista: &lt;br /&gt;Valor: Desde que foi criado, em 1999, o fator previdenciário sofre pesada oposição das centrais sindicais. Qual é a sua posição? &lt;br /&gt;Garibaldi Alves: Acho que o fator previdenciário precisa ser eliminado. Mas, ao mesmo tempo, é inviável exterminar o fator previdenciário e não colocar uma alternativa. O que se discute hoje não é se o fator, que deveria estar eliminado há muito tempo, mas como enterrá-lo, porque há a necessidade de se ter algo muito melhor. &lt;br /&gt;Valor: E qual é a alternativa que o governo propõe? &lt;br /&gt;Alves: O governo não tem ainda, realmente, uma decisão. Mas uma proposta que o governo estaria disposto a discutir com as centrais seria a 85/95 [mulheres poderão se aposentar quando a soma da idade e do tempo de serviço atingir 85 anos, e homens, 95 anos]. Mas não há consenso ainda. Estamos convencidos, no entanto, de que é preciso enfrentar essa questão agora, mas seria inviável, francamente, se a mudança fosse feita de forma hierárquica, com o governo baixando uma lei. Até aprovaríamos mais rápido desta forma, mas depois a reação social seria muito forte. É desnecessário criar uma crise neste momento. &lt;br /&gt;Valor: O debate sobre a instituição de uma idade mínima para aposentadoria no Brasil é antigo, mas nunca saiu do papel. O projeto, agora, é possível? &lt;br /&gt;Alves: Temos de considerar que não há uma consolidação disso ainda. O que há é uma preocupação nossa em encontrar uma solução para um problema é mundial. Todos os países, ricos e pobres, estão discutindo esse desafio do envelhecimento e dos custos públicos derivados disso. Não podemos, então, tapar o sol com a peneira e evitar esse assunto. &lt;br /&gt;Valor: Os governos sempre evitaram entrar no assunto porque ele é impopular... &lt;br /&gt;Alves: Isso é muito sério mesmo. Há duas semanas fui abordado por uma senhora, no interior do Rio Grande do Norte, que veio perguntar se eu estava querendo que ela trabalhasse mais para poder ganhar aposentadoria. Ou seja, nem sequer começamos a falar em instituir idade mínima para aposentadoria e a população já começa a entrar em pânico. Para lidar com a Previdência, é preciso assumir ares de estadista, porque se fosse me preocupar com a próxima eleição não estaria aqui. Será preciso fazer um sacrifício, e nessa hora ninguém quer fazer. Teremos de sacrificar uma geração em proveito de outra, e assim em diante. É isso o que o governo está querendo, ou seja, definir a linha de corte. &lt;br /&gt;Valor: A reforma da Previdência, aprovada na Câmara e no Senado em 2003 ainda não foi toda regulamentada. Por que? &lt;br /&gt;Alves: Foram duas PECs [propostas de emenda à Constituição]: a 41, engavetada, e a 47, chamada de "PEC paralela", que teve o condão de não permitir que a reforma de 2003 avançasse tanto. Porque o governo acelerou muito o carro, em 2003, e depois, quando viu que não dava para passar tudo aquilo, freou bruscamente. Mas depois foi tudo aprovado. &lt;br /&gt;Valor: Mas um dos pontos mais sensíveis, que criaria o sistema de previdência complementar para servidores públicos, não foi regulamentado até hoje. Esta seria uma saída importante para o déficit na Previdência, não? &lt;br /&gt;Alves: Isso aí é uma discussão que vai empregar menos energia nossa, pelo menos neste começo de governo, do que o da idade mínima. Nós não vamos precisar fazer toda a discussão, porque o projeto já está no Congresso. Essa questão [dos fundos de previdência complementar para servidores públicos] fica em outro endereço, no Congresso, não no Ministério. É o Congresso que regulamenta os projetos do Executivo. Nós não vamos pressionar ninguém.  (João Villaverde - Valor Online) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-3160081806178243685?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/3160081806178243685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/e-preciso-uma-alternativa-ao-fim-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3160081806178243685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3160081806178243685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/e-preciso-uma-alternativa-ao-fim-do.html' title='&quot;É preciso uma alternativa ao fim do fator previdenciário&quot;'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1705443162612208510</id><published>2011-06-06T15:41:00.002-03:00</published><updated>2011-06-06T15:45:52.707-03:00</updated><title type='text'>QUEM TEM MEDO DA TRANSPARÊNCIA ?</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Diz um velho ditado que as coisas aparecem de onde menos se espera. Nos últimos dias, o dito popular mostrou sua atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos falando da Resolução CNPC nº 5, de 18.04.2011, que alterou alguns poucos artigos da Resolução CGPC 8. A nova redação permite que, nas entidades de previdência sujeitas à Lei Complementar 109, as alterações estatutárias e regulamentares podem ser encaminhadas à análise da PREVIC com a comprovação de que foi dada ciência aos patrocinadores e instituidores do inteiro teor das mudanças, com prazo de resposta entre 30 e 60 dias para sua manifestação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por sugestão da ANAPAR, foi introduzida a exigência de que as entidades comuniquem aos participantes e assistidos o inteiro teor das mudanças com antecedência mínima de 60 dias do envio das alterações para aprovação da PREVIC. A comunicação pode ser feita através de um dos meios de comunicação usualmente utilizados pela entidade de previdência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da nova exigência é permitir que os participantes tomem conhecimento prévio das alterações introduzidas no estatuto de sua entidade ou no seu plano de benefícios, já que muitas vezes estas alterações são feitas à sua revelia. É muito comum os participantes tomarem conhecimento de alterações profundas nos planos de benefícios somente após sua aprovação pela PREVIC, principalmente nas entidades enquadradas na Lei Complementar 109. Nestas, muitas vezes as mudanças atendem ao interesse exclusivo das patrocinadoras, já que elas costumam indicar a maioria dos conselheiros deliberativos e a totalidade dos diretores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova redação da resolução não exige que os participantes dêem anuência às alterações estatutárias e regulamentares, já que a competência para estas mudanças é do conselho deliberativo da entidade. No entanto, nada impede que os participantes saibam das mudanças antes de serem implantadas. Desta maneira, eles podem manifestar sua discordância e procurar, através de suas entidades de classe, negociar melhorias junto às patrocinadoras. Afinal de contas, o plano de benefícios é um contrato previdenciário entre duas partes – patrocinadores e participantes – e uma entidade de previdência não deve alterar este contrato à revelia das partes contratantes.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;De onde menos se espera – A Resolução CNPC foi aprovada por unanimidade, com a presença e o voto dos representantes das entidades de previdência e dos patrocinadores e instituidores. Mas coube a uma consultoria questionar a resolução, avaliando que a publicidade prévia aos participantes prejudicaria os próprios participantes, por “prejudicar o andamento dos processos”. De onde menos se espera, veio o ataque a este pequeno avanço em busca de maior transparência na relação das entidades com seus participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consultoria em questão é conhecida no mercado por desenhar planos de contribuição definida meramente financeiros, sem benefícios de risco, com benefícios calculados por tempo determinado ou por elevados percentuais de saldo de conta, com planos de custeio prevendo módicas contribuições de 1% sobre a remuneração do participante. Talvez, por isto mesmo, seja desconfortável divulgar previamente aos participantes planos sem nenhum caráter previdenciário...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1705443162612208510?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1705443162612208510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/quem-tem-medo-da-transparencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1705443162612208510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1705443162612208510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/quem-tem-medo-da-transparencia.html' title='QUEM TEM MEDO DA TRANSPARÊNCIA ?'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7216329402529545532</id><published>2011-06-01T12:22:00.001-03:00</published><updated>2011-06-01T12:24:35.016-03:00</updated><title type='text'>EM DEFESA DOS MANDATOS DOS DIRIGENTES DAS ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Seguramente o maior avanço introduzido pelas Leis Complementares 108 e 109 está relacionado à gestão das entidades de previdência complementar. A inclusão de representantes dos participantes nos órgãos estatutários tem levado a maior transparência na gestão das entidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do avanço, já se fazem necessárias alterações na legislação, de forma a consolidar e ampliar os avanços da nova legislação. Incorporar na LC 109 as mesmas regras de governança existentes na LC 108, extinguir o voto de minerva ou qualificar o quorum no Conselho Deliberativo para deliberações que envolvam alterações de regulamentos e estatutos, introduzir a obrigatoriedade de eleição de pelo menos um diretor executivo pelos participantes, determinar que toda a representação dos participantes seja escolhida pelo voto direto, são algumas das alterações necessárias.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesta mesma linha, é absolutamente necessário garantir estabilidade no mandato e no emprego para todos os dirigentes dos órgãos estatutários. Neste aspecto ainda há muito que avançar. É preciso garantir o mandato e o emprego de dirigentes para impedir subterfúgios como o adotado pela Fundação FAPERS, em que a patrocinadora EMATER-RS, não podendo cassar o mandato da diretora eleita Luíza Helena de Siqueira, demitiu-a do emprego, em retaliação à sua iniciativa de cobrar dívida da patrocinadora com o plano. Esta barbaridade aconteceu no Governo Ieda Crusius e, apesar dos protestos de participantes e entidades de classe, ainda não foi revista pelo Governo Tarso Genro. Situação parecida ocorreu nas Fundações Braslight e Gerdau Previdência, onde conselheiros e diretores eleitos foram demitidos pelas patrocinadoras, como forma de combater o avanço democrático introduzido pela legislação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos dirigentes indicados pela patrocinadora a situação é ainda pior. A legislação atual determina que os mandatos, bem como a forma de interrompê-los, sejam definidos no estatuto da entidade. Apesar disto, as patrocinadoras continuam encontrando formas para destituir a qualquer tempo os dirigentes indicados. Algumas são mais sutis, forçando o diretor indicado a renunciar, como na troca de diretores da PREVI em 2010. Outras nem se dão a este trabalho: encaminham o pedido de troca para o Conselho Deliberativo que, atende à determinação da patrocinadora, como ocorreu recentemente na FUNCEF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para garantir uma gestão eficiente e que de fato zele pelos interesses das entidades e de seus participantes, não se pode sujeitar os dirigentes das entidades de previdência à oscilação do humor das patrocinadoras, sob pena de colocar em risco a segurança dos investimentos e pagamento dos benefícios. As patrocinadoras precisam entender que a entidade de previdência não é mais uma subsidiária nem mais departamento da empresa. A entidade é uma administradora de plano previdenciário que deve ter vida própria e independente, cujos recursos devem ser aplicados no exclusivo interesse dos participantes. O foco das entidades deve ser a segurança dos milhares de participantes, e não o interesse das patrocinadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É urgente alterar a legislação atual, definindo mandatos para todos os dirigentes, estabilidade no emprego durante o mandato e um ano após. É preciso também definir regras claras para a perda do mandato, substituição e vacância nos cargos, de forma a minimizar eventuais conflitos de interesses que podem prejudicar a credibilidade do sistema.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7216329402529545532?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7216329402529545532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/em-defesa-dos-mandatos-dos-dirigentes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7216329402529545532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7216329402529545532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/06/em-defesa-dos-mandatos-dos-dirigentes.html' title='EM DEFESA DOS MANDATOS DOS DIRIGENTES DAS ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8845493044261994821</id><published>2011-05-20T11:03:00.001-03:00</published><updated>2011-05-20T11:06:33.671-03:00</updated><title type='text'>Aposentadoria, só depois dos 65 anos</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Governo defende fixação de idade mínima para trabalhador deixar mercado. Proposta vale para quem começa agora. Ministro quer ainda fórmula que soma a idade e o tempo &lt;br /&gt;O governo pretende mudar as regras da aposentadoria no país. A ideia é trocar o atual fator previdenciário pela fórmula 85/95, que reúne idade e tempo de contribuição. Mas para quem está ingressando hoje no mercado de trabalho seria fixada a idade mínima de 65 anos para aposentadoria. O governo passado já havia tentado emplacar a fórmula em 2009, mas a proposta foi rejeitada pelo Senado. A fórmula 85/95 permite que o benefício seja integral, quando a soma da idade com o tempo da contribuição previdenciária atinge 85 anos para as mulheres e 95 anos para os homens.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, que defendeu a proposta ontem no Senado, o fator foi criado para adiar o tempo de aposentadoria, mas na verdade teve como efeito provocar uma redução dos valores recebidos pela aposentadoria, já que os brasileiros estão optando por parar de trabalhar mais cedo. Para a vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Jane Berwanger, com o fim do fator, a população perderá o direito de se aposentar antes dos 65anos, o que é um complicador, apesar do aumento da expectativa de vida. “Há um prejuízo para o trabalhador, que ao atingir uma determinada idade sofre com a redução da empregabilidade.” Ela ressaltou também que o brasileiro ainda não consegue manter a saúde à medida que envelhece a ponto de enfrentar com tranquilidade as pressões do mercado de trabalho. &lt;br /&gt;O fator previdenciário é uma fórmula que leva em conta o tempo de contribuição do trabalhador, sua idade e a expectativa de vida no momento da aposentadoria, o que pode elevar ou reduzir o valor do rendimento. Devido ao fator, quanto menor é a idade do segurado, menor é o valor do benefício. Segundo o presidente da Federação dos Aposentados e Pensionistas de Minas Gerais, Robson Bittencourt, a expectativa era que o veto do presidente Lula ao fim do fator previdenciário fosse apreciado no dia 11. A federação foi uma das entidades que lideraram a campanha pelo fim da fórmula. “Essa proposta é uma antecipação da derrubada do fator, prestes a ocorrer no Congresso Nacional.” Segundo ele, com a mudança da regra o governo tenta emplacar a fórmula 85/95. “Essa proposta não melhora em nada as condições da aposentadoria no país. Um cálculo mais factível seria o 80/90, para mulheres e homens (respectivamente)”, completa. &lt;br /&gt;Para Lásaro Cândido da Cunha, especialista em direito previdenciário, a proposta do governo é “uma barganha” com pouco efeito na melhoria do sistema. “Já existe uma pressão enorme para a extinção do fator. O sistema chegou à exaustão.” Ele defende reformas mais amplas. “Inclusive com uma posição mais bem definida do governo sobre a previdência dos servidores.” &lt;br /&gt;Atualmente o trabalhador pode se aposentar com qualquer idade, contanto que tenha um tempo de contribuição de 30 anos, no caso das mulheres, e 35, no caso dos homens. Também existe a possibilidade de aposentadoria por idade: 60 anos para as mulheres e 65 para os homens. &lt;br /&gt;SERVIDORES PÚBLICOS &lt;br /&gt;O ministro Garibaldi Alves também defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 1.992/07, que institui o regime de previdência complementar para o servidor público federal titular de cargo efetivo. A matéria está tramitando na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. De acordo com o ministro a aprovação do projeto seria uma forma de “estancar a sangria” de recursos públicos decorrente do déficit da Previdência dos servidores públicos federais. &lt;br /&gt;O projeto de lei cria uma fundação para custear a aposentadoria dos servidores titulares de cargo efetivo da União (inclusive das suas autarquias e fundações), do Poder Judiciário, do Ministério Público Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU). Os servidores atuais não são obrigados a aderir ao plano de previdência a ser criado. &lt;br /&gt;O ministro informou ainda que serão criadas 720 agências da Previdência Social no país, em municípios com mais de 20 mil habitantes. A Previdência também vai lançar novo modelo de perícia médica para simplificar o acesso aos benefícios.  (Marinella Castro - Estado de Minas)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8845493044261994821?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8845493044261994821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/05/aposentadoria-so-depois-dos-65-anos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8845493044261994821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8845493044261994821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/05/aposentadoria-so-depois-dos-65-anos.html' title='Aposentadoria, só depois dos 65 anos'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4406008231802815322</id><published>2011-05-10T16:56:00.001-03:00</published><updated>2011-05-10T16:59:48.622-03:00</updated><title type='text'>Governo acerta discussão sobre fator previdenciário</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) acertou antes de ontem com as centrais sindicais, que o governo vai reabrir as discussões sobre o fim do fator previdenciário. &lt;br /&gt;Ficou definido ainda que na próxima semana as centrais devem conhecer a proposta do governo para a desoneração da folha de pagamento, que encontra resistência dos sindicalistas. &lt;br /&gt;Segundo o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira (PDT-SP), a expectativa é que a discussão sobre o fim do fator previdenciário deve ser encerrada até o início de junho para o texto seguir para o Congresso. &lt;br /&gt;O fator reduz os benefícios de quem se aposenta mais cedo, levando em consideração quatro elementos para o cálculo do benefício: alíquota de contribuição, idade do trabalhador, tempo de contribuição à Previdência Social e expectativa de vida. &lt;br /&gt;O modelo afeta o benefício dos trabalhadores que se aposentam por tempo de contribuição.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Esse é um tema delicado e por isso vamos ter toda essa fase de negociação para depois o texto seguir para o Congresso", disse. &lt;br /&gt;Em 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o fim do fator previdenciário aprovado pelo Congresso, mas sancionou o reajuste de 7,7% para aposentados que ganham acima de um salário mínimo, valor maior do que os 6,14% propostos pelo Executivo. &lt;br /&gt;No encontro de ontem com Carvalho, as centrais também pediram para ter acesso à proposta de desoneração da folha de pagamento, que pode ser anunciada até junho. Na próxima semana, as centrais devem discutir o texto com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. &lt;br /&gt;O governo afirma que busca uma fórmula que não ponha a Previdência em risco e que induza ao aumento de competitividade e à formalização do mercado de trabalho no país. Atualmente, 20% da folha salarial dos empregados formais no país é destinada à Previdência. &lt;br /&gt;"Esse discurso na época do Fernando Henrique Cardoso ficou muito claro de que desoneração da folha por si só não gera emprego nem novos postos de trabalho", disse o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) Arthur Henrique. &lt;br /&gt;EXPLICAÇÕES &lt;br /&gt;Gilberto Carvalho aproveitou o encontro para explicar as nomeações do vice-presidente nacional da CUT, José Lopes Feijóo como seu assessor, com a função de ser interlocutor do governo com as centrais. &lt;br /&gt;Na reunião, assim como a Folha mostrou na terça-feira, Carvalho afirmou que Feijóo foi indicado pelo ex-presidente Lula. &lt;br /&gt;Segundo o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), houve um posicionamento favorável das centrais à presença de Feijóo no Planalto. &lt;br /&gt;"Acreditamos que ele vai cumprir republicanamente seu papel. Nós precisamos de um interlocutor para levar os problemas dos trabalhadores do Brasil afora para o governo e muitas vezes não estamos conseguindo contato direto com o Gilberto que passa o dia em reuniões", disse.   (Folha Online) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4406008231802815322?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4406008231802815322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/05/governo-acerta-discussao-sobre-fator.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4406008231802815322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4406008231802815322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/05/governo-acerta-discussao-sobre-fator.html' title='Governo acerta discussão sobre fator previdenciário'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-3952229825541195080</id><published>2011-05-10T16:34:00.001-03:00</published><updated>2011-05-10T16:37:09.691-03:00</updated><title type='text'>Educação financeira ganha novo impulso</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"A jovem que não parava de consumir". A peça cujo cenário é uma loja ilustra a consciência de uma adolescente que aprendeu a importância de poupar. A apresentação foi iniciativa dos alunos do Colégio Estadual João de Abreu Júnior, no município de Cantagalo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, que participaram do projeto do Banco Mundial que levou a educação financeira a 450 escolas de seis Estados do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Douglas Rosa de Souza tão logo recebeu os kits de orientação teve que compartilhá-los com professores curiosos, que também queriam ser incluídos no programa de educação financeira. Por enquanto, só os estudantes do Ensino Médio de algumas escolas públicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins, Minas Gerais e Distrito Federal tiveram direito. E os alunos de Souza aprenderam rapidamente. Tanto que até os pais procuraram a escolar, curiosos do que estava levando seus filhos a mudarem de comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg" /&gt; &lt;a href="javascript:void(0);" onclick="return verocultar(this);"&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style="display: none;"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O professor de geografia conta que as meninas que viajavam até Friburgo, próximo à cidade onde moram, exclusivamente para fazer compras, passaram a querer guardar dinheiro para projetos maiores no final do ano, e agora esperam pelas promoções de fim de coleção, para economizar. Isso é fruto dos ensinamentos recebidos nas aulas de educação financeira, que fazem parte do programa piloto desenvolvido pelo grupo Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), uma iniciativa do Banco Mundial (Bird) em conjunto com BM&amp;FBovespa, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central, entre outras instituições e ministérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa está levando para dentro da escola o ensinamento de finanças básicas, pela primeira vez no mundo, segundo dados do Bird. Os professores receberam material didático, além de treinamento via internet, para serem capazes de mostrar a adolescentes a importância de se poupar, de estudar as taxas de juros e de tomar crédito compatível com a renda. O próprio professor deixou de comprar um carro ao perceber, com as aulas, que pagaria tanto de juros no financiamento de longo prazo que valia mais a pena esperar para juntar um montante maior para dar de entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as aulas, o indicador de alfabetização financeira subiu quatro pontos percentuais, de acordo com pesquisa realizada pelo Bird. Os alunos que assistiram às aulas tiveram nota 60,4 em uma escala de zero a 100, superior àqueles que não participaram do programa, com nota média de 56,1. Antes das aulas, não havia diferença de desempenho entre os dois grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um dos focos principais do programa de educação financeira foi a necessidade de manter uma poupança, os hábitos dos jovens acabaram sendo modificados. Houve um crescimento de seis pontos percentuais entre aqueles que disseram guardar algum dinheiro. Entre os que participaram das aulas, 50% têm comportamento de poupar, enquanto 44% apresentam as mesmas características no grupo que não recebeu educação financeira na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, disse que, com a estabilidade financeira por que passa o país, o principal desafio de longo prazo é a necessidade de aumentar o nível de poupança interna. Ele se encontrou na semana passada com o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini. "Tombini disse que, para conter a inflação, aumentar a poupança é muito importante. A pressão sobre o balanço de pagamentos é muito grande", afirmou o diretor do Bird.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, afirmou que o objetivo das aulas é permitir que os jovens possam aprender a planejar seu futuro, sem que seja levado por modas ou necessidades criadas artificialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa de educação financeira ainda será ampliado, para se tornar nacional, e deve incluir as famílias dos alunos. De acordo com Maria Helena, vai ser implementado "como uma decisão de Estado", a partir da criação do Comitê Nacional de Educação Financeira. (Valor)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-3952229825541195080?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/3952229825541195080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/05/educacao-financeira-ganha-novo-impulso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3952229825541195080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3952229825541195080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/05/educacao-financeira-ganha-novo-impulso.html' title='Educação financeira ganha novo impulso'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1506968997341042547</id><published>2011-05-04T09:18:00.002-03:00</published><updated>2011-05-04T09:29:53.560-03:00</updated><title type='text'>Xll Congresso da ANAPAR</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YS5JuCFkyqA/TcFGrRVucRI/AAAAAAAAAGs/oxVCHc-iCx8/s1600/DSC00007.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-YS5JuCFkyqA/TcFGrRVucRI/AAAAAAAAAGs/oxVCHc-iCx8/s400/DSC00007.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602837120628453650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nos dias 28 e 29/04/2011, aconteceu na cidade de fortaleza o Xll Congresso da ANAPAR. O evento contou com a presença de participantes de todos os estados do Brasil e de autoridades governamentais. Teve como tema central o “caráter previdenciário dos planos de previdência”. A programação foi muito boa, com palestras sobre conjuntura, caráter previdenciário da previdência complementar e contrato previdenciário.  Com relação a este tema, me chamou a atenção, a palestra realizada pelo advogado Ricardo Só de Castro. Ele alertou as fragilidades jurídicas dos contratos previdenciários, respaldadas no Art. 17 da lei 109/2001, que estão em total conflito com o Código Civil de 2002.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg" /&gt; &lt;a href="javascript:void(0);" onclick="return verocultar(this);"&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style="display: none;"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Eu e o conselheiro Rogério Ubine participamos do congresso, e vamos incluir este tema nas prestações de contas dos nossos mandatos, para que os trabalhadores ecetistas fiquem inteirados das fragilidades provocadas pelo dito artigo. Preocupados com a situação vivida pelos participantes de Fundos de Pensão, os congressistas aprovaram a Carta Fortaleza que conclama toda a sociedade a lutar pela recuperação do caráter previdenciário dos planos de previdência. Veja abaixo a carta na íntegra.&lt;br /&gt;Carta Fortaleza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os participantes de fundos de pensão brasileiros, reunidos em seu XII Congresso Anual, conclamam toda a sociedade a lutar pela recuperação do caráter previdenciário dos planos de previdência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguridade social é uma experiência secular da humanidade, que se organizou para dar proteção e segurança aos cidadãos diante dos infortúnios da vida e da incapacidade para o trabalho e para garantir aos mais idosos o esperado e merecido descanso depois de anos de trabalho produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos o Brasil tem sido um dos poucos países do mundo a ampliar a cobertura previdenciária pública para sua população. Programas de transferência de renda, de recuperação do salário mínimo, de formalização das relações de trabalho e de ampliação do atendimento da saúde pública vêm oferecendo maior amparo aos trabalhadores, apesar de ainda haver uma longa estrada a se percorrer para atingir a assistência mínima necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A previdência complementar, infelizmente, tem seguido o caminho inverso. De um lado, o número de participantes e de planos de previdência fechados permanece estacionado. De outro, florescem planos e produtos que não passam de aplicações financeiras, oferecendo baixa proteção aos trabalhadores em troca de uma grande lucratividade ao sistema financeiro que os administra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cobertura dos riscos inerentes à atividade laborativa tem sido abandonada, assim como a solidariedade inerente a todo sistema de proteção social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de oferecer aos seus empregados um desligamento tranqüilo, em reconhecimento pelos anos seguidos de dedicação, as empresas preferem romper a capa de proteção representada pela previdência complementar. A política positiva de recursos humanos dos fundos de pensão é trocada pelo desamparo. Quando oferecem planos complementares aos seus trabalhadores, as empresas o fazem através de produtos financeiros de baixo nível de contribuição, que não contemplam nenhum compromisso com a fase pós-laboral. Poucas contribuem para bons planos de previdência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumpre a nós, participantes de fundos de pensão, alertar a sociedade brasileira sobre esta realidade e trabalhar para que o sistema de previdência complementar volte a crescer, garantindo o adequado compromisso das empresas com seus servidores. Os trabalhadores precisam disto e a economia brasileira também. A exponencial poupança acumulada pelos fundos ainda é a principal fonte de recursos para o desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos planos mutualistas, que garantam aos aposentados um nível de renda o mais próximo possível daquele de sua idade ativa. Queremos planos que cubram riscos inerentes ao trabalho e às enfermidades. Que sejam vitalícios e permitam aos aposentados compartilhar a cobertura de expectativas de vida crescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reivindicamos que estes conceitos orientem o Congresso Nacional ao criar a previdência complementar dos servidores públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para recuperar o círculo virtuoso de crescimento da previdência complementar patrocinada precisamos do apoio, cooperação e atuação conjunta de todos os segmentos da sociedade brasileira – participantes; sindicatos, associações e entidades de classe; fundos de pensão e suas entidades associativas; empresas patrocinadoras e entidades empresariais; Congresso Nacional, partidos políticos, Governo e órgãos públicos. E, principalmente, dos órgãos reguladores e fiscalizadores. Que todos trabalhem conjuntamente para criar políticas públicas e privadas de incentivo à criação de novos planos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pleiteamos, finalmente, que a atividade normativa, de supervisão e controle dos órgãos reguladores e fiscalizadores seja pautada pela manutenção dos planos solidários, pelo cumprimento dos contratos previdenciários e pela proteção aos direitos e interesses dos participantes e assistidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fortaleza, 29 de abril de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS CONGRESSISTAS&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1506968997341042547?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1506968997341042547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/05/xll-congresso-da-anapar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1506968997341042547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1506968997341042547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/05/xll-congresso-da-anapar.html' title='Xll Congresso da ANAPAR'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YS5JuCFkyqA/TcFGrRVucRI/AAAAAAAAAGs/oxVCHc-iCx8/s72-c/DSC00007.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2159768610162135096</id><published>2011-04-20T16:22:00.000-03:00</published><updated>2011-04-20T16:24:38.477-03:00</updated><title type='text'>A revolução grisalha: o que será o amanhã?</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Chamado, apropriadamente, pela professora Aurélia Castiglioni, da Ufes, de “revolução grisalha”, o envelhecimento da população desafia os gestores públicos e a sociedade em geral. Por volta do ano 2050, as curvas de natalidade e mortalidade vão se encontrar e a população brasileira estará muito mais velha que hoje e começará a declinar. Ou seja, a partir daí, vai morrer mais gente do que nascer. &lt;br /&gt;Organismos internacionais mostram-se preocupados com isso. Mais de 50% da população brasileira, então, terá mais de 60 anos e a expectativa de vida será de 81 anos, a mesma de países altamente desenvolvidos, como Japão. Entretanto, a preocupação não é só com os números, mas com as condições em que isso vai acontecer. Recentemente, uma autoridade internacional comentou: a população brasileira vai envelhecer antes de enriquecer.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando esse dia chegar, estaremos diante da seguinte situação: previdência oficial quebrada, população feminina maior do que a masculina, um grande contingente de brasileiros pobres e doentes, e a força de trabalho declinando. Se hoje o problema é de falta de mão de obra qualificada, então será de absoluta falta de mão de obra, seja qualificada ou não. A natureza do trabalho está mudando muito rapidamente e o sistema educacional ainda não despertou para isso. &lt;br /&gt;Participei no último final de semana de um evento de marketing internacional e o dirigente de uma das maiores empresas de nutrição do mundo disse que três desafios batem à porta: obesidade, envelhecimento da população e desemprego e/ou subemprego. &lt;br /&gt;Na esfera pública, falta planejamento para quando chegar o “Dia D”. Nossas políticas públicas são muito mais reativas do que preventivas. A cada dia aumenta o número de médicos e hospitais e a saúde pública e privada estão entrando em colapso, porque não se ataca a raiz do problema, apenas suas consequências. O segredo é não deixar ficar doente. &lt;br /&gt;De acordo com análise da professora Aurélia Castiglioni, da Ufes,  em muitos países em desenvolvimento, as taxas de natalidade, embora declinantes, continuam elevadas, garantindo-lhes ainda um longo período de crescimento que manterá elevada a representação das crianças no segmento dos inativos, agravando a situação de pobreza, característica de muitas destas regiões. &lt;br /&gt;“Em situação oposta, nos países de desenvolvimento mais avançado, os mais baixos níveis de natalidade associados às proporções cada vez mais elevadas de idosos apontam para um regime demográfico de complexidade crescente, no qual também o segmento dos inativos, desta feita, o sub-grupo dos idosos exige elevados investimentos”. &lt;br /&gt;A professora Aurélia Castiglioni realizou consistente estudo sobre o envelhecimento da população, usando Vitória, capital capixaba, como substrato representativo, e concluiu que “todos os indicadores analisados mostram a evolução do processo de envelhecimento nos contextos analisados”. &lt;br /&gt;Em sua análise, “as taxas de crescimento da população brasileira deverão prosseguir em &lt;br /&gt;seu curso decrescente e na segunda metade do século a população se estabilizará e, a partir  daí, começará a declinar. O Brasil apresentará então predomínio dos idosos sobre as crianças: serão 17,83% de crianças e jovens contra 18,82% de idosos e a relação idosos/crianças atingirá o valor de 100 a 105 idosos por 100 crianças em 2050 (IBGE, 2004)”. &lt;br /&gt;Quanto ao Espírito Santo, diz Aurélia, “apresenta tendências similares às do país, porém o processo neste estado ocorre a um ritmo mais rápido. Vitória, a capital, apresenta-se como um caso particular: são observadas algumas especificidades, decorrentes, sobretudo, do ritmo diferencial da evolução dos componentes do crescimento natural e das características particulares do processo migratório”. &lt;br /&gt;Já é fato que 80% dos aposentados brasileiros recebem apenas um salário mínimo por mês e 70% deles necessitam da ajuda de familiares para viver. Recentemente, reportagem de A Gazeta mostrou especialistas apontando que em 2020, portanto, daqui a apenas nove anos, o teto da aposentadoria oficial será de apenas 3,5 salários mínimos. O que dá para imaginar quando 2050 chegar? E como evitar o caos total? &lt;br /&gt;Primeiro, investindo-se na mudança de cultura em relação ao envelhecimento. É preciso mudar-se, principalmente, a visão de que o aumento da idade implica em perda de capacidade produtiva. Invista-se na experiência e no maior equilíbrio emocional advindos da maturidade. Com isso, é necessário criarem-se oportunidades para que as pessoas sintam-se úteis e produtivas, sendo, devidamente, recompensadas por isso e não exploradas. &lt;br /&gt;Segundo, investindo-se em programas educacionais e de geração de oportunidade para que, ao envelhecerem, as pessoas não fiquem doentes. A ideia de que na velhice a doença é natural é uma sandice, uma heresia. Eu diria, até, que o Governo Federal deveria investir na criação de um Ministério de Políticas para o Envelhecimento Saudável do Brasil. &lt;br /&gt;Especialista no assunto nutrição, a doutora Shirley Donizete Prado defende que “a história alimentar de uma pessoa ou de um grupo social mantém estreita relação com seu perfil de saúde–doença, especialmente quando se trata de longevidade e de enfermidades que se associam à idade, como doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade”. &lt;br /&gt;Shirley desenvolveu um estudo denominado “Alimentação Saudável e Envelhecimento” no qual defende pressupostos como a promoção da saúde e a prevenção de doenças crônico-degenerativas, em que especial destaque é dado à obesidade “por seu recente incremento no plano nacional, tanto nas áreas urbanas como rurais e nas distintas classes sociais”. &lt;br /&gt;E este é um tema complexo e profundo, conforme salientada a nutricionista: “A espécie humana ocupou todo o globo terrestre, adaptou-se às características de distintos ambientes e se alimentou das mais variadas formas. É da nossa história: não existe um único alimento capaz de suprir todas as necessidades nutricionais humanas. A vida exige o consumo de vários nutrientes, em quantidades específicas para cada um deles”. &lt;br /&gt;E do que tem se alimentado nossa população? De que forma esses alimentos estão sendo produzidos? Como esses alimentos estão sendo transportados e armazenados até chegarem à nossa mesa? Como tem sido tratado nosso solo? Por que será que há algumas décadas as pessoas comiam em média 200kg de comida por ano e agora estão comendo 300kg? E, ainda assim, estão se alimentando mal? &lt;br /&gt;São perguntas que não querem calar. Nos Estados Unidos - onde os maus hábitos alimentares advindos da combinação da maior abastança econômica e da avidez da indústria por lucro, ainda que à custa da saúde da população, levaram a um índice altíssimo de obesidade -, 70% das pessoas de idade mais avançada utilizam-se de suplementos nutricionais, assunto que ainda é um mito para os profissionais em nutrição e saúde no Brasil. &lt;br /&gt;Talvez estejamos contaminados pelo que o economista americano Paul Zane Pilzer chamou de “economia da escassez”. “A ideia errada de que vivemos num mundo de recursos escassos tem feito mais do que impedir à maioria das pessoas a atingir o sucesso econômico. Ao longo dos séculos, esta visão negativa de escassez do mundo tem sido responsável por guerras, revoluções, estratégias políticas e sofrimento humano de imensas proporções”, disse Pilzer em um de seus livros (“Deus quer que você enriqueça”, Record). &lt;br /&gt;Para a professora Aurélia, o planejamento de políticas públicas deverá considerar a modificação gradativa dos pesos dos segmentos de crianças, adultos e idosos, e adequar seus programas para o atendimento das necessidades e demandas específicas de cada um destes segmentos. &lt;br /&gt;Ou seja, o desafio cresce a cada dia e 40 anos passam como num piscar de olhos. (José Caldas da Costa - Século Diário) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2159768610162135096?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2159768610162135096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/revolucao-grisalha-o-que-sera-o-amanha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2159768610162135096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2159768610162135096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/revolucao-grisalha-o-que-sera-o-amanha.html' title='A revolução grisalha: o que será o amanhã?'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1990732484780858557</id><published>2011-04-18T17:52:00.000-03:00</published><updated>2011-04-18T17:56:17.645-03:00</updated><title type='text'>ANAPAR aponta mazelas do sistema em Audiência Pública</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No último dia 12, através da presidenta Cláudia Muinhos Ricaldoni e do Diretor Financeiro Itamar Prestes Russo, a ANAPAR participou de Audiência Pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal. Convocada pelo Senador Paulo Paim (PT-RS), a audiência tratou de questões da previdência complementar, em particular do caso da Fundação AERUS, cuja liquidação foi decretada pela Secretaria da Previdência Complementar há exatos cinco anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participaram da Audiência: representantes da PREVIC, da Advocacia Geral da União, dos Sindicatos dos Aeroviários e dos Aeronautas e diversos diretores da ANAPAR.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Audiência transcorreu em clima de muita emoção, pautada por depoimentos de vários participantes do AERUS que estão com benefícios quase extintos. A representante do Sindicato, Graziella Baggio, cobrou das autoridades a solução imediata do problema apontando a possibilidade de se negociar o pagamento, pelo Governo, de ações já transitadas em julgado, sobre diferenças de tarifas e terceira fonte de contribuições ao AERUS. O ingresso dos recursos decorrentes destes processos, movidos pela extinta patrocinadora Varig, pode viabilizar o retorno do pagamento de benefícios a milhares de aposentados e pensionistas. O Senador Paulo Paim é autor de proposta de Decreto Legislativo que cria o arcabouço legal para permitir o acordo Governo/Varig.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dirigentes da ANAPAR solidarizam com esta luta e informaram que já haviam se reunido com Ministro da Previdência para solicitar celeridade na solução do problema.  Para os representantes da ANAPAR o caso AERUS sintetiza as mazelas do sistema: a falta de participação dos trabalhadores na gestão das entidades e a imposição dos interesses dos patrocinadores em detrimento dos interesses dos participantes. Em 2002, a Varig foi autorizada pela SPC a suspender suas contribuições ao plano, além de descontar as contribuições dos participantes sem repassá-las ao AERUS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANAPAR protestou contra a falta de transparência e a ausência de negociações nos processos de alterações de planos de benefícios, e o desequilíbrio na gestão das entidades de previdência a favor das patrocinadoras. Denunciaram também casos de desrespeito a mandados de dirigentes eleitos, mostrando inclusive casos de demissão sumária de dirigentes eleitos pelos trabalhadores. &lt;br /&gt;Criticaram aspectos da atuação da PREVIC, que extrapola de suas funções ao agir como órgão regulador, ao mesmo tempo em que se omite na defesa dos participantes e acata muitas das demandas colocadas unilateralmente pelos patrocinadores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Diretor Itamar Prestes relatou também problemas enfrentados pelos participantes e assistidos da Fundação BrTPrev, cujos planos de benefícios foram transferidos para a gestão de outra entidade, desrespeitando órgãos de governança e acordo judicial feito pela patrocinadora com as entidades sindicais. Denunciou também a exigência de certificação de dirigentes como mais uma tentativa de impedir a participação dos legítimos representantes dos trabalhadores na gestão de suas entidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, a presidente da ANAPAR denunciou as ações de diversas patrocinadoras para se apropriarem indevidamente de recursos das entidades de previdência complementar com base na Resolução CGPC 26. Informou que a ANAPAR entrará com Ação Direta de Inconstitucionalidade questionando a legalidade da Resolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1990732484780858557?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1990732484780858557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/anapar-aponta-mazelas-do-sistema-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1990732484780858557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1990732484780858557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/anapar-aponta-mazelas-do-sistema-em.html' title='ANAPAR aponta mazelas do sistema em Audiência Pública'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7121937518274276366</id><published>2011-04-15T15:00:00.000-03:00</published><updated>2011-04-15T15:03:08.906-03:00</updated><title type='text'>Servidor: Previdência complementar sai da pauta</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Está paralisada, novamente, a tramitação do projeto de lei que cria o regime de previdência complementar. Ontem, em evento público, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, criticou duramente o Congresso por não votar o projeto de lei 1992, que cria os fundos de pensão do serviço público, regulamentando reforma constitucional aprovada em 2003. Somente depois de aprovado o projeto, a pessoa que ingressar no serviço público terá um teto para a aposentadoria igual aos dos trabalhadores da iniciativa privada. &lt;br /&gt;Com raiz e ampla base eleitoral no funcionalismo, o deputado governista Roberto Policarpo (PT-DF) aprovou, na quarta-feira, a retirada de pauta do projeto na Comissão de Trabalho da Câmara. Ele propôs que, antes da votação do projeto, seja realizado um seminário sobre o tema. "Os deputados deveriam ter feito um seminário para saber por que o projeto está parado desde 2007", criticou Garibaldi. &lt;br /&gt;"A proposta não foi debatida o suficiente, prejudica o funcionalismo, e espero que os parlamentares sejam convencidos a favor dos servidores", rebateu o parlamentar petista.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Policarpo sustentou que, apesar de tramitar há quase cinco anos, duas audiências publicas já foram aprovadas e não foram realizadas. "Parlamentares novos desconhecem o assunto e os servidores ainda não foram ouvidos", continuou. &lt;br /&gt;A ideia do Executivo ao tentar instituir o Regime de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais é criar mecanismo que pode, no futuro, vir a reduzir o imenso déficit previdenciário do setor, argumentou o ministro. Projeto, aliás, citado entre as prioridades da gestão Dilma Rousseff, pela própria presidente, e reforçado há dias por Garibaldi. &lt;br /&gt;Dados de 2010 apontaram que o pagamento de aposentadorias e pensões do servidor deixou um "rombo" de R$ 52 bilhões nas contas da União, com o pagamento de pensões a 950 mil servidores inativos. "Que Brasil é este que permite uma injustiça dessas?" perguntou Garibaldi, ao dar posse ao novo xerife dos fundos de pensão, José Maria Rabelo, na Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). &lt;br /&gt;Quando aprovado o projeto do fundo de pensão do servidor, poderá ser instituído um teto de aposentadoria comum a servidores e trabalhadores da iniciativa privada, a exemplo do teto de R$ 3,6 mil atual do INSS, prevê a Constituição. O servidor que quiser um rendimento maior terá que contribuir para um fundo de pensão, como ocorre hoje com os demais trabalhadores. &lt;br /&gt;Policarpo, que duvida do déficit alegado pelo governo, sustenta que o servidor se opõe ao projeto, primeiro porque "se aposenta melhor nas atuais condições". Ou seja, quer continuar a receber o salário integral. Por ser opcional e valer somente a futuros funcionários, nos cálculos do deputado "a União perderá na receita e aumentará a despesa", porque também terá que contribuir para o fundo, de igual para igual com o servidor (7,5% sobre a remuneração para cada). &lt;br /&gt;Para o deputado petista, "os argumentos do governo estão equivocados". Ele questiona se o déficit é real, pois duvida que o Tesouro contabilize sua contribuição à previdência do servidor. Segundo o Ministério do Fazenda, a contribuição do governo federal é adicionada e equivale a 22%, o dobro da alíquota de 11% sobre a remuneração bruta exigida de cada funcionário. &lt;br /&gt;Ao falar de injustiça, Garibaldi disse que há distorções por concessões antigas de vantagens a grupos de funcionários. "O Brasil merece um futuro melhor e uma previdência melhor", desabafou. &lt;br /&gt;Uma das formas de regularizar as contas da previdência da União, segundo o deputado, "é ampliar a base de contribuição", ou seja, contratar mais servidores. Em seus cálculos, deficitário mesmo pode ser o sistema previdenciário do Executivo, onde há uma correlação de "um servidor ativo para cada inativo". &lt;br /&gt;No Judiciário, Policarpo diz que, atualmente, para cada aposentado existem quatro servidores com contribuições ativas. O deputado argumenta que pode-se buscar alternativas à criação de fundos de pensão, pois mesmo não valendo para os antigos servidores, a garantia de boa receita aos novos dependerá da boa administração da aplicação. (Azelma Rodrigues - Valor Online) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7121937518274276366?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7121937518274276366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/servidor-previdencia-complementar-sai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7121937518274276366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7121937518274276366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/servidor-previdencia-complementar-sai.html' title='Servidor: Previdência complementar sai da pauta'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4776150445519953528</id><published>2011-04-14T18:15:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T18:17:49.117-03:00</updated><title type='text'>Diretoria da Anapar reúne-se com Ministro da Previdência Social</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na última semana a diretoria da ANAPAR e representantes do gabinete do Senador Paulo Paim (PT-RS) se reuniram com o Ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, e com o Secretário de Políticas da Previdência Complementar, Jaime Mariz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANAPAR apresentou ao Ministro suas considerações a respeito da atuação do órgão fiscalizador. Reivindicou que seja de fato implantada a segregação de funções entre a PREVIC e o Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), apontando que hoje a PREVIC regulamenta indevidamente, através de instruções normativas ou mesmo da adoção de procedimentos e análises sem estar embasada em normas regulamentadores, assumindo por vezes atribuições do CNPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Associação solicitou do Ministro da Previdência que a PREVIC seja instruída a proteger os participantes e a atuar com equilíbrio e eqüidistância entre participantes e patrocinadores, incentivando a negociação entre as partes. Constata-se, como tem denunciado a ANAPAR, que a Superintendência protege mais os patrocinadores do que os próprios participantes. E reivindicou mais uma vez que fossem suspensos os processos de aprovação de retiradas de patrocínio, cisão, fusão, saldamento, incorporação de planos enquanto não for aprovada nova norma regulamentadora pelo CNPC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solicitou também o apoio do Ministério da Previdência a propostas legislativas que alterem o modelo de governança dos fundos de pensão, de maneira a torná-los mais democráticos, transparentes e com maior participação dos trabalhadores nos órgãos da gestão das entidades de previdência.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;AERUS e BRTPrev – Em conjunto com o gabinete do Senador Paulo Paim e atendendo a demandas de participantes destas duas entidades de previdência, a ANAPAR solicitou apoio e envolvimento do Ministro na solução de duas questões de extrema relevância para os participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao AERUS, o envolvimento do Ministério da Previdência no auxílio à busca de solução para os processos que se arrastam na Justiça sobre diferenças de tarifas e terceira fonte de contribuições ao AERUS. Se o Governo Federal chegar a um acordo nestes autos, pode-se viabilizar o ingresso de recursos na entidade, para voltar a pagar a integralidade dos benefícios a seus associados. O Senador Paulo Paim já apresentou proposta de Decreto Legislativo visando criar o arcabouço legal para permitir este acordo entre governo e a extinta Varig.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao BRTPrev, a ANAPAR reforçou novamente a proposta de interferência do Ministério para que se chegue a uma solução negociada e se implante um modelo de gestão paritário na Fundação Atlântico, garantindo aos participantes a presença nos órgãos de governança da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4776150445519953528?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4776150445519953528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/diretoria-da-anapar-reune-se-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4776150445519953528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4776150445519953528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/diretoria-da-anapar-reune-se-com.html' title='Diretoria da Anapar reúne-se com Ministro da Previdência Social'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7075324344212903725</id><published>2011-04-11T10:50:00.000-03:00</published><updated>2011-04-11T10:53:30.472-03:00</updated><title type='text'>Certificação tem sido usada para excluir</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, o alerta da ANAPAR vem se concretizando. A certificação começa a ser utilizada para excluir participantes de concorrer aos cargos de dirigentes das entidades de previdência complementar. Algumas delas pretendem incorporar, em seus estatutos, a exigência de certificação para pessoas se candidatarem aos conselhos deliberativo e fiscal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sob controle das empresas patrocinadoras, através da indicação da maioria dos membros ou pelo domínio do voto de minerva, há conselhos deliberativos aprovando a exigência de certificação. Esta atitude procura elitizar a presença nos conselhos e evitar que pessoas de grande representatividade junto aos associados ativos e aposentados possam chegar a exercer o papel de conselheiros ou fiscalizar diretamente a administração dos fundos de previdência.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O objetivo claro deste movimento é afastar dos fundos de pensão os dirigentes ou militantes de entidades de classe, como sindicatos e associações de aposentados. Estas pessoas, pela sua identificação com as demandas e anseios dos participantes, muitas vezes são as mais indicadas para transmitir às entidades de previdência as expectativas, demandas e reivindicações dos participantes. Pelo seu compromisso com os participantes acabam exercendo com maior profundidade a fiscalização e acompanhamento dos negócios das entidades. Por conta exatamente destes atributos são eleitas pelo voto direto dos participantes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A exigência de certificação acaba privilegiando a candidatura de gerentes e funcionários dos escalões mais altos das empresas, que por vezes não têm autonomia e independência de atuação, por estarem muito ligados à direção da patrocinadora. Estas pessoas podem acumular muitos títulos e diplomas, mas não têm o mais importantes deles – a afinidade com os interesses dos participantes. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É preciso acabar com a certificação obrigatória – A certificação obrigatória foi introduzida pela Resolução 3792, do Conselho Monetário Nacional (CMN), sendo exigida de diretores e conselheiros que participam diretamente de decisões sobre investimentos. No ano de 2008 este tema vinha sendo debatido pelo Conselho de Gestão da Previdência Complementar e enfrentava forte resistência da ANAPAR, que era acompanhada por outros membros do Conselho no seu combate à obrigatoriedade. Para driblar a resistência, a extinta Secretaria da Previdência Complementar propôs ao CMN a resolução da obrigatoriedade, transferindo a normatização do tema para um fórum que não tem competência para cuidar da matéria.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ANAPAR já apresentou ao Conselho Nacional da Previdência Complementar e aos diversos órgãos de governo – Ministério da Previdência, PREVIC e SPPC – sua demanda de acabar com a certificação obrigatória. Defendemos a qualificação dos dirigentes, mas não a certificação obrigatória. Os dirigentes precisam estar cada vez melhor capacitados a exercer as funções para as quais foram escolhidos; no entanto, não se deve exigir deles a certificação, que além de dispendiosa, pode não significar uma preparação efetiva do dirigente para o exercício de suas atividades e nem atestar o compromisso dos dirigentes com os participantes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Avaliamos que os recursos utilizados para a obtenção da certificação, poderiam ser melhor aproveitados, ser direcionados para programa de qualificação dos dirigentes das entidades, bem como para programas de educação previdenciária voltada para o conjunto dos participantes de previdência complementar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ANAPAR continuará sua luta contra a discriminação, pela liberdade de representação, pela qualificação dos dirigentes e pelo fim da certificação obrigatória. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7075324344212903725?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7075324344212903725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/certificacao-tem-sido-usada-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7075324344212903725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7075324344212903725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/certificacao-tem-sido-usada-para.html' title='Certificação tem sido usada para excluir'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2575200924236733897</id><published>2011-04-04T15:01:00.002-03:00</published><updated>2011-04-04T15:21:38.907-03:00</updated><title type='text'>CURSO DE CAPACITAÇÃO DE DIRIGENTES SINDICAIS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UZCvf8FvizA/TZoMHmb390I/AAAAAAAAAGk/7bGr8bMIM3k/s1600/Dirigentes%2Batentos%2Bao%2Btema.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-UZCvf8FvizA/TZoMHmb390I/AAAAAAAAAGk/7bGr8bMIM3k/s400/Dirigentes%2Batentos%2Bao%2Btema.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591795212049971010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CrdCSqyloGg/TZoIYA_MH5I/AAAAAAAAAGc/PtwqSXFkFGw/s1600/Conselheiros%2Be%2Bdiretor%2Bfazem%2Ba%2Babertura%2Bdo%2Bcurso.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-CrdCSqyloGg/TZoIYA_MH5I/AAAAAAAAAGc/PtwqSXFkFGw/s400/Conselheiros%2Be%2Bdiretor%2Bfazem%2Ba%2Babertura%2Bdo%2Bcurso.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591791096008810386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nos dias 31/03 e 01/04/2011, realizou-se em Jaboatão dos Guararapes/PE, o Curso de Capacitação de Dirigentes Sindicais em Conceitos Previdenciários e Atuariais, envolvendo os sindicatos do CE, RN, PB, PE, AL, SE e BA.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; O objetivo do curso é preparar os dirigentes sindicais em relação ao tema da Previdência Complementar, para que o movimento sindical possa travar os debates que envolvem o nosso fundo de pensão o POSTALIS, com os pés no chão.  No curso, são apresentados temas como: Os principais aspectos da doutrina previdenciária básica, o custeio do plano previdenciário e as modalidades clássicas de planos previdenciários.&lt;br /&gt;A iniciativa de realização dos cursos, que teve a sua primeira edição no mês de dezembro/2010, em São Paulo (ainda este ano será realizado mais dois para as outras regiões) surgiu da iniciativa dos conselheiros eleitos Reginaldo Alcantara e Rogério Ubine e conta com o aval da diretoria do instituto, em especial da Diretoria de Seguridade. &lt;br /&gt;Reginaldo e Ubine afirmaram que é de suma importância os trabalhadores entenderem os mecanismos dos Fundos de Pensão para, a partir dos conhecimentos adquiridos, saberem da importância da Previdência Complementar na vida de cada um de nós trabalhadores. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2575200924236733897?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2575200924236733897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/curso-de-capacitacao-de-dirigentes_04.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2575200924236733897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2575200924236733897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/curso-de-capacitacao-de-dirigentes_04.html' title='CURSO DE CAPACITAÇÃO DE DIRIGENTES SINDICAIS'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-UZCvf8FvizA/TZoMHmb390I/AAAAAAAAAGk/7bGr8bMIM3k/s72-c/Dirigentes%2Batentos%2Bao%2Btema.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-397357048316940610</id><published>2011-04-04T13:28:00.002-03:00</published><updated>2011-04-04T14:21:42.103-03:00</updated><title type='text'>Mudança no INSS: Quem trabalha desde cedo ganha</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Proposta prevê idade mínima de aposentadoria igual à dos servidores públicos e evita prejuízo no cálculo do benefício &lt;br /&gt;Projeto para substituir o fator previdenciário torna melhor a perspectiva de aposentadoria para trabalhadores brasileiros que entram cedo no batente. A Proposta de Emenda Constitucional 10/2008, do senador Paulo Paim (PT-RS), não só derruba o redutor dos benefícios como estabelece igualdade de condições entre os segurados do INSS e os servidores públicos. Pelo texto já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, o critério passa a ser a idade mínima: 60 anos, para homens, e 55 anos, para mulheres. Além disso, não há redutor. Cada segurado se aposentaria pela média salarial integral. &lt;br /&gt;O senador explica que essa idade mínima padrão não seria aplicada de imediato e contaria com regra de transição para preservar quem já está no mercado de trabalho e espera se aposentar no curto ou no médio prazos. “Para começar, a idade média seria de 51 anos, para homens, e de 46 anos, para mulheres. A cada três anos, ela sofreria uma elevação até atingir a idade mínima final”, esclarece. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Paim acrescenta que os que entram cedo no mercado de trabalho contam ainda com uma regra adicional. “Nós levaremos em conta o tempo mínimo de contribuição, que é de 35 anos, para o homem, e de 30 anos, para a mulher. Se um trabalhador tiver completado esse tempo, para cada ano trabalhado a mais, contariam dois”, explica. Assim, se um homem tiver 53 anos de idade e 35 anos de vínculo com o INSS, ele não precisaria chegar aos 60 para se aposentar. Como cada ano contam dois, se o Congresso Nacional aprovar a PEC 10 — e a presidenta Dilma Rousseff sancionar a regra —, o trabalhador poderia ter o benefício integral aos 57. &lt;br /&gt;Outro aspecto do texto é a fixação de um bônus para os trabalhadores que continuarem a trabalhar, mesmo tendo atingido a idade ou o tempo de contribuição mínimos. Seria possível elevar o benefício em 1/35 (homens) e 1/30 (mulheres) por cada ano a mais de contribuição. &lt;br /&gt;Quem voltar a trabalhar também pode obter o benefício aumentado, oficializando a regra da desaposentação — que ainda está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF). O adicional seria incorporado a cada três anos, até a aposentadoria definitiva. &lt;br /&gt;Representantes de aposentados querem alternativa &lt;br /&gt;CUT — presidente da central, Arthur Henrique afirma que a entidade vai continuar a lutar para derrubar o fator. “Vamos fazer também o que estiver ao nosso alcance para barrar a proposta, que já veio à luz, de criar idade mínima para aposentadorias”, escreveu em seu blog. Segundo ele, a proposta para combater o prejuízo para quem começa a trabalhar cedo é valorizar o tempo de contribuição e ampliar a cobertura do INSS. &lt;br /&gt;COBAP — Warley Gonçalles, presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), também é contra a idade mínima, mas admite que a regra proposta pela PEC 10 é a mais vantajosa até o momento. “Temos também aquela proposta que ficou parada na Câmara, no projeto de lei que trata do fim do fator, que é a fórmula 85/95. Por ela, não há bônus. Essa é mais branda e garante o salário médio integral”, pondera o aposentado, que adverte que o movimento vai intensificar este ano a campanha para derrubar o fator previdenciário. &lt;br /&gt;FORÇA — João Batista Inocentini, presidente do Sindicato dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, diz que o debate precisa ser bem específico para não prejudicar quem está no mercado de trabalho e foi assaltado por consecutivas reformas da previdência nos últimos 20 anos. “Eu defendo tratamento diferenciado para quem hoje está prestes a se aposentar e para quem já contribui há mais tempo. Quem ainda vai entrar no mercado de trabalho teria uma outra regra”, sugere o sindicalista. &lt;br /&gt;Argumento de déficit é contestado &lt;br /&gt;Integrante da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) diz que é radicalmente contra o fator previdenciário. “Fui relatora do fator previdenciário, quando foi aprovado. Relatei e tentei criar uma alternativa e fui derrotada. Venceu a maioria e continuo achando uma punição”, diz. &lt;br /&gt;“Sou contra a proposta de idade mínima, porque o Brasil é diferente dos países europeus. Aqui, se começa a trabalhar muito cedo. Tiro pelo meu pai que, aos 35 anos, não conseguia emprego. A partir de determinada idade, não se acessa o mercado de trabalho”, justifica a deputada. &lt;br /&gt;Para Jandira, é preciso acabar de vez com o discurso de déficit no INSS que é utilizado para embasar ajustes ou nova reforma nas bases do Regime Geral da Previdência Social. “A rubrica da Seguridade Social teve, no ano passado, um superávit de mais de R$ 30 bilhões. O que se usa para descrever como fonte de arrecadação é o recolhimento sobre a folha de pagamento. Mas há muitas outras, como percentual sobre o lucro das empresas, loterias e outros”, defende ela. &lt;br /&gt;Consultor da Cobap, Maurício Oliveira reforça: “O governo insiste que qualquer projeto que beneficie os aposentados e pensionistas aumentaria o déficit da Previdência, ou seja, nunca há recursos para melhorar a vida dos que já contribuíram para uma aposentadoria digna. No balanço financeiro oficial, mais de R$ 14 bilhões estão sobrando e ninguém sabe para onde esse dinheiro vai. Vamos perguntar às autoridades competentes o que é feito desse dinheiro”, protesta Oliveira.  (LUCIENE BRAGA - O Dia Online)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-397357048316940610?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/397357048316940610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/mudanca-no-inss-quem-trabalha-desde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/397357048316940610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/397357048316940610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/04/mudanca-no-inss-quem-trabalha-desde.html' title='Mudança no INSS: Quem trabalha desde cedo ganha'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2898547177717985519</id><published>2011-03-31T12:59:00.001-03:00</published><updated>2011-03-31T13:02:21.910-03:00</updated><title type='text'>Mudança demográfica e crescimento econômico no País</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um seminário, “Mudança demográfica e crescimento econômico no Brasil”, reunirá diversos especialistas na sede do BNDES, Rio de Janeiro, no próximo dia 6 de abril, das 10h às 13h20. O mais recente censo, o de 2010, constata que o Brasil está passando por importante transformação demográfica. Em 1990, a taxa de fecundidade era de 2,8 filhos por mulher, mas em 2010 a taxa já havia caído para 1,9, número bem abaixo da taxa de reposição populacional de 2,1 filhos por mulher. A taxa de crescimento populacional passou de 1,8% em 1990 para apenas 0,9% em 2010. O que chama atenção não é a convergência da fertilidade e da taxa de crescimento populacional para padrões de países desenvolvidos, mas a rapidez com que essa transformação está se dando. A estrutura etária da população brasileira também está mudando rapidamente.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em 1990, 35% da população estavam na faixa de 0 a 14 anos. Essa parcela caiu para 25% em 2010 e deverá ser de apenas 17% em 2025. Já a parcela da população na faixa de 60 anos ou mais era de 7% em 1990, passou para 10% em 2010, e deverá se igualar à parcela da população jovem antes de 2025. Essa mudança demográfica deverá ter profundas repercussões econômicas e impactos para a competitividade da economia e para o crescimento sustentado através do aumento dos custos das aposentadorias e pensões e dos serviços de saúde, da crescente pressão sobre a taxa de poupança e sobre o custo do capital, e da crescente pressão sobre o mercado de trabalho. Para que a economia possa crescer de forma sustentada, será preciso encontrar meios de mitigar os efeitos das pressões demográficas sobre o mercado de trabalho e sobre a competitividade da economia e encontrar meios para financiar os custos dessas mudanças para as finanças públicas.  (Fenaseg) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2898547177717985519?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2898547177717985519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/03/mudanca-demografica-e-crescimento_31.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2898547177717985519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2898547177717985519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/03/mudanca-demografica-e-crescimento_31.html' title='Mudança demográfica e crescimento econômico no País'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-719032257247958550</id><published>2011-03-31T11:39:00.000-03:00</published><updated>2011-03-31T11:47:15.685-03:00</updated><title type='text'>Perícia médica: INSS apresenta nova metodologia</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Afastamentos por menos de 120 dias não precisariam de perícia médica &lt;br /&gt;Nova proposta para a realização de perícias médicas foi apresentada pelo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro Hauschild, ontem (30), ao Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS). “Não é uma proposta definitiva. É um indicativo de que estamos preocupados e estamos discutindo com o CNPS a possibilidade de construir algo melhor para a sociedade”, afirmou o presidente do INSS. &lt;br /&gt;O novo modelo prevê a concessão de auxílio-doença previdenciário, com afastamento de até 120 dias, sem a necessidade da realização de perícia médica. A nova metodologia proposta atinge apenas os segurados obrigatórios (empregado, contribuinte individual, avulso, doméstico e segurado especial) em atividade nos últimos 36 meses antes do requerimento do benefício. Mauro Hauschild explica que o estabelecimento desse prazo se deve ao fato de que 84% dos auxílios-doença têm duração máxima de 120 dias e que, do total de benefícios requeridos, 68% são concedidos administrativamente.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com as novas medidas, 1,1 milhão de perícias iniciais deixariam de ser realizadas anualmente. “Os peritos poderiam ser aproveitados em outras ações, como a revisão de aposentadorias por invalidez e a revisão dos benefícios concedidos via judicial”, ressaltou Hauschild. Ele acrescentou que estudos preliminares indicam que, caso essas revisões fossem feitas, o INSS teria uma economia anual de R$ 1,7 bilhão. &lt;br /&gt;De acordo com a nova proposta feita pelo INSS, o segurado com um atestado de incapacidade, emitido por um médico da rede pública ou particular, agendaria um atendimento na Agência da Previdência Social para lançamento dos dados do atestado no sistema. Em seguida, seria feito um monitoramento por amostragem, via sistema do INSS e, por fim, o reconhecimento do direito, que seria comunicado ao segurado. Os benefícios concedidos também seriam monitorados por amostragem. “Hoje, a informatização do sistema nos dá segurança em termos de monitoramento”, garante Filomena Gomes, diretora de Saúde do Trabalhador do INSS. &lt;br /&gt;Dentre os critérios de segurança do novo modelo proposto, o INSS poderá, a qualquer momento, convocar o titular do benefício para avaliação por peritos do instituto. Além disso, sendo constatadas irregularidades, o INSS responsabilizará o beneficiário e o médico que emitiu o atestado de incapacidade. &lt;br /&gt;Ficam de fora das novas regras os segurados com menos de 35 contribuições, os contribuintes facultativos, os desempregados, os casos de afastamento decorrente de acidente de trabalho e as indicações de afastamento superiores a 120 dias. Todos esses casos continuariam com o modelo atual, ou seja, com a realização de perícias médicas. &lt;br /&gt;Segundo o presidente do INSS, essas medidas foram propostas por causa da insatisfação do segurado com o modelo atual de concessão de benefícios por incapacidade, pela reincidência da violência contra os peritos-médicos e pelo grande número de perícias iniciais realizadas pelo instituto. “Muito se fez pelo atendimento, agora, muito temos a fazer para melhorar os serviços”, declarou Mauro Hauschild.   (Talita Lorena - AgPrev) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-719032257247958550?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/719032257247958550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/03/pericia-medica-inss-apresenta-nova.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/719032257247958550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/719032257247958550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/03/pericia-medica-inss-apresenta-nova.html' title='Perícia médica: INSS apresenta nova metodologia'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-3005320280330096739</id><published>2011-03-18T18:14:00.001-03:00</published><updated>2011-03-18T18:16:44.888-03:00</updated><title type='text'>Aumento da idade mínima reduziria déficit</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para tornar o sistema da Previdência Social mais sustentável, a idade mínima para requerer o benefício deveria aumentar gradativamente ao longo de 20 anos. Essa ideia foi defendida pelo professor da FEA (Faculdade de Economia), da USP (Universidade de São Paulo), Hélio Zylberstajn no debate da quarta-feira (16) do seminário sobre a Previdência, realizado pelo Ministério da Previdência. &lt;br /&gt;O especialista defendeu a ideia de que o aumento gradual da idade mínima diminuiria o deficit do sistema previdenciário. Contudo, segundo o representante do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) no debate, Leonardo Rangel, ainda que o fator previdenciário, em certa medida, estimule os trabalhadores a se aposentarem mais tarde, ocorrem muitas aposentadorias “precoces”. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para evitar esse cenário, Zylberstajn defende a idade mínima como critério para aposentadoria. “A idade mínima para os novos entrantes na Previdência traria efeitos muito positivos em longo prazo”, afirmou o professor, de acordo com a Previdência. Para Rangel, é preciso trocar o fator por uma idade de referência. &lt;br /&gt;O senador Paulo Paim, que também estava no evento, criticou o fator e afirmou ser a favor da instituição da idade mínima e de um sistema que igualasse os direitos previdenciários de servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada. &lt;br /&gt;2050 &lt;br /&gt;Ainda nos debates da última quarta, os especialistas que participaram do primeiro dia do seminário concordaram que a Previdência precisa de mudanças para se tornar mais sustentável. &lt;br /&gt;Os pesquisadores do Ipea apresentaram estimativas demonstrando que, se a Previdência mantiver as regras vigentes, em 40 anos, a população de trabalhadores ativos não conseguirá financiar a população idosa, que será três vezes maior em 2050. &lt;br /&gt;Estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostra que as recentes reformas previdenciárias realizadas pelos países-membros ainda não são suficientes para cobrir o aumento dos custos futuros com os sistemas. O Brasil foi convidado a participar da organização. &lt;br /&gt;Segundo a OCDE, para tornar o sistema previdenciário mais sustentável, os países devem aumentar a idade de aposentadoria para 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres. Os dados mostram que o número de pessoas em idade ativa atingirá seu pico em 2015. E até 2050, esse número deve cair em cerca de 10%. &lt;br /&gt;Apesar desse cenário, a organização acredita que os países devem fazer reformas considerando os impactos aos segurados. Desde 1990, as reformas reduziram os benefícios em cerca de 20%. “Nós não podemos correr o risco de ressurgir idosos pobres no futuro”, disse em nota o secretário-geral da OCDE, Angel Gurria. “Maior idade para se aposentar é somente parte da resposta”, enfatizou.  (InfoMoney/Uol Notícias) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-3005320280330096739?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/3005320280330096739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/03/aumento-da-idade-minima-reduziria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3005320280330096739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3005320280330096739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/03/aumento-da-idade-minima-reduziria.html' title='Aumento da idade mínima reduziria déficit'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6097226709080585459</id><published>2011-03-10T12:18:00.001-03:00</published><updated>2011-03-10T12:22:17.609-03:00</updated><title type='text'>Jovens viúvas na mira da reforma</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Especialistas combatem ´efeito viagra` como solução para reequilibrar o INSS &lt;br /&gt;Depois do fator previdenciário e da idade mínima para aposentadoria, as jovens pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são o novo alvo dos defensores da reforma previdenciária. O benefício vitalício deve chegar, nos próximos meses, à pauta de debates do Congresso Nacional, movimentando uma discussão que envolve R$ 56 bilhões anuais. O benefício por morte corresponde a cerca de 27% dos gastos da Previdência Social com aposentadorias e pensões, sendo fonte de renda para cerca de 6,7 milhões de famílias. Para 57% delas, é o único dinheiro em caixa. No mês de janeiro, a despesa com as pensões foi de R$ 4,6 bilhões - um crescimento de 7% em relação ao volume pago em dezembro do ano passado, que somou R$ 4,3 bilhões.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para especialistas, a aceleração das despesas coloca em xeque as regras, especialmente no que diz respeito às normas aplicadas às pensionistas mais novas. No país, mais de 90% desses benefícios são pagos a mulheres (de todas as faixas etárias), que recebem, em média, pouco mais de um salário mínimo. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, empurrado pelo casamento entre jovens mulheres e homens acima de 55 anos - situação conhecida como ´efeito viagra` -, o tempo de recebimento do benefício saltou para 35 anos - no início dos anos 1990, era de 17 anos -, dando um forte sinal de alerta para o desequilíbrio das contas do INSS. &lt;br /&gt;´Sei que esse debate sobre as pensões será feito no Congresso. O que defendo é que as regras sejam para favorecer a justiça. Sabemos que existem casamentos apenas para fim de recebimento do benefício. A questão é muito delicada`, reconhece o senador Paulo Paim, que tem estado à frente de discussões não menos polêmicas em torno do tema, como a do fator previdenciário. &lt;br /&gt;O Brasil é um dos únicos países em que as pensões são pagas integralmente, sem limites, e, por isso, chega a ser apontado como flexível e generoso. ´Não há sistema que consiga se manter com uma dependência que pode chegar aos50 anos`, critica o procurador federal e especialista em direito previdenciário Miguel Horvath. Ele defende a quebra do benefício vitalício para viúvas mais novas e vê com bons olhos a limitação do tempo a prazos curtos, como cinco anos. ´Para uma mulher jovem, seria razoável receber o benefício até que pudesse retornar ao mercado de trabalho.` &lt;br /&gt;Proposta de limite de aposentadoria &lt;br /&gt;Outra proposta que ganha força, para equilibrar as despesas no tempo, é a limitação do benefício a percentuais que diminuam ou aumentem conforme a idade. O indicador também levaria em consideração se a viúva dispõe de outra fonte de renda, como salário ou aposentadoria. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que mais da metade delas, ou 57%, têm a pensão como única fonte de renda. Outras 22% trabalham e recebem o benefício, 17% recebem também aposentadoria e apenas 5% somam à pensão salário e aposentadoria.  (Marinella Castro - Diário de Pernambuco-09.03) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6097226709080585459?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6097226709080585459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/03/jovens-viuvas-na-mira-da-reforma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6097226709080585459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6097226709080585459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/03/jovens-viuvas-na-mira-da-reforma.html' title='Jovens viúvas na mira da reforma'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1858828112224431348</id><published>2011-02-26T20:45:00.000-03:00</published><updated>2011-02-26T20:52:07.602-03:00</updated><title type='text'>Postalis 30 anos</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hoje, 26 de Fevereiro de 2011, o Postalis está completando 30 anos, data que simboliza o inicio de sua fase adulta. São 30 anos garantindo aos seus participantes, benefícios para garantir uma vida melhor no período de inatividade. Hoje tem 12 mil participantes assistidos pelo nosso instituto, em gozo de benefícios.&lt;br /&gt;Temos defendido uma política permanente de Educação Previdenciária para que os trabalhadores ecetistas, entendam a importância da Previdência Complementar na vida do trabalhador. Infelizmente! Ainda há um grande número de trabalhadores, novos e antigos, que só olham para o nosso instituto como instituição de empréstimo, o que confirma a ausência de uma conscientização previdenciária. Os Fundos de Pensão tem como objetivo, garantir aos participantes, na inatividade, o mesmo padrão de vida da ativa, através da complementação. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hoje, podemos dizer que o POSTALIS, em que pese às dificuldades enfrentadas no decorrer dos seus trinta anos, tem se consolidado e, ostenta lugar de destaque no mundo dos Fundos de Pensão. Passos importantes foram dados com a lei 108 e 109 em 2001, tanto no aspecto da governança como no da democratização dos fundos. Foi a partir das citadas leis que conseguimos a participação de representantes dos participantes no Conselho deliberativo e Fiscal do instituto. &lt;br /&gt;Apesar dos avanços, temos ainda muito que fazer para tornarmos o nosso instituto uma ferramenta de Recurso Humano adequada para nós ecetistas. O plano de previdência Postalprev, carece de melhorias e ajustes técnicos; o estatuto precisa de mudanças que aponte para uma maior democratização, e, a direção do instituto precisa exercitar uma real aproximação com os participantes, em especial nas prestações de contas, que devem ser feitas às entidades sindicais, a exemplo do que é praticado pelos demais fundos.&lt;br /&gt;Falar de democracia é exigir uma abertura real, onde as partes envolvidas tenham a garantia de participação e gestão. Hoje, apesar da nossa participação nos Conselhos do POSTALIS, não é suficiente para fazermos com que o olhar do participante tenha reflexo na entidade. Precisamos ousar, temos que lutar para garantirmos a nossa participação, também, na direção do instituto.&lt;br /&gt;Finalizando, afirmar que o POSTALIS É NOSSO, e que, por esse motivo, exige de nós um tratamento diferenciado, para que agente possa comemorar com carinho os próximos 60, 90, 120 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns POSTALIS, parabéns participantes ecetistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rogério Ubine&lt;br /&gt;Reginaldo Chaves&lt;br /&gt;Conselheiros Eleitos&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1858828112224431348?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1858828112224431348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/postalis-30-anos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1858828112224431348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1858828112224431348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/postalis-30-anos.html' title='Postalis 30 anos'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5207454074870143766</id><published>2011-02-23T17:13:00.000-03:00</published><updated>2011-02-23T17:15:15.300-03:00</updated><title type='text'>Previ ganha na Justiça</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Num precedente que pode afetar 90 mil associados da Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu ganho de causa à caixa de previdência numa ação movida por dez aposentados do Rio de Janeiro. O processo discute a distribuição de valores resultantes de um superávit acumulado de R$ 34,8 bilhões em 2006, graças a um bom desempenho da Previ na bolsa de valores durante três anos consecutivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei Complementar nº 109, de 2001, determina que, após três anos consecutivos de superávit, os fundos de pensão devem tomar algumas medidas. Ao menos 25% desse excedente tem que ficar guardado, como forma de contingência para os benefícios que serão pagos ao longo do tempo. O restante deve entrar numa reserva especial, a partir da qual é feita uma revisão dos benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Previ fez isso a partir de 2007: com dinheiro de sobra em caixa, suspendeu as contribuições dos participantes e do próprio patrocinador, o Banco do Brasil. A medida se refere ao chamado Plano 1, o plano de benefícios definidos, que envolve cerca de 120 mil funcionários que entraram no banco até 1997. Além de interromper o pagamento de contribuições, a Previ aumentou os benefícios - em revisões que atingiram 100% dos participantes do mesmo plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, o fundo de pensão criou o Benefício Especial de Renda Certa, que atingiu somente os funcionários que contribuíram para o plano por mais de 30 anos enquanto ainda permaneciam na ativa (ou seja, pagaram contribuições por 35, ou mesmo 40 anos, enquanto o período mínimo para a aposentadoria integral é de 30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Previ argumenta que o objetivo do Renda Certa é corrigir uma injustiça. Isso porque na hora da aposentadoria, o benefício recebido pelo associado é calculado com base na contribuição durante os 30 anos - mesmo para os funcionários que contribuíram por mais tempo. O Renda Certa distribuiu quantias entre esses associados, deixando de fora os que se aposentaram proporcionalmente, ou seja, antes dos 30 anos de contribuição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os aposentados ressaltam que continuaram a fazer as contribuições para o fundo mesmo quando se tornaram inativos, pois o estatuto da Previ determina que os participantes devem contribuir de forma vitalícia. Segundo o advogado Wagner Gusmão Reis Júnior, do escritório Fernando Fernandes Advogados, que atuou na ação, os aposentados também foram responsáveis pela formação do superávit e, portanto, teriam o direito de participar das distribuições resultantes dele. O advogado diz que a Previ violou o princípio da isonomia ao deixar esses aposentados de fora do Renda Certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso julgado pelo STJ - o primeiro a chegar a essa instância - envolve dez aposentados do Rio, que haviam conseguido decisões favoráveis em primeira e segunda instância. A Previ entrou com um recurso no STJ e conseguiu dar uma reviravolta no caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não há de se dispensar tratamento formalmente igualitário a todos, como se todos se equivalessem - mas diferenciado aos desiguais na medida de suas desigualdades", declarou o ministro Luis Felipe Salomão, relator da ação do STJ, ao anunciar seu voto, seguido por unanimidade pela 4ª Turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro ressaltou que, no regime de capitalização da previdência complementar fechada, cada associado recebe benefícios segundo o tempo de contribuição e o valor que contribuiu. Ele também frisou a relevância do assunto, que envolve o maior fundo de pensão do país e já resulta numa enxurrada de ações na Justiça. Além do Rio, existem processos semelhantes em outros oito Estados - chegando um total de mil pensionistas e aposentados que já processaram a Previ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o julgamento, os ministros chegaram a propor uma uniformização de interpretação na Corte. Mas o ministro Aldir Passarinho ponderou que se aguardasse, pois essa é a primeira decisão sobre o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Advogados avaliam que o julgamento tem um impacto relevante na área, por tratar de uma matéria recente e envolver o maior fundo de pensão do país. "Não existem muitos precedentes dos tribunais sobre a distribuição de superávits pelos fundos de pensão", diz a advogada Juliane Barbosa dos Santos, do Demarest &amp; Almeida Advogados, lembrando que a regulação do tema ainda é controversa e causa dúvida nas empresas. "E toda decisão envolvendo a Previ é emblemática, com um impacto que se alastra para outros fundos de pensão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado João Marcelo dos Santos, sócio da área de seguros e previdência do Demarest, acrescenta: "A decisão do STJ é importante porque tira um pouco esse medo da impossibilidade jurídica de distribuir o superávit".  (Valor)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5207454074870143766?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5207454074870143766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/previ-ganha-na-justica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5207454074870143766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5207454074870143766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/previ-ganha-na-justica.html' title='Previ ganha na Justiça'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2165519741254394059</id><published>2011-02-21T21:03:00.001-03:00</published><updated>2011-02-21T21:05:35.658-03:00</updated><title type='text'>Jornais anunciaram a substituição do atual Superintendente da PREVIC</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se confirmado o novo nome, o superintendente a ser nomeado virá dos quadros de um grande banco brasileiro, controlador de grande empresa aberta de previdência que administra planos PGBL, VGBL e outros produtos de seguridade. Para cuidar do sistema fechado de previdência complementar, um executivo ligado às operadoras de planos abertos. Nomeia-se um concorrente para cuidar de um segmento estagnado, cujo número de participantes permanece o mesmo – 2,6 milhões há mais de uma década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A nomeação pode selar de vez o entendimento dominante no governo e em representantes do setor, de que os planos de previdência complementar devem ser cada vez mais flexíveis e parecidos com ordinárias aplicações financeiras, sem mutualismo nem benefícios vitalícios nem cobertura de risco. A ANAPAR vem criticando insistentemente a orientação da atual Superintendência, que não espelha os desejos dos participantes e de grande parte dos profissionais e dirigentes que atuam nas entidades fechadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os participantes esperavam que, desta vez, o Governo fosse apostar no renascimento dos planos fechados. Infelizmente, o sinal é inverso. Ainda não se percebeu que as entidades fechadas, principal fonte de poupança existente no mundo, podem ser parceiras de projetos de desenvolvimento e investidoras de longo prazo. Ao contrário das abertas, voltadas para aplicações de curto prazo e liquidez imediata. É preciso incentivar as entidades fechadas, caso se queira implantar no Brasil um projeto de crescimento econômico sustentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esta não é a única crítica levantada pela ANAPAR. A Superintendência tem deixado a desejar na defesa dos direitos dos participantes, ao aprovar mudanças de regulamentos e estatutos que atendem aos interesses das patrocinadoras e contrariam os anseios dos participantes. Os exemplos mais gritantes são as várias retiradas de patrocínio sem oferecer garantias para os benefícios dos participantes e obrigando a extinção dos planos. Em vez de proteger os participantes, como manda a lei, a PREVIC apóia as patrocinadoras em seu intento de eliminar despesas com previdência complementar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANAPAR espera do órgão responsável pela supervisão do sistema uma postura republicana, eqüidistante entre as partes conflitantes. Não é o que se observa. Hoje se nota interferência freqüente de patrocinadoras, consultorias ligadas aos patrocinadores e outros agentes patronais nas decisões do órgão fiscalizador. A visão do participante e de suas entidades representativas poucas vezes é levada em consideração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANAPAR espera que o processo de renovação possa rever a postura dominante e aproxime a PREVIC do participante, já que sem ele não existe previdência complementar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2165519741254394059?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2165519741254394059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/jornais-anunciaram-substituicao-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2165519741254394059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2165519741254394059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/jornais-anunciaram-substituicao-do.html' title='Jornais anunciaram a substituição do atual Superintendente da PREVIC'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2652108778779754963</id><published>2011-02-17T19:28:00.001-03:00</published><updated>2011-02-17T19:33:35.252-03:00</updated><title type='text'>Os fundos de pensão e o investimento responsável no Brasil</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desde a década de 90, os fundos de pensão têm sido agentes ativos na busca do aprimoramento da governança corporativa de seus investimentos. &lt;br /&gt;Esse movimento, a partir da década seguinte, foi intensificado e ampliado buscando incorporar também os impactos sociais e ambientais dos negócios, questões fundamentais para a sustentabilidade dos ativos investidos. Estes três pilares - o ambiental, o social e a governança (ESG, environmental, social and governance) - são a base da prática do investimento responsável. &lt;br /&gt;Um exemplo marcante desse ativismo e da crescente importância do tema para os fundos de pensão e outros investidores institucionais ao redor do mundo é a criação da iniciativa "Princípios para o Investimento Responsável" (ou PRI - Principles for Responsible Investment).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No inicio de 2005, a Organização das Nações Unidas (ONU) convidou representantes de 20 investidores institucionais (na maioria fundos de pensão) oriundos de 12 países, incluindo o Brasil, para, apoiados por diversos especialistas, se unirem em um processo de desenvolvimento de princípios de responsabilidade social, ambiental e de governança nos investimentos. &lt;br /&gt;Como consequência, foi criada a iniciativa denominada PRI. Trata-se de uma rede internacional de instituições ligadas à cadeia de investimentos que, por meio de adesão voluntária, se comprometem com a incorporação das questões sociais, ambientais e de governança corporativa às práticas de análise, decisão e gestão de seus investimentos. &lt;br /&gt;Desde o seu lançamento oficial em Nova Iorque, em 2006, o PRI vem apresentando rápida expansão em todo mundo. Atualmente conta com 876 adesões, cujas instituições em conjunto administram mais de US$ 25 trilhões. No Brasil existem atualmente 46 signatários, dentre eles 15 fundos de pensão que são responsáveis por cerca de 60% dos recursos administrados em seu segmento no país. &lt;br /&gt;O grupo de signatários locais do PRI tem atuado em diversas frentes com o objetivo de ampliar esse movimento. Além do esforço para divulgar a iniciativa em diferentes fóruns de investidores e gestores, uma das principais metas do grupo é a construção conjunta de métricas que incorporem de forma objetiva tais questões na avaliação dos ativos. &lt;br /&gt;Em paralelo, buscando ampliar a transparência das empresas brasileiras com relação às suas práticas voltadas para o tema, o grupo de signatários está desenvolvendo diversas ações de engajamento visando estimular a adoção de relatórios de sustentabilidade, focando em um primeiro momento nas empresas listadas no IBrX-100. &lt;br /&gt;Recentemente, um grupo específico de fundos de pensão foi criado dentro da rede de relacionamento local do PRI para discutir a ampliação da inserção do tema em suas políticas de investimentos. Por meio do compartilhamento de informações e da busca de referências internacionais do PRI, tem-se o objetivo de identificar as melhores práticas de investimentos responsáveis nas diferentes classes de ativos atualmente investidos por esses fundos. &lt;br /&gt;Diversos fundos de pensão já adotam práticas de investimento responsável que vão muito além dos investimentos nos fundos temáticos de sustentabilidade. Utilizam metodologias de triagem positiva e negativa na seleção de ativos tendo com base critérios de ESG, incluem esses critérios também em suas matrizes setoriais, nos processos de seleção de gestores para as carteiras terceirizadas, no engajamento direto nas empresas investidas, nos investimentos imobiliários ("green building"), entre outras medidas. &lt;br /&gt;Está claro, entretanto, que dentre os fundos de pensão existem instituições em diferentes estágios no processo de incorporação das práticas de investimentos responsáveis, mas com a inclusão de referências a essas práticas na Resolução BACEN/CMN 3792, que regula os investimentos dos fundos de pensão no Brasil, o tema entrou na agenda do setor. &lt;br /&gt;Esperamos um dia não mais usarmos o termo investimento responsável e que toda e qualquer prática de investimento, adotada por qualquer agente do mercado, considere naturalmente, como característica intrínseca ao processo, a incorporação das questões ambientais, sociais e de governança.  (Rafael Soares Ribeiro de Castro - Valor Online) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2652108778779754963?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2652108778779754963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/os-fundos-de-pensao-e-o-investimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2652108778779754963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2652108778779754963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/os-fundos-de-pensao-e-o-investimento.html' title='Os fundos de pensão e o investimento responsável no Brasil'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4791321110171287577</id><published>2011-02-17T18:34:00.002-03:00</published><updated>2011-02-17T18:41:32.124-03:00</updated><title type='text'>Previc aprova a divisão do superávit da Previ</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), aprovou, em última instância, a utilização de R$ 15 bilhões do superavit acumulado entre 2007 e 2009 pelo Plano 1, o mais antigo da Caixa de Funcionários do Banco do Brasil (Previ). O dinheiro será repartido entre os participantes do plano e o patrocinador, no caso, o Banco do Brasil (BB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida altera o regulamento do Plano de Benefícios 1 e implementa a divisão dos R$ 15 bilhões em dois fundos de R$ 7,5 bilhões para cada parte. Esta divisão foi proposta em Memorando de Entendimento assinado em novembro do ano passado entre o BB, diretores da Previ e entidades representativas dos participantes associados do Plano 1, que reúne 120 mil aposentados e funcionários da ativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve uma consulta e depois uma votação, entre 9 e 15 de dezembro do ano passado, em que a proposta de divisão do superávit foi amplamente aprovada pelos funcionários ativos e inativos da fundação do BB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Depois da proposta protocolada e aprovada pela Previc, a medida não tem retorno. Os funcionários, no caso os aposentados e pensionistas do Plano 1, serão os primeiros beneficiados com a distribuição dos recursos do superávit, como com a manutenção da suspensão das contribuições por três anos. A medida é extensiva ao patrocinador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, os participantes gozarão da elevação do benefício mínimo de 40% para 70% (do valor de referência usado para as pensões) e também receberão um Benefício Especial Temporário (BET) correspondente a um aumento de 20% sobre as pensões recebidas, inclusive sobre o novo valor do piso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso dos 87 mil aposentados e pensionistas do Plano 1, eles terão creditados, até sexta-feira, o primeiro crédito correspondente a 14 parcelas (as 12 previstas em proposta do Memorando e mais duas correspondentes a janeiro e fevereiro de 2011) e as demais serão creditadas junto com as respectivas folhas de pagamento, no dia 20 de cada mês. O BET foi projetado para durar cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo percentual do BET será extensivo aos participantes da ativa (em torno de 37 mil) e creditado em conta individual dos seus complementos Previ, para saque único quando se aposentarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte do Banco do Brasil será contabilizada como crédito no balanço, porém não representará entrada de recursos. Os recursos ficarão numa conta na Previ para abatimento de futuras contribuições do banco como patrocinador do fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" A destinação do superávit foi construída com diálogo e bom sendo entre entidades representativas, patrocinadora e a própria Previ. Conseguimos atender às expectativas dos associados por melhorias nos benefícios e, ao mesmo tempo, mantivemos a solvência e a solidez do Plano 1, com um patrimônio robusto", disse o presidente da Previ, Ricardo Flores, ao comentar a decisão da Previc. (Valor)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4791321110171287577?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4791321110171287577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/previc-aprova-divisao-do-superavit-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4791321110171287577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4791321110171287577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/previc-aprova-divisao-do-superavit-da.html' title='Previc aprova a divisão do superávit da Previ'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1841652526400720957</id><published>2011-02-14T11:40:00.001-03:00</published><updated>2011-02-14T11:43:38.506-03:00</updated><title type='text'>Banco Santos faliu por erros do BC</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hoje, está patente que não houve "rombo bilionário" algum na instituição e que isso foi apenas um pretexto para a intervenção do Banco Central &lt;br /&gt;Uma das notícias mais repetidas em 2004 foi a intervenção e falência do Banco Santos, motivadas por um "rombo" de R$ 2,2 bilhões. Seis anos depois, as contas do Banco Central (BC) foram corrigidas pela vida real. Do tal "rombo" de R$ 2,2 bilhões, o administrador da massa falida já arrecadou R$ 1,2 bilhão e receberá outros R$ 200 milhões em pagamentos a prazo. &lt;br /&gt;Esses valores, mais R$ 700 milhões em descontos concedidos pelo administrador da massa aos devedores, perfazem R$ 2,1 bilhões. Além disso, corre na Justiça a cobrança de outros R$ 3 bilhões que irão engordar o caixa da massa falida em benefício dos credores -já existem sentenças favoráveis em 1ª e 2ª instâncias. &lt;br /&gt;Debitando-se R$ 500 milhões em debêntures de empresas holding do Banco Santos -Procidpar e Procid Invest-,são R$ 4,6 bilhões positivos, a demonstrar que a intervenção e a falência foram indevidas.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Então, que "rombo" foi esse, em que os créditos do Banco Santos eram de R$ 4,6 bilhões e os débitos eram de R$ 2,2 bilhões? O "rombo" era só uma farsa. &lt;br /&gt;Uma rápida cronologia: em maio de 2004, o BC instalou cerca de 30 fiscais no Banco Santos. Esse fato foi amplamente divulgado pela imprensa e assustou o mercado. Houve uma série de saques de clientes. &lt;br /&gt;Em novembro, mesmo com caixa positivo, o Banco Santos recorreu ao redesconto, solicitando R$ 700 milhões para suportar novos saques. Mas o Banco Central recusou o desembolso e, três dias depois, interveio no banco, que era saudável e tinha caixa positivo. &lt;br /&gt;Hoje, está patente que não houve "rombo bilionário" algum na instituição e que isso foi mero pretexto para a intervenção. Não maquiei balanços, não desviei recursos nem fiz "lavagem de dinheiro". &lt;br /&gt;Sempre acreditei e acreditarei na Justiça, que começa a mostrar, por meio de centenas de sentenças favoráveis, que a razão estava do meu lado. As informações erradas do BC e do interventor -materializadas no "Relatório Vânio"- levaram a uma ação de responsabilidade na falência que determinou que os 22 diretores do Banco Santos paguem à massa falida R$ 2,2 bilhões. &lt;br /&gt;O "Relatório Vânio" e suas desastrosas previsões não se concretizaram. O então interventor e liquidante é o mesmo funcionário do Banco Central que hoje, no papel de administrador judicial, fiscaliza a si próprio. Não defende os credores, só os devedores. &lt;br /&gt;A maioria dos devedores só começou a ser cobrada dois a três anos após a intervenção e pagou com descontos -que chegavam a 75% para grandes empresas. Descontos dessa grandeza não encontram paralelo no mundo dos negócios, pois eram dívidas contraídas por empresas de porte e com boa saúde financeira. &lt;br /&gt;Para adiar o pagamento das suas dívidas, tais empresas alegaram falsamente na Justiça que, para obter os empréstimos, eram "obrigadas" a aplicar em papéis de empresas vinculadas ao Banco Santos ou ao seu controlador. &lt;br /&gt;Hoje, já há centenas de sentenças judiciais rejeitando a falácia e obrigando tais empresas a quitar suas dívidas com a massa falida. Por sua vez, os principais credores do Banco Santos, incluindo vários fundos de pensão, entraram com ações judiciais contra os acordos que deram descontos de até 75% aos devedores. &lt;br /&gt;Por outro lado, recursos externos que entraram no Brasil e estavam registrados legalmente no Banco Central foram, irresponsavelmente, apontados pela Justiça Federal como oriundos do Banco Santos. &lt;br /&gt;A Justiça concluirá que se trata de mais uma invenção do então interventor e hoje administrador judicial da massa falida. &lt;br /&gt;Quanto ao recentíssimo despejo de minha esposa Marcia Costa Cid Ferreira e de nossa família da casa de propriedade dela, na rua Gália, 120, onde vivemos há 23 anos, é cedo demais para comentá-lo, pois a decisão final cabe à Justiça.   (EDEMAR CID FERREIRA - Folha de S.Paulo) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1841652526400720957?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1841652526400720957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/banco-santos-faliu-por-erros-do-bc.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1841652526400720957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1841652526400720957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/banco-santos-faliu-por-erros-do-bc.html' title='Banco Santos faliu por erros do BC'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1553130948367685862</id><published>2011-02-14T11:30:00.001-03:00</published><updated>2011-02-14T11:34:11.347-03:00</updated><title type='text'>Nova reforma do sistema previdenciário divide opiniões</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estudo da consultora do Senado Meiriane Amaro reacende debate sobre a necessidade ou não de uma nova mudança nas regras para concessão de aposentadoria pelo INSS. A tese de que o envelhecimento da população deixa as contas no vermelho é rebatida pela interpretação de que o déficit da Previdência é um mito &lt;br /&gt;Um estudo elaborado pela Consultoria Legislativa do Senado reacende um dos mais espinhosos debates do país. Afinal, uma nova reforma da Previdência é necessária ou não? &lt;br /&gt;Segundo o documento, nos últimos 21 anos a despesa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) triplicou seu peso relativo na economia, passando a comprometer 7,2% do produto interno bruto (PIB). Com isso, metade da receita líquida da União destina-se hoje à Previdência (servidores inativos e INSS) e ao pagamento de benefícios assistenciais de prestação continuada. &lt;br /&gt;Para a autora do estudo, a consultora legislativa Meiriane Nunes Amaro, os números servem de alerta para a necessidade de uma reforma no setor. Especialista em previdência, tendo atuado como assessora direta dos relatores das reformas de 1998 (governo Fernando Henrique) e 2003 (governo Lula), Meiriane reconhece que o tema é polêmico, com multidões de adversários e pífia quantidade de defensores. &lt;br /&gt;Por seu potencial de restringir direitos e vantagens, a reforma da Previdência é pouco citada entre as necessárias para o país, mas, na avaliação da consultora, talvez se revele a mais urgente. Segundo ela, o Brasil, embora jovem, tem despesa previdenciária semelhante à de países com população envelhecida, como o Reino Unido. Com uma diferença: esses países enriqueceram antes de envelhecer.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As previsões sobre crescimento populacional acendem a luz vermelha no sistema. De acordo com Meiriane, a proporção de idosos (com mais de 60 anos) na população total do Brasil triplicará nos próximos 40 anos, passando de 6,8% para 22,7%. &lt;br /&gt;— O impacto desse envelhecimento é enorme — avalia. &lt;br /&gt;Como a Previdência brasileira se pauta pelo regime de repartição, a população em idade ativa sustenta a inativa. Isso significa que o número de pessoas ativas que sustentam cada aposentado ou pensionista deve cair dos atuais 6,45 para 1,9 em 2050, calcula a consultora. &lt;br /&gt;— Em outras palavras, haverá cada vez menos pessoas trabalhando e sustentando o crescente número de idosos no Brasil — resume. &lt;br /&gt;A consultora adverte que, se nada for feito agora, as despesas previdenciárias explodirão, "comprometendo o futuro das próximas gerações de brasileiros". O Brasil não envelhece sozinho, e várias nações já se encontram em situação crítica, mas estão reformulando seus sistemas. &lt;br /&gt;— É melhor aumentar agora os anos de contribuição em relação aos de aposentadoria, bem como reduzir um pouco a taxa de reposição do benefício em relação ao salário, do que ser forçado daqui a alguns anos a elevar muito as contribuições sociais e diminuir drasticamente o valor dos benefícios previdenciários. &lt;br /&gt;As experiências desses países, acrescenta, constituem importantes ensinamentos. Em primeiro lugar, as aposentadorias nos países avançados se dão em idades bem maiores do que as de aposentadoria por tempo de contribuição dos trabalhadores brasileiros da iniciativa privada (em média, 54 anos para homem e 52 para mulher). Esses países também reduzem benefícios concedidos antes da idade mínima, mesmo que preenchido o requisito de tempo de contribuição. &lt;br /&gt;— Aqui, mesmo considerando a aplicação do fator previdenciário [que é um redutor do valor da aposentadoria em relação ao salário da ativa], um homem na mesma situação não terá qualquer perda monetária. Ou seja, sua aposentadoria equivalerá a 100% do salário. &lt;br /&gt;Idade &lt;br /&gt;Outra distorção apontada por Meiriane é quanto à aposentadoria por idade (aos 65 anos), para a qual se exigem apenas 15 anos de contribuição. Ela dá um exemplo: um homem que espere 50 anos para começar a contribuir para a Previdência Social poderá se aposentar aos 65 anos e receber o benefício por mais 16,3 anos, em média (considerando-se a expectativa de vida do brasileiro). No caso da mulher, seriam 15 anos de contribuição versus 19,1 anos de recebimento do benefício. &lt;br /&gt;— É fácil perceber que a conta não fecha e será cada vez mais inconsistente, em vista dos prognósticos populacionais — acrescenta. &lt;br /&gt;No caso da pensão, segundo a consultora, a situação é ainda mais discrepante. Não há nenhuma limitação relacionada ao tempo de casamento ou união, nem à renda do cônjuge sobrevivente, ao período de recebimento ou ao seu acúmulo. &lt;br /&gt;— Como resultado, nosso gasto com pensões é tão significativo que representa o segundo maior na estrutura de despesas do INSS e, em termos de participação no PIB, representa o triplo da média internacional. &lt;br /&gt;Salário mínimo &lt;br /&gt;Mas, diz Meiriane, é na indexação do piso previdenciário ao salário mínimo que está o maior propulsor da elevação das despesas com benefícios. Entre 1995 e 2010, o mínimo teve aumento real de 122%. &lt;br /&gt;Ela explica que, por ser vinculado ao mínimo, o piso da Previdência Social elevou-se na mesma proporção. Situação idêntica aconteceu com os benefícios da assistência social, igualmente atrelados ao mínimo. &lt;br /&gt;Como dois em cada três segurados recebem o piso, Meiriane calcula, para cada R$ 1 de aumento do mínimo, uma elevação de despesas com aposentadorias e pensões da ordem de R$ 198 milhões, contra um acréscimo de receitas de apenas R$ 14 milhões — portanto, déficit de R$ 184 milhões. Acrescentando-se a esse total os gastos com assistência social, ela conclui que o déficit do INSS cresce R$ 230 milhões a cada R$ 1 de elevação do mínimo.   (Jornal do Senado) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1553130948367685862?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1553130948367685862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/nova-reforma-do-sistema-previdenciario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1553130948367685862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1553130948367685862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/nova-reforma-do-sistema-previdenciario.html' title='Nova reforma do sistema previdenciário divide opiniões'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-3412394791872961173</id><published>2011-02-08T10:45:00.000-03:00</published><updated>2011-02-08T10:48:55.927-03:00</updated><title type='text'>INSS: Erro que assombra bolso dos segurados</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por falha no sistema, INSS pagou cerca de R$ 66 milhões a mais em benefícios a 80 mil pessoas. Instituto quer reaver dinheiro, mas avalia casos antes de cobrar ressarcimento &lt;br /&gt;Cerca de 80 mil segurados do Instituto Nacional do Seguro Social estão na corda bamba. Eles receberam, recentemente, cerca de R$ 66 milhões em auxílio-doença, um benefício temporário da Previdência Social, concedido às pessoas que ficam momentaneamente incapacitadas para o trabalho. Outros estão recebendo aposentadoria por invalidez. Só depois do pagamento feito é que a Previdência descobriu ter pago além do devido. Por um erro do sistema ocorreu a duplicação dos vínculos empregatícios, o que gerou um acréscimo na apuração do salário e, consequentemente, um valor maior dos benefícios. Em muitos casos, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chegou a pagar o dobro do devido. A questão agora é como receber de volta o que foi pago por engano sem, no entanto, prejudicar os segurados. &lt;br /&gt;Segundo a Previdência Social, o problema começou em 2004, foi descoberto em 2008, mas só agora — com o pedido de devolução — começa a ser corrigido. Mas, até para justificar o pagamento a mais, o ministério teve que tomar a iniciativa de avisar aos segurados. As cartas com a comunicação foram postadas a partir de 4 de janeiro, com o INSS solicitando aos beneficiários que compareçam a uma agência da Previdência Social para se justificar. Se a defesa for considerada insuficiente, será aberto um prazo de 30 dias para recurso. A decisão pela cobrança ou não dos valores recebidos a mais pelos segurados será feita caso a caso e dependerá de parecer da Advocacia-Geral da União, por meio da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Especialistas em direito previdenciário, no entanto, tranquilizam os segurados que se encontram nessa situação. Eles alegam que os benefícios previdenciários possuem caráter alimentar, ou seja, são usados para fim de sobrevivência e, portanto, servem como substitutivo de renda. Na avaliação desses especialistas, a Previdência estaria cometendo uma ilegalidade caso venha a cobrar a devolução dos valores pagos a mais. &lt;br /&gt;A especialista em Direito Previdenciário do escritório Alino&amp;Roberto e Advogados, Marcelise Azevedo, conta que em São Paulo os segurados, apavorados com a carta do INSS, já estão procurando advogados. “Na carta enviada, o INSS está exercendo seu direito de ‘repetir’ (exigir de volta) a diferença do benefício pago a mais. O órgão-sede, em Brasília, emitiu uma orientação administrativa que determinou a cobrança junto às superintendências regionais desses valores a maior em razão do equívoco do sistema”, avalia Marcelise. A advogada aconselha as pessoas que receberam o comunicado a procurar auxílio jurídico. Uma outra medida seria entrar com mandado de segurança na Justiça Federal recusando a devolver a porção a mais. “O ponto a favor dos segurados é que eles receberam o valor a mais de boa-fé, achando que esse era o correto.” &lt;br /&gt;AUXÍLIO-DOENÇA &lt;br /&gt;O Ministério da Previdência Social informou que o auxílio-doença representa cerca de 80% dos 79.846 casos de revisão dos benefícios por incapacidade que foram pagos acima do valor correto. E que este grupo de segurados corresponde a 0,4% do total de benefícios por incapacidade concedidos no período (17,9 milhões). Entre as pessoas com auxílio-doença notificadas há casos de quem recebeu o benefício por alguns meses ou até mais de um ano. Por essa razão, não há precisão na soma dos valores de todos os benefícios duplicados ou simplesmente a mais. &lt;br /&gt;O professor de legislação previdenciária e ex-diretor de Benefícios do INSS, Sebastião Faustino, explica que segurados que se enquadram nesse tipo de benefício geralmente o recebem por um período de seis meses a um ano, mas há exemplos de quem recebeu por até três anos. “A partir da criação do fator previdenciário (uma fórmula de cálculo do valor da aposentadoria, que leva em consideração a idade e o tempo de contribuição do segurado), em 1997, houve um aumento nos pedidos de auxílio-doença”, lembra Faustino. &lt;br /&gt;DEFESA &lt;br /&gt;O parecer da AGU que dirá se os valores de benefícios pagos a mais ou em dobro vão ou não ser devolvidos, em parcelas ou debitados em conta, vai aguardar primeiro a identificação de todas as defesas dos segurados. Segundo o Ministério da Previdência, depois de um prazo de 10 dias, após o recebimento da carta, para defesa junto às agências do INSS, os beneficiados que não quiserem devolver o dinheiro recebido ou que tiveram a defesa indeferida, ainda contarão com mais 30 dias para entrar com recurso. &lt;br /&gt;O procurador federal do INSS, Alessandro Estefanuto, faz questão de frisar que a Previdência não está instaurando “clima de terrorismo” com seus segurados e que em momento algum houve cobrança de devolução dos valores pagos a mais. “Precisamos saber quais as reais situações dessas pessoas para conhecer quais os efeitos jurídicos. Mesmo porque, o fato de termos notificado a pessoa por vínculo empregatício duplicado não quer dizer que ela recebeu o benefício dobrado”, explicou. Ainda de acordo com o ministério, à medida em que os segurados nessa situação forem prestando informações à Previdência, os casos serão analisados individualmente.   (Vânia Cristino e Cristiano Zaia - Estado de Minas) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-3412394791872961173?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/3412394791872961173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/inss-erro-que-assombra-bolso-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3412394791872961173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3412394791872961173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/inss-erro-que-assombra-bolso-dos.html' title='INSS: Erro que assombra bolso dos segurados'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8377924573886022882</id><published>2011-02-07T21:29:00.000-03:00</published><updated>2011-02-07T21:40:15.824-03:00</updated><title type='text'>Perigosas aposentadorias</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Envelhecimento acelera pedidos de benefícios por servidores. Órgãos de excelência como BC e Receita perderão parte significativa de seus quadros nos próximos anos &lt;br /&gt;Reflexo direto do envelhecimento da máquina, a concessão de aposentadorias a servidores do Executivo federal atingiu, no ano passado, um pico só comparável ao de 2003, data da última reforma previdenciária baixada pelo governo. Até novembro, conforme o Ministério do Planejamento, 13.146 pessoas requisitaram o benefício. Há oito anos, quando a burocracia temeu os efeitos das mudanças no sistema, houve uma corrida em massa e o saldo foi de 17.946 pedidos. &lt;br /&gt;O setor público convive com baixas cada vez mais expressivas de funcionários. E o aumento na quantidade de inativos é um fenômeno que vem sendo monitorado de perto pelos departamentos de pessoal da Esplanada dos Ministério e, sobretudo, pela Secretaria de Recursos Humanos (SRH). As previsões oficiais apontam para um cenário preocupante nos próximos três anos, período em que uma parcela considerável do funcionalismo reunirá pré-requisitos suficientes para deixar o quadro. &lt;br /&gt;Na administração direta (ministérios), o montante de ativos está perigosamente próximo ao de aposentados: 248 mil contra 210 mil. Na indireta (autarquias e fundações), a situação é um pouco melhor, mas ainda longe da ideal. Em um ano em que a presidente Dilma Rousseff promete conter o avanço do gasto público - em especial as despesas com o funcionalismo -, cortar recursos voltados à contratação de pessoal pode comprometer engrenagens essenciais ao Estado. Alguns ministérios e autarquias chegaram a enviar relatórios detalhados à ministra do Planejamento, Miriam Belchior, advertindo que, se nada for feito no médio prazo, a estrutura vai, simplesmente, parar por falta de servidores.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Risco de apagão &lt;br /&gt;Em 2010, a média mensal de aposentadorias dos órgãos sediados na Esplanada dos Ministérios foi de 1.195 - segunda maior marca desde 1999. A esmagadora maioria dos pedidos foi voluntária (11.770) e os funcionários se aposentaram com a remuneração integral. O cálculo que leva em conta homens e mulheres revela ainda uma elevação considerável da idade dos trabalhadores que deixam as repartições - de 55 anos para 60 anos. A explicação aparente está no bolso. Perto de 60 mil pessoas recebem o abono-permanência, um tipo de incentivo financeiro previsto em lei para que, mesmo apto a se aposentar, o trabalhador continue na ativa. &lt;br /&gt;Esse artifício, porém, tem demonstrado certo esgotamento, uma vez que nem o estímulo no contracheque tem sido capaz de reter mão de obra na proporção que o governo gostaria ou que considera ser segura. Além disso, o adiamento na decisão de pendurar o crachá tem sérios efeitos colaterais. O principal gargalo é o aumento da idade dos servidores que estão em exercício. &lt;br /&gt;Alguns órgãos estão no limite. Os ministérios da Agricultura, da Ciência e Tecnologia, da Integração Nacional, da Saúde, dos Transportes e do Desenvolvimento Agrário, por exemplo, mantêm funcionários cuja idade média está próxima ou ultrapassou a barreira dos 50 anos. Órgãos de excelência como o Banco Central, a Receita Federal e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) correm contra o tempo para aprovar novos concursos ou obter autorizações junto à equipe econômica para convocar funcionários aprovados em seleções passadas. O objetivo é promover a renovação do efetivo e, ao mesmo tempo, evitar um apagão de servidores. &lt;br /&gt;O avanço da faixa etária no funcionalismo desafia a lógica e a enxurrada de concursos e de contratações durante a era Lula não foi capaz de reverter o quadro atual. No balanço da gestão do petista, cerca de 100 mil pessoas foram admitidas por órgãos públicos. Essa oxigenação, no entanto, não amenizou as consequências do tempo. Por ter experimentado anos seguidos de estagnação em seu quantitativo, o Estado levará mais uma ou duas décadas para equilibrar a relação entre ativos e inativos. &lt;br /&gt;O custo financeiro desse desajuste também é alto. A folha total de pessoal da União, incluindo civis, militares, ativos e inativos dos Três Poderes, baterá neste ano a casa dos R$ 200 bilhões. Dentro desse universo, os gastos correntes com aposentados e pensionistas não param de crescer. Entre 2002 e 2010, o montante avançou de R$ 16 bilhões para cerca de R$ 42 bilhões. O rombo do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), que rege o funcionalismo, deverá alcançar neste ano R$ 50 bilhões - superior ao do INSS, que paga benefícios a cerca de 30 milhões de brasileiros do setor privado -, sem que haja qualquer movimentação dentro do governo para regulamentar o fundo de previdência dos servidores, fundamental para conter essa sangria. &lt;br /&gt;A baixa taxa de renovação no setor público contribui ainda para a ampliação de fossos salariais entre as categorias e entre os Poderes, transferindo para as aposentadorias distorções históricas que, ano a ano, pressionam o teto das remunerações estipulado pela legislação (R$ 27,6 mil). Informações tabuladas pelo Ministério do Planejamento demonstram com clareza que entre 2002 e 2010 houve uma evolução significativa do valor das aposentadorias. &lt;br /&gt;Os Poderes Legislativo e Judiciário encabeçam o ranking dos supersalários de quem não está mais na ativa. Em seguida, vêm os militares e os servidores do Executivo. Os sindicatos do funcionalismo federal se preparam para lançar neste mês campanha salarial unificada, reivindicando a recomposição uniforme dos salários dos que ganham menos.  (LUCIANO PIRES - O Estado de S.Paulo) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8377924573886022882?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8377924573886022882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/perigosas-aposentadorias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8377924573886022882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8377924573886022882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/perigosas-aposentadorias.html' title='Perigosas aposentadorias'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-562884372304542986</id><published>2011-02-04T09:39:00.002-03:00</published><updated>2011-02-04T09:46:25.919-03:00</updated><title type='text'>Fundos: Governo inclui Correios no trem-bala</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para salvar concorrência, estatal deve entrar como sócia minoritária em consórcio; agência precisa alterar edital &lt;br /&gt;50% do faturamento da empresa vem de correspondência entre SP e RJ; leilão deve ser adiado novamente &lt;br /&gt;Diante do risco de novo fracasso do leilão do trem-bala, o governo decidiu incluir os Correios como sócio de um dos consórcios que disputarão a licitação e também como usuário do serviço de transporte de cargas da linha de alta velocidade entre Rio e São Paulo. &lt;br /&gt;Com a medida, o Planalto pretende tornar o empreendimento mais atraente em bilhões de reais. A entrega de correspondências e mercadorias entre as duas maiores cidades do país representa 50% do faturamento da estatal, de R$ 13 bilhões em 2010.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O novo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, confirmou à Folha que recebeu a incumbência do projeto do ministro Paulo Bernardo (Comunicação) e que já procurou o presidente da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), Bernardo Figueiredo. &lt;br /&gt;Para incluir os Correios, é preciso haver uma alteração no edital -o que pode adiar novamente o leilão previsto para abril. Diante do risco de novo fracasso do leilão do trem-bala, o governo decidiu incluir os Correios como sócio de um dos consórcios que disputarão a licitação e também como usuário do serviço de transporte de cargas da linha de alta velocidade entre Rio e São Paulo. Com a medida, o Planalto pretende tornar o empreendimento mais atraente em bilhões de reais. A entrega de correspondências e mercadorias entre as duas maiores cidades do país representa 50% do faturamento da estatal, de R$ 13 bilhões em 2010. O novo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, confirmou à Folha que recebeu a incumbência do projeto do ministro Paulo Bernardo (Comunicação) e que já procurou o presidente da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), Bernardo Figueiredo. Para incluir os Correios, é preciso haver uma alteração no edital -o que pode adiar novamente o leilão previsto para abril. Segundo a Folha apurou, a ANTT já adiantou ao Planalto que é viável. &lt;br /&gt;Pinheiro disse que o projeto é do interesse dos Correios, pois torna a entrega de correspondências no eixo Rio- São Paulo mais barata e eficiente. &lt;br /&gt;"É certo que os Correios serão demandantes de um transporte com muito menor impacto ambiental, com menos riscos de acidentes e atrasos." &lt;br /&gt;Ele ressaltou que os estudos para viabilizar o empreendimento ainda estão no começo, mas disse que em breve vai procurar os possíveis interessados em ter a companhia como sócia -mas como minoritária. &lt;br /&gt;"Para nós, tem tudo a ver. Você fica o dia inteiro com caminhão transitando na [via] Dutra. Assim você agiliza o processo", disse ele. &lt;br /&gt;Ao custo total estimado em R$ 33,1 bilhões, o projeto do trem-bala iria a leilão em novembro passado. O governo preferiu adiar para abril porque na ocasião somente um consórcio manifestou interesse em participar. &lt;br /&gt;Na época, o presidente da ANTT disse que outros quatro grupos empresariais informaram ao governo que apresentariam proposta se houvesse dilatação do prazo. &lt;br /&gt;Segundo fontes ouvidas pela Folha no ano passado, os consórcios estavam tendo dificuldades para levantar aproximadamente R$ 1 bilhão para fechar a conta. &lt;br /&gt;A maior parte do projeto será custeada direta e indiretamente pelo governo, com R$ 3,4 bilhões de participação acionária e R$ 19,9 bilhões de financiamento público. &lt;br /&gt;A diferença terá de vir de capital próprio e empréstimos do setor privado. &lt;br /&gt;Pinheiro disse que a ideia do governo é reproduzir no projeto do trem-bala o mesmo modelo empregado em leilões de grandes geradoras de energia, em que um dos participantes do consórcio é também consumidor direto da energia produzida.  (LEONARDO SOUZA e ANDREZA MATAIS - Folha de S.Paulo) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-562884372304542986?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/562884372304542986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/fundos-governo-inclui-correios-no-trem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/562884372304542986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/562884372304542986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/fundos-governo-inclui-correios-no-trem.html' title='Fundos: Governo inclui Correios no trem-bala'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1957439584354775844</id><published>2011-02-01T10:13:00.000-03:00</published><updated>2011-02-01T10:15:42.177-03:00</updated><title type='text'>O vexame das aposentadorias</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os benefícios concedidos a ex-governadores e a seus herdeiros são um roubo e desmoralizam os políticos &lt;br /&gt;Causam asco as aposentadorias inconstitucionais, milionárias e vitalícias de ex-governadores e seus herdeiros. Esses benefícios são um roubo e desmoralizam a profissão de político. Em toda a sua vida ativa, o cidadão comum e assalariado é chamado de "contribuinte". O nome é correto. Contribuímos ao pagar impostos. No Brasil, infelizmente, os impostos são escorchantes e não servem para seu fim mais nobre. &lt;br /&gt;Em países civilizados, essa contribuição tem um sentido público claro. Medicina e educação costumam ter qualidade e ser gratuitas. Quantos de nós pagaríamos impostos com mais alegria se o dinheiro descontado mensalmente do salário financiasse serviços para os mais carentes e a classe média. &lt;br /&gt;A aposentadoria máxima é de R$ 3.200 por mês para quem trabalha 35 anos. Mas os ex-governadores estão acima das regras. Mesmo que governem um Estado por apenas alguns dias, podem ganhar aposentadoria de R$ 10 mil a R$ 24 mil. Para sempre, até morrer. E, após a morte, as viúvas assumem integralmente o benefício.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Supremo Tribunal Federal, em 2007, considerou inconstitucional a aposentadoria de Zeca do PT, ex-governador de Mato Grosso do Sul. Mas o STF é mais lento quando a ação se destina a derrubar a mesma lei no Maranhão. Essa ação "está tramitando" no Supremo. O alvo é o clã Sarney: José e a filha Roseana ganham pensão vitalícia de R$ 24 mil. São tantos os penduricalhos na conta do magnata da política José Sarney que, durante um ano, ele não percebeu que depositaram irregularmente o auxílio-moradia de R$ 3.800. Foram R$ 45 mil de "equívoco", que depois ele afirma ter devolvido. &lt;br /&gt;O senador, ex-presidente e ex-governador do Maranhão ganha subsídio de R$ 26 mil, verba para passagens, casa, gasolina, e ainda por cima uma pensão eterna. Como descobrir aquilo a que não tem direito? Sarney tem direito a tudo, mesmo que seu Maranhão tenha indicadores sociais lamentáveis. Como disse o ex-presidente Lula, Sarney "não pode ser julgado como um homem comum". &lt;br /&gt;A OAB entrou no Supremo, na sexta-feira, com ações de inconstitucionalidade contra as aposentadorias de ex-governadores de dois Estados: Sergipe e Paraná. As pensões são descritas como "grave ofensa ao princípio republicano". &lt;br /&gt;O Paraná é um caso especial e curioso de hipocrisia. Não contente com os R$ 18 mil mensais que recebeu de pensão nos últimos meses, o senador tucano Álvaro Dias pediu à Justiça mais de R$ 1,5 milhão de benefícios retroativos pelo período em que governou o Paraná, de 1987 a 1991. Depois de flagrado, disse que a dinheirama seria para doar a uma instituição assistencial que mantém uma creche em Curitiba. "Centavo por centavo", diz ele. Você acredita? &lt;br /&gt;Digamos que sim. Que Álvaro Dias seja um senador beneficente, em busca de uma vaga no reino dos céus. Mas o senador por acaso sabe que caridade se faz com o próprio dinheiro, e não com o dinheiro de seus eleitores? Eles podem preferir doar para cegos, órfãos, idosos. Ou simplesmente não doar o que não têm, porque ainda sonham com impostos menores e mais justos no Brasil. Como disse o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, "queremos estancar essa sangria com dinheiro público". &lt;br /&gt;É estranho que uma imoralidade como essa seja praticada em vários Estados há anos, sem que ninguém se rebele. Ninguém sabia de nada? Fala-se tanto de rombo na Previdência. Nós pagamos mais de R$ 30 milhões por ano de pensões para ex-governadores de todos os partidos. São os mesmos políticos que, no Senado, querem a volta da CPMF porque a saúde está em frangalhos. &lt;br /&gt;Por que o STF não cria uma regra para todo o país? Regrinha básica: "Ex-governadores não podem violar a Constituição nem meter a mão no bolso dos outros". Dá para entender? &lt;br /&gt;Queria dar voz a um leitor de Belo Horizonte, Luiz Antonio Mendes Ribeiro: "Pura safadeza! Esses políticos desrespeitam as leis, engendram mutretas para se locupletar e não se envergonham de nada. Vamos dar um choque de decência nisso". &lt;br /&gt;Vamos mesmo?  (Ruth de Aquino - Revista Época) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1957439584354775844?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1957439584354775844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/o-vexame-das-aposentadorias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1957439584354775844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1957439584354775844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/o-vexame-das-aposentadorias.html' title='O vexame das aposentadorias'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8153687511720997483</id><published>2011-02-01T09:49:00.002-03:00</published><updated>2011-02-01T09:52:39.790-03:00</updated><title type='text'>Projetos de lei que alteram gestão dos fundos de pensão</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Existem projetos de lei tramitando no Congresso Nacional que alteram o modelo de gestão das entidades de previdência. A ANAPAR acompanha o seu andamento, sugere alternativas, faz propostas e reivindica alterações.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Neste boletim trazemos informações a respeito de três destes projetos. O ano legislativo começará em fevereiro, mas desde já os participantes precisam acompanhar projetos importantes, manifestar seu apoio ou rejeição a cada um dos projetos. Ao longo do ano, voltaremos com novas informações, organizaremos apoio aos que atendem aos interesses dos participantes ou protestos contra aqueles que ameacem seus direitos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;PLP 588/2010 (Dep. Ricardo Berzoini) – Apresentado em julho de 2010 pelo deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), altera o artigo 13 da Lei Complementar 108, propondo que alterações em estatutos de entidades de previdência e regulamentos de planos precisem de aprovação da maioria dos membros do Conselho Deliberativo e que este Conselho tenha a competência de aprovar planos de custeio e os critérios para retirada de patrocínio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O projeto tem o apoio da ANAPAR, pois oferece alternativa ao fim do voto de minerva (veja PLC 140) e impede que os patrocinadores alterem estatutos e regulamentos se os conselheiros eleitos pelos participantes forem contrários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLS 77/2009 (Senador Aloísio Mercadante) – Apresentado em 2009, pelo Senador Aloísio Mercadante (PT-SP), cujo mandato se encerrou em 2010, este projeto tinha pontos positivos e negativos. Entre os positivos, propunha estabilidade no emprego para dirigentes e exigia que os mesmos fossem participantes do plano de benefícios. Entre os negativos, acabava com a eleição de membros do Conselho Fiscal pelos participantes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O projeto foi arquivado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O arquivamento põe fim à polêmica que envolvia alguns dos artigos do projeto. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ANAPAR fez várias reuniões com o Senador e seus assessores, propondo mudanças para aproximar o projeto das demandas dos participantes. Uma das alternativas sugeridas era mesmo o arquivamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLP 140/2007 (Dep. Eudes Xavier) – Apresentado pelo Deputado Eudes Xavier (PT-CE), extingue o voto de qualidade nos conselhos deliberativo e fiscal das entidades patrocinadas por empresas públicas. Foi rejeitado pela Comissão de Seguridade Social e Família e tem parecer favorável do relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, mas ainda não foi votado no plenário desta Comissão. A ANAPAR apóia este projeto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8153687511720997483?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8153687511720997483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/projetos-de-lei-que-alteram-gestao-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8153687511720997483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8153687511720997483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/02/projetos-de-lei-que-alteram-gestao-dos.html' title='Projetos de lei que alteram gestão dos fundos de pensão'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8950713551114211500</id><published>2011-01-27T10:26:00.001-03:00</published><updated>2011-01-27T10:32:08.007-03:00</updated><title type='text'>Contratando o déficit da Previdência</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desoneração da folha de pagamento retiraria R$ 24 bi da receita previdenciária &lt;br /&gt;"Como o governo nega R$ 5 de aumento no salário mínimo se estuda abrir mão de receita da Seguridade Social?" A indagação é da auditora fiscal Clemilce Carvalho, diretora da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Previdência (Anfip-RJ), ao comentar as articulações de setores do governo para aprovar a redução de 20% para 14% da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de pagamento. A alegação é melhorar a competitividade da produção nacional e ampliar a oferta de empregos. &lt;br /&gt;Estimativas do Ministério da Fazenda indicam perda de cerca de R$ 24 bilhões nas receitas previdenciárias, se a medida for aprovada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Mesmo que o Orçamento da União supra essa perda, isto certamente fortalecerá o falso argumento de déficit da Previdência", prosseguiu Clemilce, lembrando que não faltam recursos para financiar o chamado Sistema S - conjunto de 11 contribuições arrecadadas, na maior parte, junto ao direito privado &lt;br /&gt;"O Sistema S deveria ter um sistema próprio de arrecadação. Entidades privadas se valem da máquina de arrecadação da Previdência. Dão mais trabalho para o auditor da Previdência", destacou a auditora, lembrando que o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu defendia desonerar em 50% a folha "à custa do trabalhador". &lt;br /&gt;Clemilce lembrou que a contribuição previdenciária é paga pela população, pois os empresários repassam esses custos para o preços. &lt;br /&gt;"Vai sobrar mais caixa para o empresário investir no sistema financeiro. O que precisamos fazer é desonerar o empregado, mas a reforma tributária proposta acaba com as receitas específicas da Seguridade Social." &lt;br /&gt;A proposta em estudo pelo governo também inclui a extinção do salário-educação, de 2,5% sobre a folha de pagamento, o que também ameaça o financiamento da Educação.  (Jornal Monitor Mercantil) &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8950713551114211500?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8950713551114211500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/01/contratando-o-deficit-da-previdencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8950713551114211500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8950713551114211500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/01/contratando-o-deficit-da-previdencia.html' title='Contratando o déficit da Previdência'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5604413035400531411</id><published>2011-01-20T19:59:00.001-03:00</published><updated>2011-01-20T20:02:10.802-03:00</updated><title type='text'>O longo prazo está sendo definido agora</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os maiores grupos etários brasileiros estão concentrados, atualmente, nas idades entre cinco e 29 anos. O Brasil ainda é, portanto, um país jovem. Em 2030, no entanto, o país apresentará população eminentemente adulta, com uma maior participação das pessoas com idade entre 25 e 50 anos. Em 2050, aproximadamente um em cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos. Ao mesmo tempo, a expectativa de vida ao nascer terá crescido dos 71 anos atuais para 79,9 anos, sendo que a expectativa de vida dos homens estará em torno de 76,5 anos, enquanto a das mulheres será de 83,4 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas projeções sobre a população brasileira até 2050 constam de um texto para discussão elaborado, no ano passado, pelos pesquisadores José Eustáquio Diniz Alves, Daniel de Santana Vasconcelos e Angelita Alves de Carvalho para a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), e para o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A população do Brasil está envelhecendo em ritmo mais intenso do que era inicialmente esperado. A mudança etária resulta, principalmente, da queda da taxa de fecundidade da mulher brasileira. Em 1960, a brasileira tinha, em média, 6,3 filhos, de acordo com o IBGE. Em 2005, a taxa já era de 2,1 filhos. A previsão dos especialistas é de que a fecundidade no Brasil continuará caindo. As projeções populacionais mais recentes do IBGE e da ONU indicam que, a partir de 2040, a população brasileira vai começar a diminuir por causa do envelhecimento e da baixa fecundidade.  Em 2050, um em cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No estudo, os pesquisadores utilizaram dados compilados da Divisão de População das Nações Unidas, a qual, por meio dos dados divulgados pelo IBGE, faz projeções populacionais até 2050, utilizando três cenários diferentes de comportamento da variável de fecundidade ao longo do período, enquanto mantém mais ou menos constantes os cenários da expectativa de vida e da migração internacional nas próximas décadas. Nos três cenários, as projeções para 2050 são de uma população adulta numerosa e entrando em envelhecimento de forma rápida e contínua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está ocorrendo, portanto, uma mudança de estrutura etária da população brasileira, com sérias implicações para as políticas públicas, nas áreas de saúde e de previdência, que precisam ser devidamente avaliadas por aqueles que tomam as decisões no governo. Os pesquisadores chamam a atenção, no entanto, para uma "janela de oportunidades demográficas" que poderá se transformar em um bônus, se for devidamente aproveitada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil presenciará, nas próximas duas décadas, uma redução da dependência das populações mais jovens e mais idosas em relação à população em idade ativa. Ou seja, o número de pessoas inativas em relação às que trabalham está caindo e essa tendência continuará pelo menos nos próximos 20 anos. À medida que as populações evoluem para um perfil mais adulto de estrutura etária, com a consequente redução da dependência, elas podem poupar mais recursos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a hipótese do "bônus demográfico", que os países tendem a usufruir. "Há um aumento da poupança que se reverte em investimento, há um reforço ao crescimento econômico nas décadas de incidência do bônus; consequentemente pode haver um desenvolvimento maior do país nesse período em que a carga populacional torna-se mais 'leve' para a população em idade produtiva", dizem os pesquisadores. Eles advertem que as condições fundamentais para que o bônus possa ser aproveitado são políticas macroeconômicas de manutenção do pleno emprego, de investimento em formação de capital humano e de acumulação de poupança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três cenários analisados no estudo indicam que a ocorrência de um bônus demográfico no Brasil "é uma situação iminente". A principal mensagem do estudo é a de que a riqueza acumulada nos anos do bônus pode assegurar a transição não traumática para os anos pós-bônus, quando haverá uma população idosa muito maior. O estudo analisa ainda como a mudança na estrutura etária brasileira nos próximos anos afetará o mercado de trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1970 e 1985, a população economicamente ativa (PEA) jovem (de 15 a 24 anos) era aproximadamente 3,5 vezes maior do que a população economicamente ativa "madura" (de 50-59 anos). Os pesquisadores notam que entre 2030 e 2035, a PEA dos grupos etários 15-24 e 50-59 ficarão do mesmo tamanho, mas, em 2050, a PEA 'madura' será 30% maior do que a PEA jovem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma PEA mais "envelhecida" significa uma força de trabalho com maiores níveis educacionais, com maior experiência e com maior produtividade, o que pode contribuir com o desenvolvimento brasileiro e com o aumento da renda per capita. Outro dado positivo citado é que a PEA vem crescendo à medida que a população avança para a predominância de idades adultas. "Um maior percentual da PEA sobre a população total representa um ganho para o país, pois significa que a relação entre ativos e inativos favorece os primeiros, com ganhos para toda a sociedade". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso criar, portanto, as condições para que o país possa aproveitar esse bônus demográfico. Os pesquisadores advertem que as ações que podem tornar possível um desenvolvimento com envelhecimento da população dependem do que está sendo feito agora. Por isso, não faz sentido a orientação do atual governo de que não proporá reformas que tenham elevado custo político e sem efeito imediato para a melhoria de vida dos brasileiros. (Valor)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5604413035400531411?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5604413035400531411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/01/o-longo-prazo-esta-sendo-definido-agora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5604413035400531411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5604413035400531411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/01/o-longo-prazo-esta-sendo-definido-agora.html' title='O longo prazo está sendo definido agora'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6754824956190304478</id><published>2011-01-20T19:55:00.001-03:00</published><updated>2011-01-20T19:59:01.417-03:00</updated><title type='text'>Previdência 8.8</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando o fato ou a notícia envolve Previdência ou aposentadoria, há sempre um alvoroço generalizado. Apreensões se multiplicam. Contribuintes e beneficiários ficam atentos. Empresários tentam se atualizar. Todos se agitam: trabalhadores da iniciativa privada e do setor público, autônomos, donas de casa e estudantes, empresários e agricultores, pessoas ocupadas formal ou informalmente, em geral. Enfim, todos os integrantes da chamada população economicamente ativa, os que estão próximos desta classificação e os que já dela saíram, por aposentadoria. Por que tudo isto e tanto interesse? Porque o Sistema Previdenciário brasileiro, seja público ou privado, social ou nem tanto, envolve a maioria expressiva da população e movimenta uma porção significativa do PIB nacional. Quando falamos ou ouvimos falar de Previdência, a maioria das pessoas pensa logo no Regime Geral administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Mas, em nosso país, Previdência não é só isto. &lt;br /&gt;Previdência é também todo a estrutura chamada de Regime Próprio que garante aposentadoria e pensão aos servidores públicos, em todas as esferas de governo (municipal, estadual, distrital e federal) e em todos os Poderes (Judiciário, Legislativo e Executivo).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Previdência, da mesma forma, envolve as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPP), os chamados “fundos de pensão”, com mais de 440 instituidores e dispondo de ativos que superam os R$ 520 bilhões, para complementar aposentadorias de trabalhadores de estatais, de empresas privadas e de integrantes de segmentos profissionais. Previdência como instrumento de poupança, não deixa de ser produto de mercado, com os bancos e instituições financeiras vendendo aposentadoria ou complementação de renda, em diversas modalidades, num mercado extremamente voraz, que já contrata quase 10 milhões de planos e detém ativos de mais de R$ 200 bilhões. &lt;br /&gt;Pois este conjunto de programas que visa a garantia de renda digna ao final da vida laborativa completa neste dia 24 de janeiro 88 anos de existência oficial em território brasileiro. O marco inicial sempre lembrado da Lei Eloy Chaves, publicada em 1923, consolidou a base do Sistema Previdenciário brasileiro, com a criação da Caixa de Aposentadorias e Pensões para os empregados das empresas ferroviárias. &lt;br /&gt;Hoje, a Previdência pública administrada pelo INSS é o maior programa de transferência de renda do governo federal, beneficiando quase 30 milhões de segurados que recebem mais de R$ 230 bilhões ao ano dos cofres públicos. &lt;br /&gt;Neste início de governo, a Previdência, em especial os segmentos dos Regimes Geral e Próprio estão de novo no “olho do furacão” &lt;br /&gt;Apesar de desmentidos iniciais, a aposentadoria da iniciativa privada vai ser objeto de questionamento ao ser debatida a anunciada desoneração da folha de salários e a derrubada ou não do veto do governo ao fim do fator previdenciário. No que diz respeito aos servidores públicos, o foco será a decisão sobre regulamentar ou não a Previdência complementar pública para o funcionalismo, projeto que já tramita no Congresso Nacional. &lt;br /&gt;Como se vê, a questão previdenciária exerce forte influência nos indivíduos, aposentados ou não, nas comunidades, pelos recursos que movimenta e no mercado em geral, por seus ativos e volume financeiro disponíveis. &lt;br /&gt;Esta é o retrato da Previdência quase nonagenária que vemos no momento no Brasil. Longa vida à Previdência, nos seus 88 anos! Em especial, à Previdência social, pública, solidária, responsável por redução considerável da miséria em nosso pais.   (Vilson Antonio Romero - Anfip) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6754824956190304478?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6754824956190304478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/01/previdencia-88.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6754824956190304478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6754824956190304478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/01/previdencia-88.html' title='Previdência 8.8'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8396423913425565662</id><published>2011-01-19T18:38:00.001-03:00</published><updated>2011-01-19T19:28:39.863-03:00</updated><title type='text'>Senador volta a defender fim do fator previdenciário</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além do reajuste do valor do salário mínimo, a legislatura que se inicia em fevereiro já tem outro tema de debate garantido nos seus primeiros dias: o fator previdenciário. Está pronto para ser votado pelo Plenário da Câmara o PL 3299/08, do senador Paulo Paim (PT-RS), que extingue o fator previdenciário do cálculo do valor que o aposentado deve receber de benefício. &lt;br /&gt;A fórmula do fator previdenciário atualmente leva em conta o tempo de contribuição do trabalhador, sua idade e a expectativa de vida do brasileiro. De acordo com Paulo Paim, a extinção do fator esbarra no debate em torno da idade mínima para a aposentadoria. &lt;br /&gt;"Temos de enfrentar, em 2011, o debate sobre a idade mínima de aposentadoria, mas não há motivo para não acabarmos com o fator previdenciário. Ele é um bandido que rouba do trabalhador",disse Paim. &lt;br /&gt;Na opinião dele, é preciso chegar a um consenso a respeito da idade mínima para aposentadoria, mas o argumento que atrela o aumento da expectativa de vida da população ao chamado "rombo" da Previdência seria equivocado. De acordo com Paim, o fator previdenciário diminui o valor do benefício recebido pelo aposentado ou estimula o retardamento da aposentadoria. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;- Propomos a idade mínima como alternativa para o fim do fator previdenciário, mas ainda não há consenso sobre isso no Congresso. Não podemos é aceitar uma idade mínima absurda - assinalou o autor do projeto, que no Senado tramita como PLS 201/06. &lt;br /&gt;Para o parlamentar, é necessário também acabar com as diferenças existentes no regime previdenciário para trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público. Segundo Paim, é um "absurdo" que funcionários de empresas particulares tenham de trabalhar mais tempo que os das instituições públicas para ter direito à aposentadoria. &lt;br /&gt;Com a nova expectativa de vida do brasileiro divulgada pelo IBGE em dezembro -- que subiu de 72,8 anos em 2008 para 73,2 anos em 2009 -- o cálculo do fator previdenciário foi alterado. Conforme o INSS, quem requerer a aposentadoria a partir de agora terá de contribuir aproximadamente por mais 45 dias para manter o valor do benefício. &lt;br /&gt;De acordo com a Agência Câmara, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, admitiu, em entrevista recente, que o fator prejudica os aposentados, e disse que aceita a possibilidade de substituí-lo pelo aumento da idade mínima para a aposentadoria. &lt;br /&gt;Salário mínimo &lt;br /&gt;Paulo Paim também acredita ser possível alcançar um reajuste maior para o salário mínimo, fixado em R$ 540 por medida provisória que ainda será analisada pelo Congresso (MP 516/2010). &lt;br /&gt;"Temos de garantir um aumento real. O valor proposto não leva em conta sequer a inflação dos últimos anos. Defendo R$ 580, mas podemos chegar a um valor intermediário", reconheceu.   (Agência Senado/Valor)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8396423913425565662?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8396423913425565662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/01/senador-volta-defender-fim-do-fator.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8396423913425565662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8396423913425565662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2011/01/senador-volta-defender-fim-do-fator.html' title='Senador volta a defender fim do fator previdenciário'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4263598693485086671</id><published>2010-11-09T13:39:00.001-03:00</published><updated>2010-11-09T13:43:58.007-03:00</updated><title type='text'>Fundos de pensão: R$ 530 bilhões ainda este ano</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os fundos de pensão brasileiros devem encerrar o ano com patrimônio líquido recorde de R$ 530 bilhões, segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp).&lt;br /&gt;O montante supera em R$ 15 bilhões o recorde registrado em dezembro do ano passado (de R$ 515,4 bilhões). “O crescimento registrado até então é pequeno comparado ao enorme potencial de expansão”, ressalta José de Souza Mendonça, presidente da entidade.&lt;br /&gt;Até meados deste ano, especialistas acreditavam que o fraco desempenho da bolsa de valores - devido, principalmente, à valorização registrada em 2009 — atrapalharia o avanço do patrimônio líquido em 2010. &lt;br /&gt;Por essa razão, a expectativa de renovação do recorde foi comemorada pelo mercado. “Em maio, os fundos de pensão somavam patrimônio líquido de R$ 510 bilhões, valor que, aliado à evolução econômica, permitiu projeções mais arrojadas”, completa Mendonça.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não foi só a melhora da performance da BM&amp;FBovespa que impulsionou as projeções para este ano. “O crescimento econômico elevou a produtividade das empresas, levando-as a contratar mais funcionários. Isso gera impacto na massa de novos contribuintes de previdência complementar fechada”, explica Nelson Ferreira Fonseca, consultor sênior da área de previdência e atuário da Luz Engenharia Financeira.&lt;br /&gt;Ainda assim, enquanto o mercado formal de trabalho registrou o ingresso de 14 milhões de pessoas nos últimos oito anos, apenas 550 mil trabalhadores passaram a contribuir com fundos de pensão. “O crescimento foi modesto em relação ao número de novos trabalhadores.&lt;br /&gt;Ou seja, pelo menos 13,5 milhões de pessoas são potenciais participantes desse sistema”, pondera Fonseca. O consultor sênior e atuário da Luz Engenharia Financeira também atribuiu o avanço do patrimônio líquido em 2010 à rentabilidade apresentada pelos títulos públicos atrelados ao IPCA (NTN-Bs) e à Selic (LFTs) — a rentabilidade média das NTN-Bs (medida pelo IMA-B) no ano (de 4 de janeiro a 29 de outubro) é de 10,9% para vencimento inferior a cinco anos e 16,1% para vencimento superior a cinco anos. “Ambos os papéis são predominantes nas carteiras dos fundos de pensão”, afirma o consultor.&lt;br /&gt;De acordo com Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), os fundos de pensão detinham 33,1% dos títulos indexados ao IPCA em junho deste ano, o maior investidor deste título.&lt;br /&gt;No ano até junho, a rentabilidade das entidades fechadas de previdência complementar é de 2,56%; em doze meses, a rentabilidade é de 13,3%. Mas a análise do desempenho dos fundos de pensão não pode ser feita no curto prazo, uma vez que o horizonte de investimento é de longo prazo: de 1995 até junho deste ano, o ganho acumulado de 1.377,9% ante meta atuarial de 667,67% (INPC + 6%).  Também é preciso considerar que o volume de benefícios pagos por ano é de cerca de R$ 32 bilhões, enquanto as contribuições somam R$ 17,5 bilhões anuais. &lt;br /&gt;Em maio, a carteira consolidada dos fundos de pensão era composta por 62,2% em renda fixa, 30,1% em renda variável e 7,7% em outros ativos — entre investimentos estruturados, investimentos no exterior, imóveis e operações com participantes —, segundo a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). Mas a tendência é que a parcela alocada em ações cresça à medida que a taxa de juros caia.&lt;br /&gt;“A partir do ano que vem, os fundos de pensão devem ser mais ousados em renda variável”, diz Nelson Ferreira Fonseca, consultor sênior da área de previdência e atuário da Luz Engenharia Financeira.&lt;br /&gt;O maior percentual alocado em renda variável foi registrado em dezembro de 2007: 36,7%. Em contrapartida, o menor percentual alocado em ações foi observado em dezembro de 2008, auge da crise financeira mundial: 28%. “É provável que em 2011, os fundos de pensão aproximem-se do recorde de investimento em ações”, completa o especialista.&lt;br /&gt;Para José de Souza Mendonça, presidente da Abrapp, as entidades ainda estão na “fase do namoro” com outras modalidades de investimento. “O mercado é tão dinâmico que não saberia dizer a composição do portfólio dos fundos de pensão daqui a dois anos”, brinca.  (Brasil Econômico)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4263598693485086671?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4263598693485086671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/11/fundos-de-pensao-r-530-bilhoes-ainda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4263598693485086671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4263598693485086671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/11/fundos-de-pensao-r-530-bilhoes-ainda.html' title='Fundos de pensão: R$ 530 bilhões ainda este ano'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-451369873526681396</id><published>2010-10-26T22:02:00.001-03:00</published><updated>2010-10-26T22:05:58.655-03:00</updated><title type='text'>Maior expectativa de vida desafia a Europa</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O que era para ser o maior avanço da história recente da humanidade - elevação sem precedentes da expectativa de vida - se tornou uma dor de cabeça para os governos europeus. Da Espanha à França, passando da Alemanha à Grécia, governos buscam fórmulas mágicas para recriar um sistema de aposentadorias e de contribuição social que seja sustentável, não apenas para enfrentar a crise econômica, mas também para lidar com um número cada vez maior de idosos na economia.&lt;br /&gt;A reforma das pensões na França ganhou as ruas. Mesmo após sua aprovação pelo Senado, na sexta-feira, o país continuou a enfrentar manifestações, com paralisações e bloqueios de refinarias e postos de gasolina. O projeto de lei, que entre outras mudanças vai aumentar a idade mínima de aposentadoria de 60 para 62, deve ter sua aprovação definitiva na quarta-feira.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No Reino Unido, o governo anunciou esta semana que a idade para aposentadoria subirá de 65 para 66 anos em 2020, seis anos antes que o previsto. França e Reino Unido não estão sozinhos. Hoje, governos de esquerda, centro ou direita estão sendo obrigados a fazer reformas em seus sistemas.&lt;br /&gt;Com a crise, governos tiveram de gastar bilhões de euros para evitar uma depressão. Mas o preço pago foi um déficit nas contas públicas que está obrigando os governos a repensarem seus gastos e acelerarem reformas que estavam engavetadas por causa da dificuldade política em reduzir direitos sociais. Uma delas é o pagamento de aposentadorias.&lt;br /&gt;Economistas dizem que a maior bomba relógio não é a dos déficits dos governos, mas o fato de que a população europeia está envelhecendo. Pela primeira vez na história do continente, um terço da população estará aposentada. Dados da União Europeia (UE) dão a dimensão do desafio. Nos 16 países que usam o euro, 18% da população já têm mais de 65 anos e está aposentada.&lt;br /&gt;Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), para cada aposentado na Europa existem quatro trabalhadores pagando impostos. Em 2050, a taxa chegará a um aposentado para cada dois trabalhadores.&lt;br /&gt;Isso sem contar com o fato de que, em 20 anos, 10% da população europeia terá mais de 80 anos, o dobro da atual taxa, o que significa que os gastos com saúde pública se multiplicarão. O custo da saúde dos idosos para o governo no Reino Unido já é superior aos gastos com saúde e educação para as crianças.&lt;br /&gt;De acordo com a seguradora Allianz, 11,4% do PIB europeu já vai para o pagamento de aposentadorias. Até 2050, essa taxa deve ultrapassar 13%.&lt;br /&gt;"O impacto do envelhecimento da população é bem maior que o da crise para as contas do continente", avalia a OCDE. Na Grécia, a estimativa é que, se nada for feito, o sistema de pensão declare falência em 2013. (O Estado de S. Paulo)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-451369873526681396?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/451369873526681396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/10/maior-expectativa-de-vida-desafia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/451369873526681396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/451369873526681396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/10/maior-expectativa-de-vida-desafia.html' title='Maior expectativa de vida desafia a Europa'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-579102431033527417</id><published>2010-10-20T20:16:00.001-03:00</published><updated>2010-10-20T20:21:39.765-03:00</updated><title type='text'>Postalis atinge superávit</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O saldamento do Plano de Benefício Definido (PBD) e o lançamento do plano de benefícios PostalPrev foram algumas das medidas que o Postalis - fundo de pensão dos Correios - adotou para combater problemas estruturais apresentados pelo PBD ao longo de três décadas. Com isso, o Postalis comemora ter avançado rumo a uma solução definitiva para um déficit residual acumulado de R$ 76 milhões (valores de dezembro de 2009) do PBD Saldado e também por ter transformado esse valor negativo em positivo: até julho de 2010, o superávit acumulado estava em R$ 33,5 milhões.&lt;br /&gt;Esta foi mais uma etapa vencida pela gestão do Postalis, do qual participaram ativamente técnicos, diretores e conselheiros do Instituto, além de representantes dos Correios. “O déficit do PBD teve motivação estrutural, ou seja, não surgiu em razão da má gestão das contas. Conseguimos avançar rumo a uma solução para essa fragilidade técnica do plano, transformando-a, no momento, em um resultado positivo”, diz o Diretor Financeiro, Adilson Florencio da Costa. Até que se resolva esta questão em definitivo o PBD poderá, eventualmente, apresentar déficit.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vários problemas estruturais dificultam equilibrar o PBD. “A própria estrutura na qual o plano foi criado contribuía para que as despesas com benefícios fossem cada vez maiores”, diz o Diretor Presidente, Alexej Predtechensky.&lt;br /&gt;Isto aconteceu principalmente porque o PBD foi modelado considerando as seguintes características: benefício suplementar atrelado ao benefício da previdência social (INSS); custo variável ao longo do tempo, sujeito à variação das hipóteses atuariais (tempo de expectativa de vida e de contribuição ao plano, por exemplo); contas coletivas; inexistência de relação que garantisse equilíbrio entre o valor da contribuição paga pelo participante e o valor da despesa de benefícios que este mesmo participante do PBD receberia e que levasse em conta também os eventuais aumentos promovidos nas doze últimas remunerações, caso este obtivesse uma significativa vantagem salarial ao final da sua carreira.&lt;br /&gt;Isso quer dizer que sem o saldamento, o PBD tenderia a apresentar somente resultados negativos, apesar do ganho (rentabilidade) dos investimentos. Uma das soluções seria efetuar grandes e seguidos aumentos no valor da contribuição dos participantes e também da empresa, o que poderia impossibilitar que muitos empregados dos Correios seguissem no plano.&lt;br /&gt;“O Postalis antecipou o direito à suplementação de aposentadoria do PBD no valor proporcional ao tempo de contribuição (BPS – benefício proporcional saldado). Os Correios ainda deram a oportunidade para o funcionário acumular o valor restante ou algo mais por meio da adesão e contribuições ao PostalPrev”, lembra o Diretor Adilson Florencio da Costa.&lt;br /&gt;Com essas mudanças, a tendência é haver equilíbrio do PBD Saldado entre o que o plano paga de benefícios e recebe de receitas. Mas Alexej Predtechensky reforça que é preciso maior participação dos que aderiram ao PostalPrev. (Jornow)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-579102431033527417?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/579102431033527417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/10/postalis-atinge-superavit.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/579102431033527417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/579102431033527417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/10/postalis-atinge-superavit.html' title='Postalis atinge superávit'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7608420840460684375</id><published>2010-10-16T20:31:00.002-03:00</published><updated>2010-10-16T20:36:14.776-03:00</updated><title type='text'>Aposentadoria ganha status de renda extra</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um número maior de trabalhadores voltou a se aposentar quando completa o tempo mínimo de contribuição - 35 anos para os homens e 30 para as mulheres. Antes da adoção do fator previdenciário, em 1999, mais de 40% das pessoas usavam esse critério para sua aposentadoria, percentual que caiu pela metade (variando entre 17% e 20%) após as novas regras. Desde 2006, contudo, o número de aposentadorias por tempo de contribuição voltou a crescer e oscila em torno de 27%, enquanto 55% a 57% se aposentam por idade e o restante, por invalidez.&lt;br /&gt;Essa tendência está relacionada à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de outubro de 2006, que considerou inconstitucional a lei que determinava que seria extinto o contrato de trabalho da pessoa que se aposentava. Desde então, as pessoas podem acumular emprego formal e aposentadoria. "O benefício previdenciário passou a funcionar como uma renda extra, as pessoas decidiram não esperar mais para combinar tempo de serviço e idade", observa Leonardo Rangel, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para ele, a decisão de 2006 é a principal explicação para o aumento dos pedidos de aposentadoria por contribuição, e deve resultar em uma avalanche ainda maior de pedidos de revisão do benefício. Um estudo feito em 2004 por Rangel e outros economistas do Ipea mostrou que o fator previdenciário foi eficaz para elevar o tempo médio de contribuição à previdência. Ele passou de 32,7 anos para 33,8 anos entre os homens, considerando o antes e o depois de sua adoção. Em 2008, já chegou a 34,9 anos. Com a idade média, ele não funcionou: em 2009 os homens estavam se aposentando, em média, com 54,2 anos, a mesma idade de antes da adoção do fator previdenciário&lt;br /&gt;Em agosto, o valor médio das aposentadorias concedidas por idade foi de R$ 600, menos da metade dos R$ 1.287, pagos no benefício por tempo de contribuição, valor que pode ser acumulado com um salário. Para Rangel, a decisão de 2006, do STF, já reduziu a força do fator previdenciário como um elemento que adiava a decisão da aposentadoria - e a consequente despesa do INSS.&lt;br /&gt;Além das decisões recentes do STF, a estrutura etária da população pode tornar-se, no futuro, uma variável desfavorável às contas da previdência pública. Hoje, dizem os demógrafos, o Brasil vive o que se chama de bônus demográfico. Isso quer dizer que o país agora vive um período de transição no qual o número de dependentes para cada pessoa em idade economicamente ativa, por critérios demográficos, é extremamente favorável na comparação com outros períodos da história do país. &lt;br /&gt;Nos critérios demográficos são considerados dependentes as pessoas até 14 anos e as com idade a partir de 65 anos. Os indivíduos com 15 a 64 anos são os considerados em idade economicamente ativa. De 1950 a 1980, para cada 100 pessoas em idade economicamente ativa havia uma média de 82 em faixa etária de dependência. Para o período de 2000 a 2030, a taxa de dependência deve envolver 48 pessoas. As pessoas em idade de 15 a 64 anos que eram pouco mais da metade da população, passaram para mais de dois terços.&lt;br /&gt;O demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, professor de pós-graduação na Escola Nacional de Ciências Estatísticas, diz que o Brasil terá a melhor relação dessa dependência entre 2020 e 2025. Logo depois, a relação passará a ser desfavorável. E a população mais "dependente" estará concentrada naqueles com mais de 65 anos. &lt;br /&gt;Essa transformação, explica, deve-se basicamente a dois fatores: aumento gradativo da esperança de vida e redução da taxa de fecundidade. Na década de 60, cada mulher tinha mais de seis filhos. Em 2005 a relação caiu para 2,1 filhos por mulher, taxa considerada mínima para reposição da população. Em 2009, a taxa já estava em 1,9 filho por mulher. &lt;br /&gt;Para Alves, medidas para uma previdência mais saudável no futuro precisam ser tomadas agora, quando o Brasil ainda vive o bônus demográfico. "Este é o melhor momento em termos demográficos para gerar mais empregos e trabalho formal, o que resultará em volume maior de contribuição à Previdência." (Valor)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7608420840460684375?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7608420840460684375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/10/aposentadoria-ganha-status-de-renda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7608420840460684375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7608420840460684375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/10/aposentadoria-ganha-status-de-renda.html' title='Aposentadoria ganha status de renda extra'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2156990874215331576</id><published>2010-10-07T18:58:00.001-03:00</published><updated>2010-10-07T19:05:34.365-03:00</updated><title type='text'>Aposentadoria não é concessão: é um direito</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vamos voltar ao assunto dos aposentados, que precisa ser debatido por Dilma e Serra. Matéria de Gilberto Scofield, manchete principal de O Globo recentemente, assinalou que 100 milhões de brasileiros, quase a metade da população vivem com dinheiro público, procurando dar ideia de que tal fato significa uma concessão, e não um direito, na verdade uma retribuição de contribuições previdenciárias e impostos pagos. &lt;br /&gt;O repórter equivocou-se na análise que tentou fazer, considerada pelos editores do jornal como uma descoberta singular. Baseou-se em opinião do economista Raul Veloso que lançou sobre a questão social a visão mais conservadora possível. Não é nada disso. Começando pelas aposentadorias e pensões. &lt;br /&gt;Tanto a dos trabalhadores celetistas, paga pelo INSS, quanto a dos funcionários públicos, custeada pela Seguridade Social. O que o professor Raul Veloso não disse a Scofield foi que a massa de recursos destinada à Previdência Social provém de contribuições dos trabalhadores e das empresas empregadoras. Estas recolhem 22%, sem limite, sobre as folhas de salário. Sustentam 75% dos pagamentos feitos pelo INSS.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Isso de um lado. &lt;br /&gt;De outro, portanto, as aposentadorias resultantes de tais contribuições não são favores, são direitos. O mesmo quanto aos funcionários públicos federais, estaduais e municipais. Pagam 11% ao mês sobre seus vencimentos, também sem limite, para o direito à aposentadoria integral. A do INSS tem o teto fixado em 3 mil e 473 reais. Exceto aquelas excepcionais em grande parte obtidas por meios fraudulentos. Vários jornalistas estão nessa. São falsos perseguidos. &lt;br /&gt;Gilberto Scofield e Raul Veloso cometem outro erro enorme ao colocar o aumento do salário mínimo como um encargo do governo. Não é. O país, segundo o IBGE, possui uma mão de obra ativa de 95 milhões de pessoas, Cinquenta por cento do número de habitantes. Desse montante apenas 6 milhões são servidores públicos. Logo, 89 milhões são empregados particulares. Deste total – ainda de acordo com o IBGE – 27% ganham o salário mínimo. Quem paga o salário mínimo? Os empregadores particulares. &lt;br /&gt;De todos os itens relacionados pela reportagem, doação é somente o caso do Programa Bolsa Família. Este sim. Através dele são distribuídas 12 milhões de bolsas mensais, no valor de 120 reais cada uma. Um caso típico, uma vez que os beneficiários não contribuíram com nada para receber o benefício. Citado foi também o seguro desemprego. Errado. Os recursos para pagar o salário desemprego vêm do FGTS, uma contribuição empresarial privada, nâo envolve recursos oficiais. É preciso raciocinar e distinguir bem os campos de análise. &lt;br /&gt;Não se pode dizer que os recursos oficiais sejam eminentemente assistenciais. Neste ângulo tudo que acontece no país é assistencial, já que todos nós, 195 milhões de seres humanos, agora sim, dependemos diretamente dos acertos e dos erros da administração pública nas várias escalas em que se divide. Sob este critério, não haveria a eterna fronteira entre o que é público e o que é privado. Direito não é benefício. Ele é adquirido através do tempo. E o melhor exemplo de direito adquirido não é o salário: é a propriedade. O salário pode ser interrompido. O bem particular não.  (Pedro do Coutto - Tribuna da Imprensa) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2156990874215331576?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2156990874215331576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/10/aposentadoria-nao-e-concessao-e-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2156990874215331576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2156990874215331576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/10/aposentadoria-nao-e-concessao-e-um.html' title='Aposentadoria não é concessão: é um direito'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2487038139617685104</id><published>2010-09-28T14:24:00.000-03:00</published><updated>2010-09-28T14:26:46.508-03:00</updated><title type='text'>Desaposentadoria cara</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Decisão da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais exige que segurado devolva tudo que recebeu no primeiro benefício, se quiser recalcular segunda aposentadoria &lt;br /&gt;A desaposentadoria ou desaposentação, recurso utilizado por muitos aposentados na Justiça para aumentar o valor do benefício, está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF), mas uma nova decisão da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU) jogou uma ducha de água fria nos segurados, porque exige a devolução de tudo o que foi pago no primeiro benefício. &lt;br /&gt;Homens e mulheres que se aposentaram, mas continuam no batente e contribuindo com os mesmos 11% dos trabalhadores ativos, vão aos milhares até os tribunais para pedir incremento de suas aposentadorias, contando com valores descontados após a entrada para a pseudoinatividade. Há uma divisão no entendimento dos juízes, que ainda não foi resolvida, mas o pedido de vistas na ação da Corte Suprema permitiu que essa nova decisão, desvantajosa, atingisse os interessados em cheio.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A TNU julgou caso de Santa Catarina nos dias 13 e 14 de setembro e aceitou o pedido de renúncia à aposentadoria para a obtenção de benefício mais vantajoso, com a contagem das contribuições posteriores. Mas a sentença obriga a segurada a devolver aos cofres públicos todos os valores anteriormente recebidos. &lt;br /&gt;O Rio de Janeiro já tem decisão favorável, diferente da de Santa Catarina, como O DIA publicou em 19 de setembro. No início do mês, um dos segurados foi contemplado com a desaposentação seguida da reaposentação sem ter que devolver o benefício. O advogado Eurivaldo Neves Bezerra explicou que não pediu a desistência da aposentadoria anterior, mas o incremento do benefício. “Alguns juízes entendiam que era preciso devolver tudo que o INSS pagou, já que o segurado renunciava à aposentadoria. Com isso, o INSS ganhava o direito de descontar 30% por mês até ‘quitar’ o débito. Nessa ação, nosso argumento foi o de incremento do benefício, porque ele se aposentou na proporcional, sem os 100% do salário de contribuição”, observou o especialista. &lt;br /&gt;À época da aposentadoria, o segurado não havia completado 35 anos de contribuição e 65 de idade — condições que garantem o pagamento de 100%. Agora, a Justiça Federal está calculando o valor do novo benefício. &lt;br /&gt;Quando o fator previdenciário é vantajoso &lt;br /&gt;O fator previdenciário é desvantajoso porque reduz as aposentadorias quando o segurado passa a receber o benefício muito cedo. Mas ele ajuda quando o caso é de desaposentadoria. Ao levar em consideração a idade, o tempo de contribuição e a expectativa de vida, quando esse novo cálculo acrescenta tempo de serviço e idade, o fator é maior, elevando também a renda mensal inicial. &lt;br /&gt;Para André Marques, presidente do Instituto dos Advogados Previdenciários de São Paulo (Iape), assim que o Supremo Tribunal Federal retomar o julgamento, o País tende a viver um tsunami de processos judiciais. Isso porque o ministro relator, Marco Aurélio de Mello, já admitiu publicamente que é contra a devolução do valor pago. &lt;br /&gt;“O pessoal está acordando para a injustiça que é contribuir sem nada em troca”, resumiu André Marques.  (LUCIENE BRAGA - O Dia Online) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2487038139617685104?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2487038139617685104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/desaposentadoria-cara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2487038139617685104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2487038139617685104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/desaposentadoria-cara.html' title='Desaposentadoria cara'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5575957800635952878</id><published>2010-09-27T20:14:00.000-03:00</published><updated>2010-09-27T20:16:59.824-03:00</updated><title type='text'>A Previdência e os candidatos</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em agosto a taxa de desemprego caiu ao recorde histórico de 6,7%, a contratação de trabalhadores com carteira assinada já se aproxima de 2 milhões e o aumento da arrecadação previdenciária fez o trabalho informal cair para 47% do mercado de trabalho. São números positivos que, aparentemente, reforçam o argumento da classe política e de alguns economistas de que a ampliação do emprego formal e da contribuição ao INSS, por si só, com o tempo tende a anular o déficit da Previdência. Portanto, seria dispensável uma reforma previdenciária. Só que os números resistem a dar a partida a essa trajetória do bem.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em 2008 o déficit do INSS foi de R$ 36,2 bilhões, em 2009 cresceu para R$ 43,6 bilhões e para 2010 o Ministério da Previdência projeta alcançar R$ 46 bilhões. Ou seja, nos últimos três anos a crescente expansão do emprego não foi capaz de reduzir nem sequer desacelerar a trajetória de crescimento do rombo previdenciário. &lt;br /&gt;Se a trajetória do INSS é ruim, mais explosiva ainda é a dos funcionários públicos federais. Em 2008 o déficit da previdência pública foi de R$ 41,1 bilhões, em 2009 saltou para R$ 47 bilhões e para 2010 não há projeção oficial, mas com certeza não ficará abaixo de R$ 50 bilhões. Ou seja, a previdência pública federal no Brasil beneficia menos de 1 milhão de aposentados, mas custa mais do que a de 27 milhões de trabalhadores privados vinculados ao INSS. Quando se fala em concentração de renda no Brasil os funcionários públicos costumam ser poupados. Obviamente por razões políticas, embora todos os anos as pesquisas do IBGE apontem Brasília como a cidade que exibe o maior PIB per capita do País. Mas veja, leitor, algumas comparações que mostram a disparidade entre a renda dos funcionários aposentados e a dos mais pobres (números do Ministério da Fazenda): &lt;br /&gt;Em 2009 o déficit da aposentadoria pública beneficiou apenas 937.260 pessoas, mas foi quatro vezes maior do que o valor pago a 13 milhões de famílias pobres (50 milhões de brasileiros) que receberam dinheiro do Bolsa-Família. &lt;br /&gt;O pagamento de aposentadorias e pensões desses 937 mil servidores custou ao contribuinte R$ 67 bilhões em 2009 e foi maior do que toda a verba destinada à saúde, que sustenta o SUS, toda a rede de hospitais públicos espalhados pelo País inteiro e atende, pelo menos, 130 milhões de brasileiros. &lt;br /&gt;Para o contribuinte de impostos (e os pobres pagam mais do que os ricos) os 937 mil aposentados públicos custaram mais do que os 27 milhões de aposentados privados vinculados ao INSS. &lt;br /&gt;Nesta campanha eleitoral os candidatos evitaram a todo custo revelar o que farão com a Previdência. É assunto que não dá voto, ao contrário, tira. Mas a matemática é uma ciência exata, não dá para brigar contra ela e os números mostram que eles terão de fazer ajustes se quiserem distribuir a renda pública com mais justiça social. Dilma Rousseff já disse que alterará a idade mínima de acesso à aposentadoria do INSS e calou em relação ao sistema público. José Serra e Marina Silva limitaram-se a mencionar genericamente a necessidade da reforma, sem nada detalhar. E os comentários que escapam das campanhas se restringem a pequenos ajustes nas regras do INSS, como fixar uma idade mais elevada (hoje é livre) para o cônjuge requerer pensão. Isso corrige uma parcela minúscula das causas do déficit, não o resolve. Tudo indica que o ajuste maior virá pela elevação da idade de acesso e rejeição no Congresso da proposta de eliminar o fator previdenciário. &lt;br /&gt;Os ajustes deveriam se concentrar nos privilégios da previdência pública. Mas é improvável que a candidata com chances de vencer desafie o funcionalismo e o Congresso com propostas ousadas, como a de igualar as regras da previdência pública às do INSS, como queria Lula em 2003 e acabou desistindo. No máximo, Dilma Rousseff vai tentar alterar as regras, mas só para quem vier a ingressar no serviço público no futuro, e manter os privilégios para os atuais. &lt;br /&gt;Com a população vivendo mais anos, é indispensável adaptar essa realidade aos direitos previdenciários. Mas aceitar a ideia é tão difícil...  (Suely Caldas - O Estado de S.Paulo-26.09) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5575957800635952878?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5575957800635952878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/previdencia-e-os-candidatos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5575957800635952878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5575957800635952878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/previdencia-e-os-candidatos.html' title='A Previdência e os candidatos'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-9190098781205284560</id><published>2010-09-23T13:59:00.001-03:00</published><updated>2010-09-23T14:03:14.206-03:00</updated><title type='text'>Anulada sentença que acatou demissão de diretora eleita da FAPERS</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em julgamento realizado no dia 26 de agosto de 2010, a 10ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) anulou a sentença que havia admitido a demissão da diretora eleita de seguridade da Fundação Assistencial e Previdenciária da Extensão Rural no Rio Grande do Sul – FAPERS, Luisa Helena de Siqueira. Os desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região entenderam que houve cerceamento na defesa da diretora eleita, e determinaram a oitiva das testemunhas arroladas que não foram inquiridas pelo Juiz de primeiro grau.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A arbitrária demissão havia ocorrido no ano de 2009 por ato de represália da patrocinadora em razão da diretora eleita de seguridade ter contrariado os interesses da patrocinadora. Havia vários problemas com os planos de benefícios da entidade que deveriam ser equacionados pela empresa patrocinadora (EMATER-RS), dentre os quais se destacava o reconhecimento e o pagamento de dívida, e a diretora eleita, no cumprimento de seu mandato, apontou e cobrou da patrocinadora o que era de responsabilidade desta. Como não podia cassar seu mandato, delegado pelo voto dos associados, a patrocinadora demitiu-a do emprego. &lt;br /&gt;Como anteriormente à decisão agora anulada a diretora eleita gozava da proteção de uma liminar que determinava sua reintegração no emprego, será providenciado o restabelecimento da vigência da mesma para que Luisa volte a receber seu salário. &lt;br /&gt;A ANAPAR atua no processo na condição de assistente da diretora eleita, representada pelo Dr. Ricardo Só de Castro, do Escritório de Direito Social.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-9190098781205284560?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/9190098781205284560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/anulada-sentenca-que-acatou-demissao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/9190098781205284560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/9190098781205284560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/anulada-sentenca-que-acatou-demissao-de.html' title='Anulada sentença que acatou demissão de diretora eleita da FAPERS'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8799424594746183943</id><published>2010-09-21T19:22:00.001-03:00</published><updated>2010-09-21T19:25:40.055-03:00</updated><title type='text'>Carta aberta ao Presidente Luis Inácio Lula da Silva</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Caro Presidente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os participantes de fundos de pensão brasileiros ficaram indignados quando o Sr. Carlos Eduardo Esteves Lima assumiu interinamente a Chefia da Casa Civil de vosso Governo. Este senhor foi protagonista, em 2002, de uma das páginas mais negras da história recente de nossa previdência complementar - interveio na Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, a PREVI, para reduzir a participação dos trabalhadores na gestão da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os associados dos fundos de pensão tinham a PREVI como um exemplo de modelo democrático de gestão dos recursos dos trabalhadores. A maioria dos membros dos conselhos deliberativo e fiscal e metade dos diretores eram eleitos pelo voto direto dos associados.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;. Este modelo de governança foi conquistado depois de muitos anos de luta e de negociação liderada pelos sindicatos e entidades representativas dos funcionários do Banco do Brasil. O Sr. Carlos Eduardo foi o agente que, por ato de força, derrubou autoritariamente este modelo, reduzindo o número de representantes dos associados, implantando o voto de minerva e extinguindo direitos como a possibilidade de votar em alterações estatutárias e regulamentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cidadão que ontem assumiu a Casa Civil do governo democrático foi agente de um ato de força equivalente aos piores momentos da ditadura. Como a Casa Civil, um espaço de poder onde se deve promover diariamente a negociação e o entendimento, pode ser ocupada por uma pessoa que se prestou a praticar violência tão profunda contra os trabalhadores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor é admirado no mundo inteiro por ter lutado pelas liberdades democráticas e pelos direitos dos trabalhadores. Como pode aceitar a participação, em tão alto posto de seu governo, de alguém que praticou atos de força dignos da ditadura que reprimiu e prendeu o senhor e seus companheiros de sindicalismo e de partido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos oito anos a sociedade brasileira avançou muito na convivência democrática e na redução das desigualdades e não pode mais aceitar a presença, no comando de um Governo apoiado pelas mais amplas camadas da população, de figuras que se prestam a este tipo de violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 17 de setembro de 2010.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANAPAR - Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8799424594746183943?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8799424594746183943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/carta-aberta-ao-presidente-luis-inacio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8799424594746183943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8799424594746183943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/carta-aberta-ao-presidente-luis-inacio.html' title='Carta aberta ao Presidente Luis Inácio Lula da Silva'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7059178134256070200</id><published>2010-09-16T20:04:00.001-03:00</published><updated>2010-09-16T20:09:32.507-03:00</updated><title type='text'>Brasil gasta 12% do PIB com aposentadorias</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Reforma não é consenso &lt;br /&gt;Um dos países que mais gasta com aposentadorias no mundo, o Brasil vê crescer a proporção de idosos no país sem conseguir avançar em um debate mais profundo sobre o papel da Previdência - e quem deve pagar por ela. &lt;br /&gt;De acordo com estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil gasta o equivalente a 12% do Produto Interno Bruto (PIB) no pagamento de aposentadorias e pensões, incluindo as previdências do setor público e privado. &lt;br /&gt;Essa proporção coloca o Brasil na 14ª posição entre os que mais gastam com previdência, em um universo de 113 países, segundo a pesquisa do Ipea. &lt;br /&gt;Como as contribuições não cobrem o total de benefícios, o resultado tem sido negativo. No ano passado, o Brasil registrou um déficit de R$ 90 bilhões na Previdência, considerando os regimes do setor público federal e do privado. &lt;br /&gt;Muitos especialistas costumam apontar esse déficit como um dos principais vilões das contas públicas no país. O argumento é de que, com a maior proporção de idosos e menos jovens, a conta poderá "explodir" no futuro. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Essa é uma questão de médio e longo prazos. Uma reforma é necessária, sim, não para simplesmente aumentar contribuições, mas para que o sistema seja mais justo e sustentável do ponto de vista fiscal", diz Felipe Salto, economista da Tendências consultoria. &lt;br /&gt;A necessidade de uma reforma, no entanto, está longe de ser um consenso. Entre economistas, há quem veja na Previdência uma forma de distribuição de renda, que não necessariamente precisa ser superavitária. &lt;br /&gt;"Não podemos olhar apenas a questão contábil. A Previdência cumpre um papel social importante no país e tem sido um dos principais motores do crescimento nos últimos anos", diz a professora Denise Lobato Gentil, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). &lt;br /&gt;Idade mínima &lt;br /&gt;Um dos pontos mais polêmicos do regime previdenciário brasileiro é a aposentadoria por tempo de contribuição, que na prática permite ao trabalhador se aposentar a qualquer idade. &lt;br /&gt;Muitos países têm colocado em prática a política da idade mínima, impedindo a aposentadoria antes desse período, que costuma ser de 65 anos de idade para homens 60 anos para mulheres. &lt;br /&gt;De 2000 a 2006, os aposentados brasileiros na área urbana tinham, em média, 53,8 anos de idade. Já as mulheres deixaram o mercado de trabalho ainda mais cedo, por volta dos 51,2 anos. &lt;br /&gt;"Esse é um dos pontos que precisa ser revisto. A expectativa de vida aumentou, e a parcela de idosos na sociedade também só tende a crescer, o que vai exigir um gasto fiscal ainda maior", diz Salto, da Tendências. &lt;br /&gt;Já a economista da UFRJ é contra a ideia de mudança nesse ponto. Segundo ela, a imposição de uma idade mínima para a aposentadoria não vai garantir que o trabalhador continue no mercado de trabalho. &lt;br /&gt;"De que adianta impor uma idade mínima de 65 anos, se na prática do mercado de trabalho quem tem mais de 40 anos já tem dificuldade em encontrar emprego?", questiona Denise. &lt;br /&gt;Crescimento econômico &lt;br /&gt;Para Denise Gentil, a "melhor reforma" que o país pode fazer quanto ao sistema previdenciário é atrair um maior número de contribuintes - ou seja, ampliar a massa de trabalhadores formais. &lt;br /&gt;"O segredo não está na reforma, mas sim no crescimento econômico. Se tivermos geração de empregos, especialmente com carteira assinada, o sistema estará mais equilibrado e mais justo", diz. &lt;br /&gt;"O que resolve o problema da previdência é crescimento, lucro e faturamento", acrescenta. &lt;br /&gt;A economista da UFRJ se refere à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) - cuja arrecadação também serve como receita ao pagamento de aposentadorias no país. &lt;br /&gt;O economista da Tendências, por sua vez, concorda que a formalização do emprego contribui para o equilíbrio das contas, mas sua avaliação é de que o crescimento "sozinho" não resolve a questão. &lt;br /&gt;"Por mais que a economia cresça, a tendência é de que a proporção de idosos seja maior", diz Salto. &lt;br /&gt;"Precisamos lembrar que gastos maiores com a previdência significam despesas menores em outras áreas, como educação e infraestrutura", completa. &lt;br /&gt;Distorções &lt;br /&gt;Apesar da falta de consenso sobre a necessidade de uma reforma, os especialistas tendem a concordar que o sistema brasileiro tem "distorções" e que, por isso, alguns "ajustes" são necessários. &lt;br /&gt;Entre os pontos de concordância está a aposentadoria de parte do serviço público. No Legislativo federal, por exemplo, muitos servidores têm direito a um benefício equivalente ao último salário, de forma integral - mesmo não tendo contribuído por menos de 10 anos, em alguns casos. &lt;br /&gt;Além disso, os inativos da esfera federal têm seus benefícios reajustados sempre que os ativos recebem um aumento. &lt;br /&gt;Desde 2000, o valor gasto pelo governo com os aposentados da esfera pública cresceu mais de três vezes acima da inflação. &lt;br /&gt;Para a professora da UFRJ, o sistema previdenciário do setor público é "concentrador de renda", ao contrário do INSS, que tende a ser "distribuidor de renda". &lt;br /&gt;"Há distorções, sim, no regime de aposentadoria do setor público, que acaba beneficiando, e muito, um pequeno grupo de inativos", diz Denise. &lt;br /&gt;Salto também vê "privilégios" nas aposentadorias pagas na esfera pública, mas segundo ele, uma reforma só será possível quando o governo fizer, primeiro, uma reestruturação nos seus "próprios gastos". &lt;br /&gt;"Qualquer discussão sobre reforma previdenciária, seja no público ou privado, será viável apenas depois que o governo mudar seu próprio comportamento fiscal", diz. &lt;br /&gt;"Só assim o governo terá legitimidade para colocar o assunto em discussão na sociedade", acrescenta o economista da Tendências.    (O Globo Online). &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7059178134256070200?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7059178134256070200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/brasil-gasta-12-do-pib-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7059178134256070200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7059178134256070200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/brasil-gasta-12-do-pib-com.html' title='Brasil gasta 12% do PIB com aposentadorias'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4805716293111500547</id><published>2010-09-16T20:01:00.000-03:00</published><updated>2010-09-16T20:04:03.938-03:00</updated><title type='text'>Anapar: Retirada de patrocínios</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Associação contesta suspensão de contribuições em retiradas de patrocínio &lt;br /&gt;Ao formalizarem pedido de retiradas de patrocínio de planos de previdência, é como as empresas patrocinadoras também comunicarem a suspensão imediata de suas contribuições e determinarem que nenhum novo benefício seja concedido pelo plano a partir deste comunicado. Seguindo esta prática, a Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul suspendeu, desde outubro de 2009, suas contribuições para os Planos FIEMSPREV e Sistema FIEMS, administrados pela PREVISC – Sociedade de Previdência Complementar do Sistema Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo a Assessoria jurídica da ANAPAR este procedimento não tem amparo na legislação previdenciária vigente, uma vez que o artigo 25 da Lei Complementar nº 109/2001 determina que o patrocinador que venha a retirar o patrocínio de plano de benefícios cumpra com a totalidade dos compromissos assumidos com a entidade e com os participantes até a data da retirada, que deverá ocorrer somente quando o processo for aprovado pela Superintendência da Previdência Complementar (PREVIC). &lt;br /&gt;A ANAPAR encaminhou notificações extrajudiciais à patrocinadora e à entidade, solicitando providências no sentido de se restabelecer imediatamente as contribuições e o aporte dos valores retroativos não recolhidos. &lt;br /&gt;Também foi encaminhado ofício à PREVIC solicitando que o órgão fiscalizador tome providências para fazer cumprir o regulamento do plano e cumpra suas funções legais de preservar os interesses e proteger os direitos dos participantes, evitando os enormes prejuízos advindos da suspensão das contribuições e da concessão de novos benefícios. &lt;br /&gt;“A suspensão das contribuições e a não concessão de benefícios determinadas por medida unilateral das patrocinadoras, antes da aprovação formal do processo de retirada é uma aberração, e não pode continuar sendo referendada pela PREVIC”, avalia Cláudia Ricaldoni, presidente da ANAPAR.   (Boletim) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4805716293111500547?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4805716293111500547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/anapar-retirada-de-patrocinios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4805716293111500547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4805716293111500547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/anapar-retirada-de-patrocinios.html' title='Anapar: Retirada de patrocínios'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1514397180700795801</id><published>2010-09-09T17:03:00.001-03:00</published><updated>2010-09-09T17:06:01.372-03:00</updated><title type='text'>Envelhecimento põe País em situação-limite</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Autor do estudo Enriquecer antes de envelhecer: redução da fertilidade e crescimento econômico no Brasil, o economista Jorge Saba Arbache Filho sustenta que o envelhecimento da população está levando o País a uma situação-limite. Ele defende estratégias para reverter a situação, o que inclui proposta de subsídio a famílias para que tenham mais filhos. &lt;br /&gt;A Pnad 2009 mostra que houve ligeiro aumento na taxa de fecundidade. Esse dado tem algum impacto sobre o envelhecimento da população? &lt;br /&gt;Não. O que é importante nesse caso é a tendência - e a tendência é muito clara (de queda da fecundidade).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Qual a consequência de uma população envelhecida com taxa de fecundidade baixa? &lt;br /&gt;Não tem achismo. Basta que a gente olhe para o que aconteceu com os países desenvolvidos. O que se tem é aumento dos custos da previdência, do financiamento da saúde pública. O que distingue o Brasil desses países é que estamos entrando num processo de rápido amadurecimento da população antes de o País ficar rico. É como ir para uma guerra sem ter os instrumentos para enfrentá-la. &lt;br /&gt;O que é preciso para reverter essa situação? &lt;br /&gt;O trabalho aponta sugestões bastante óbvias, que vão desde mudanças na legislação trabalhista, para encorajar mulheres a terem mais filhos. E o subsídio, que é uma coisa impensável no Brasil, mas um assunto que nós temos de tratar seriamente: subsidiar as famílias para que elas considerem ter mais filhos.   (Clarissa Thomé - O Estado de S.Paulo) &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1514397180700795801?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1514397180700795801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/envelhecimento-poe-pais-em-situacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1514397180700795801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1514397180700795801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/envelhecimento-poe-pais-em-situacao.html' title='Envelhecimento põe País em situação-limite'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-3746054733131152799</id><published>2010-09-09T16:45:00.001-03:00</published><updated>2010-09-09T17:02:20.186-03:00</updated><title type='text'>França: Sarkozy defende reforma previdenciária</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Presidente francês quer passar a idade mínima de 60 para 62 anos &lt;br /&gt;O presidente da França, Nicolas Sarkozy, recusou-se ontem a desistir de seus planos para elevar a idade de aposentadoria no país de 60 para 62 anos, mesmo após grandes greves e protestos. Ele acenou, porém, com medidas para tentar se aproximar das centrais sindicais. &lt;br /&gt;- Esta é uma reforma essencial. É normal que gere preocupações e grandes manifestações, como foi o caso de ontem. Eu estou ciente dos temores que foram expressos - disse o presidente.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No entanto, ele excluiu a possibilidade de recuar no tema da idade para a aposentadoria. &lt;br /&gt;- É o caminho mais razoável e é o escolhido por todos os outros países, e o escolhido pelo governo porque estamos vivendo mais - disse Sarkozy. Ele ressaltou que recusou outras soluções para cortar o déficit previdenciário, como elevar impostos ou reduzir as atuais aposentadorias. &lt;br /&gt;Os protestos contra a reforma levaram mais de um milhão às ruas pelo país. Greves causaram grandes problemas nos serviços públicos e no sistema de transportes, no tema visto como um grande teste da capacidade do governo para realizar reformas estruturais a fim de reduzir o déficit público. Uma central de centro-esquerda, a CFDT, afirmou ontem que 2,5 milhões de pessoas participaram das manifestações pelo país. Apenas em Paris, 270 mil pessoas compareceram, afirmou a central. &lt;br /&gt;Sarkozy ofereceu alguns ajustes na reforma, sobretudo em carreiras consideradas mais árduas. Atualmente, a reforma prevê que os trabalhadores com uma incapacidade de trabalho acima ou igual a 20% ainda poderão se aposentar aos 60 anos. Sarkozy disse querer que a reforma preveja que aqueles com nível de incapacidade acima de 10% possam também se aposentar aos 60 anos. Esses casos ficariam a cargo de uma comissão especial. &lt;br /&gt;Os sindicatos garantem que essas concessões - já levantadas por ministros e conselheiros - não serão suficientes para impedir os protestos. Falando na rádio France Info mais cedo nesta quarta-feira, o chefe do sindicato, Ouvriere, Jean-Claude Mailly, disse que a reforma deve ser totalmente refeita. &lt;br /&gt;- Nós veremos o que aparecerá mais tarde, mas não vemos como poderíamos ficar satisfeitos. Eu não sei como nós podemos escapar de outro dia (de greves) - afirmou ele. &lt;br /&gt;Os sindicatos se reunirão na tarde desta quarta-feira para discutir uma resposta às declarações de Sarkozy.    (Agência Estado) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-3746054733131152799?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/3746054733131152799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/franca-sarkozy-defende-reforma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3746054733131152799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/3746054733131152799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/franca-sarkozy-defende-reforma.html' title='França: Sarkozy defende reforma previdenciária'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1871499825487467085</id><published>2010-09-02T18:24:00.000-03:00</published><updated>2010-09-02T18:26:33.621-03:00</updated><title type='text'>Ministro reafirma a importância da Previdência Complementar</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, reafirmou a importância da Previdência Complementar para o país e para os trabalhadores, ao participar, na tarde de ontem, em Brasília, do seminário “Fundos de Pensão: Desenvolvimento Social e Econômico do País e Direitos dos Trabalhadores”, promovido pela Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (ANAPAR).&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O ministro disse que a ideia é valorizar cada vez mais a Previdência Complementar e sugeriu que sejam feitas algumas adequações para que os participantes das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) – fundos de pensão - sejam mais protegidos, acrescentando ser preciso garantir o fortalecimento, a segurança e a estabilidade dos fundos de pensão. “Cada entidade deve ser capaz de cumprir seu papel, que é garantir a melhor renda dos trabalhadores no futuro”, completou. &lt;br /&gt;Ele afirmou ainda que os fundos de pensão tiveram papel fundamental durante o enfrentamento da crise financeira, e que o Ministério da Previdência Social (MPS) vai continuar com sua política de redistribuir renda, garantindo os direitos e a cidadania aos trabalhadores. “Depois da crise que o país enfrentou, podemos dizer com toda segurança que a Previdência não é um problema e, sim, uma solução”, lembrou. &lt;br /&gt;O ministro pediu a todos representantes das EFPCs que assumam a continuidade da defesa da Previdência Complementar, da garantia aos direitos dos participantes e a proteção dos trabalhadores. &lt;br /&gt;Segundo o secretário de Políticas de Previdência Complementar (SPPC), do Ministério da Previdência Social, Murilo Barella, encontros como o de ontem são importantes para aprofundar a discussão sobre o papel das EFPCs e dos trabalhadores dentro deste contexto. (AgPrev)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-1871499825487467085?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/1871499825487467085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/ministro-reafirma-importancia-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1871499825487467085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/1871499825487467085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/09/ministro-reafirma-importancia-da.html' title='Ministro reafirma a importância da Previdência Complementar'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4743956418792515052</id><published>2010-08-31T10:31:00.000-03:00</published><updated>2010-08-31T10:36:39.214-03:00</updated><title type='text'>Envelhecimento da população desafia o mercado</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Interesse pela mão de obra de idosos cresce, mas não acompanha acelerado avanço da faixa etária &lt;br /&gt;Procura-se profissional acima dos 60 anos... Para um mercado de trabalho que insiste em enxergar o Brasil como um país jovem, o anúncio de emprego pode sugerir um trote. Mas não é. Gente como o comerciante Antônio Fiori, a empresária Márcia Lima Gabionetta e a assistente social Renata Hauck faz parte de um pequeno, mas promissor, grupo de empregadores que resolveu trocar o vigor da juventude pela experiência e a assiduidade dos mais velhos. Para as vagas abertas em seus negócios, eles optaram pelo trabalhador idoso. &lt;br /&gt;As projeções indicam que o país a ser revelado pelo Censo 2010 do IBGE terá um contingente de 14 milhões de idosos. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reforçam o fenômeno: se a população total cresce à taxa de 0,9% ao ano, o incremento de pessoas acima dos 60 anos avança quatro vezes mais (3,8% anuais). &lt;br /&gt;Para muitos, os números sinalizam um problema quando cruzados com as contas da Previdência ou com o sistema de saúde. Há outros, porém, que preferem entendêlos como nicho de negócios: - O retorno é garantido. Os idosos são pessoas responsáveis e centradas. Não dão trabalho, não faltam. Já os jovens têm outras ambições, como as baladas do fim de semana - afirma o comerciante paulista Antônio Fiori, dono de uma fornecedora de areia e pedras, que acaba de contratar um idoso para gerente.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como o país está envelhecendo, o desafio civilizatório que se impõe, preveem os demógrafos, é aumentar a idade produtiva da população. Em vez de estimular a ociosidade da terceira idade ou alterar o fator previdenciário, para evitar que o equilíbrio atuarial fique insustentável, a alternativa seria dotar os idosos de capacidade física para adiar a retirada da vida produtiva. &lt;br /&gt;- O Brasil não estava preparado para envelhecer. Se a perspectiva era se aposentar e viver no máximo oito anos, hoje a pessoa chega a ter mais 20, 30 anos de vida. Nenhuma sociedade pode jogar fora essa mão de obra - diz o médico Renato Veras, diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati/Uerj). &lt;br /&gt;No caminho de volta ao mercado, o aposentado tem deixado a carteira de trabalho em casa. Quase metade dos trabalhadores ocupados acima dos 60 anos (44%) é autônoma, enquanto 31,4% são assalariados, 9,8%, empregados domésticos e 9,7%, empregadores. &lt;br /&gt;- Há dois tipos de idosos no mercado informal: o mais escolarizado, que geralmente é um profissional liberal e se beneficia de sua experiência, e o menos escolarizado, que encontramos muito na agricultura - explica a economista Ana Amélia Camarano, coordenadora de Pesquisa em População e Cidadania do Ipea. &lt;br /&gt;No ano passado, 55% da população masculina entre 60 e 69 anos ainda trabalhavam. Muitos, principalmente nas faixas de renda mais baixas, prolongaram a idade produtiva para reforçar a diminuta aposentadoria quando a família cresceu. &lt;br /&gt;Um deles é Horacildo de Castro, de 69 anos, que virou homemplaca pelas ruas de São Paulo. &lt;br /&gt;Ex-metalúrgico da Mafersa, Horacildo passou em casa os primeiros anos da aposentadoria, na década de 90. Até que a sua mulher resolveu adotar uma recém-nascida. &lt;br /&gt;Desde então, o velho operário do aço trabalha com outros metais: fica nove horas por dia na rua para ganhar R$ 20 anunciando a compra de ouro, platina e brilhantes. &lt;br /&gt;- Sem o biscate, não daria para criar a menina. Carrego a placa faça chuva, faça sol. Os seguranças das lojas vivem me tocando para outro lugar - diz o homem-placa, cuja filha de criação já tem 15 anos. &lt;br /&gt;Mas, apesar das intempéries, Horacildo segue em frente. E é isso que encanta os empregadores que têm optado pela terceira idade. &lt;br /&gt;Com o idoso, não há tempo ruim. &lt;br /&gt;Principalmente quando o desafio profissional é conviver com pessoas da mesma idade. &lt;br /&gt;A assistente social Renata Hauck ajudou a tia, médica, a procurar uma aposentada para ser funcionária do seu consultório, em Belo Horizonte: - Jovens têm sempre problemas. &lt;br /&gt;O namorado ou o filho pequeno. &lt;br /&gt;Se faltam, não há como minha tia fazer os procedimentos do consultório. &lt;br /&gt;Aposentada não tem filho pequeno. Contratamos uma senhora simpática, com experiência de vida. Passa algo agradável às pacientes na sala de espera. &lt;br /&gt;O aposentado representa um baixo custo. Não faz questão de carteira assinada e vê o salário como um complemento de renda. Há casos em que nem salário é necessário. &lt;br /&gt;Com vasta experiência acumulada, saúde e vontade de contribuir, o aposentado abraça o voluntariado. &lt;br /&gt;Na prefeitura de Niterói, por exemplo, os responsáveis por licitações suam frio quando chega o aposentado Guilherme Magalhães. &lt;br /&gt;Ele é um dos trabalhadores idosos qualificados que fazem da experiência a senha para o reingresso na vida produtiva. Ex-gerente de Negócios do Banco do Brasil, onde trabalhou por 32 anos, Magalhães é hoje fiscal voluntário do Observatório Social da cidade, ONG de olho nas contas municipais. &lt;br /&gt;- As pessoas não acreditam que você pode mudar a realidade. &lt;br /&gt;Além disso, precisamos nos sentir produtivos, mesmo sem remuneração - orgulha-se Magalhães. &lt;br /&gt;Não são poucos os casos de aposentados que, sentindo-se produtivos, encontraram as portas do mercado fechadas ou quebraram a cara ao tentar um negócio. O paulista Luiz Pinto Cepinho, também bancário, aderiu ao plano de demissões voluntárias do BB, montou restaurante e faliu. &lt;br /&gt;Hoje, sobrevive como fotógrafo de festas, e luta para voltar ao BB pela via judicial. &lt;br /&gt;Demissões espontâneas, aposentadoria compulsória e outros mecanismos encurtam a vida ativa de milhares de trabalhadores. &lt;br /&gt;Há lugares, porém, em que a experiência com os mais velhos foi tão boa que motivou a continuidade: - Perdi um serralheiro que ainda trabalhava quando morreu aos 80. Para substituí-lo, quero outro idoso - diz a empresária Márcia Lima Gabionetta, dona de uma fábrica de tendas e barracas para feiras.   (Chico Otavio - O Globo)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4743956418792515052?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4743956418792515052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/08/envelhecimento-da-populacao-desafia-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4743956418792515052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4743956418792515052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/08/envelhecimento-da-populacao-desafia-o.html' title='Envelhecimento da população desafia o mercado'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2772216913215363481</id><published>2010-08-31T10:27:00.000-03:00</published><updated>2010-08-31T10:29:36.872-03:00</updated><title type='text'>Ministro: Importância da previdência complementar</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Encontro em São Paulo discute a estrutura jurídica do regime disciplinar &lt;br /&gt;A participar nesta segunda-feira (30) do seminário “A Nova Estrutura Jurídica do Regime Disciplinar da Previdência Complementar”, o ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, ressaltou a importância da previdência complementar para a economia do país, principalmente após a nova concepção do setor implementada nesse governo.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo Gabas, “o Estado brasileiro tem o papel de organizar as relações com a sociedade que contribui e recolhe impostos. Por isso não pode estabelecer regras sem ouvir a sociedade”, ao comentar a importância da discussão no seminário realizado pela Associação Brasileira de Entidades de Previdência Complementar (Abrapp) e pelo Centro de Estudos Jurídicos (Cejuprev), em São Paulo. &lt;br /&gt;O ministro agradeceu a disposição dos presentes em contribuir para atingir objetivos que deem tranquilidade aos dirigentes das entidades fechadas e na elaboração de normas para a constituição de uma previdência que seja capaz de atender, incluir e proteger mais pessoas. &lt;br /&gt;O diretor-superintendente da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), Ricardo Pena, destacou a importância da ajuda de todos para construir um quadro com bastante segurança jurídica, objetivo da discussão sobre a estrutura jurídica do regime disciplinar. O diretor da Secretaria de Políticas de Previdência Complementar, Paulo César dos Santos, representando o secretário Murilo Barella, integrou os debates sobre a nova estrutura do regime disciplinar. &lt;br /&gt;Adacyr Reis, ex-secretário de Previdência Complementar do Ministério e coordenador do Cejuprev, esclareceu que um dos objetivos do Cejuprev é a disseminação do conhecimento. Participou também da abertura o vice-presidente do Conselho Deliberativo da Abrapp, Reginaldo José Camilo.  (AgPrev) &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2772216913215363481?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2772216913215363481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/08/ministro-importancia-da-previdencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2772216913215363481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2772216913215363481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/08/ministro-importancia-da-previdencia.html' title='Ministro: Importância da previdência complementar'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-8284310693734122322</id><published>2010-07-27T16:14:00.001-03:00</published><updated>2010-07-27T16:16:57.436-03:00</updated><title type='text'>Projetos beneficiam aposentados que continuam trabalhando</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Aposentados que voltam a trabalhar têm duas boas notícias que talvez possam começar a ser comemoradas. Propostas do senador Raimundo Colombo (DEM) foram aprovadas pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) e, se postas em vigor, deverão beneficiar vovôs e vovós que ainda estão no batente. &lt;br /&gt;O primeiro projeto, o PLS 56/2009, propõe o fim das contribuições previdenciárias pagas pelos aposentados que optam por continuar trabalhando após a aposentadoria. &lt;br /&gt;Se o projeto for aprovado, o aposentado deixaria de ter descontado para o INSS mensalmente de seu salário um percentual (que hoje é obrigatório) que varia entre 8% e 20% de seu contra-cheque. O aposentado que retorna ao trabalho fica obrigado a recolher contribuições para a Previdência Social sem jamais se beneficiar com o recolhimento dessas contribuições porque não poderá ter uma segunda aposentadoria nem essas contribuições gerarão qualquer tipo de benefício pelo INSS a quem já é aposentado.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hoje 62,4% dos idosos e 37,6% das idosas do Brasil são chefes de família. &lt;br /&gt;Não existam dados específicos atualizados sobre o número de aposentados atuantes no mercado de trabalho no Brasil, mas sabe-se que hoje 62,4% dos idosos e 37,6% das idosas são chefes de família, segundo o Censo 2000. A aprovação do projeto, portanto, beneficiaria parcela significativa da população. &lt;br /&gt;O outro projeto do senador democrata sugere que os aposentados que voltaram a se empregar mesmo após a aposentadoria possam movimentar mensalmente sua conta vinculada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Isso valeria para os depósitos feitos após a aposentadoria, visto que esses trabalhadores já cumpriram os requisitos para o saque. &lt;br /&gt;Isso soa como música para os ouvidos dos aposentados que continuam como arrimo de família, sustentando filhos e netos mesmo após cumprirem suas décadas de trabalho. Afinal, poucos voltam a trabalhar após aposentar-se só porque sentem falta da rotina de atividades. Na verdade, são os valores defasados dos benefícios pagos hoje pela Previdência Social no Brasil que forçam muitos a continuar na ativa mesmo depois que conseguiram a tão sonhada aposentadoria.  (Paulo Perazzo - JC Online) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-8284310693734122322?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/8284310693734122322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/07/projetos-beneficiam-aposentados-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8284310693734122322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/8284310693734122322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/07/projetos-beneficiam-aposentados-que.html' title='Projetos beneficiam aposentados que continuam trabalhando'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7500819670786372433</id><published>2010-07-12T13:59:00.001-03:00</published><updated>2010-07-12T14:01:57.495-03:00</updated><title type='text'>Benefícios acima do piso tiveram reajuste superior à inflação</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para os aposentados que ganham acima do mínimo, aumentos dependem de negociações entre poderes Executivo, Legislativo e sindicatos &lt;br /&gt;Apesar das perdas reclamadas, os aposentados que recebem benefícios acima do piso da Previdência também tiveram ganhos reais nos últimos anos. A diferença básica, no tamanho dos reajustes, é que o piso previdenciário tem a garantia constitucional de que nunca ficará abaixo do salário mínimo. Já os benefícios com valor acima do mínimo ganham a reposição da inflação, mas o ganho real depende de uma regra definitiva que nunca foi aprovada. &lt;br /&gt;De maio de 1995 a fevereiro do ano passado, os benefícios do piso foram reajustados em 564.27% - para um INPC de 217,5% e um IPCA de 211%. Os benefícios com valores previdenciários acima do piso foram reajustados em 287,7% - para um INPC de 217,6% e um IPCA de 211,6%.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O artigo 58 das Disposições Transitórias da Constituição manda rever os benefícios previdenciários e diz que eles devem manter o "poder aquisitivo expresso em número de salários mínimos". Mas também manda obedecer aos planos de custeio da seguridade social. De lá para cá, enquanto o piso previdenciário ficou explicita e legalmente vinculado ao reajuste do salário mínimo, os ganhos reais dos benefícios acima do mínimo foram sendo conquistados ao sabor das negociações entre os Poderes Executivo e Legislativo, sindicatos e representantes das associações dos aposentados. &lt;br /&gt;Em julho de 1991, quase três anos depois da promulgação da Constituição, a Lei nº 8.213, que trata da plano de benefícios do Regime Geral da Previdência , definiu que os benefícios acima do piso também seriam reajustados na mesma data do mínimo. &lt;br /&gt;Definiu, também, que a reposição da inflação seria calculada com base no INPC e pela variação acumulada em 12 meses. &lt;br /&gt;Em dezembro de 1992 chegou a ser aprovada outra lei, de número 8.542, que tratava da Política Nacional de Salários. Essa lei trocou o INPC pelo Índice para Reajuste do Salário Mínimo, o IRSM. No governo Itamar Franco, em uma nova lei, de maio de 1994, os benefícios previdenciários foram convertidos em URVs (Unidade Real de Valor) e os reajustes feitos anualmente com base em um novo índice, o IPC-r (Índice de Preço ao Consumidor do Real). No auge do Real, os benefícios acima do piso ganharam reajustes iguais aos do salário mínimo - mesmo quando o IPC-r, índice em vigor, era menor. Com a Medida Provisória 1.415, de abril de 1996, o IGP-DI passou a ser adotado para o reajuste dos benefícios previdenciários. Em 2001, outra MP passou a decisão para competência do Planalto. Em 2002, um decreto ressuscitou o INPC como referência da inflação acumulada.  (Rafael Moraes Moura e Rui Nogueira - O Estado de S.Paulo-10.07) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7500819670786372433?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7500819670786372433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/07/beneficios-acima-do-piso-tiveram.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7500819670786372433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7500819670786372433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/07/beneficios-acima-do-piso-tiveram.html' title='Benefícios acima do piso tiveram reajuste superior à inflação'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7765043537093180129</id><published>2010-06-28T19:22:00.001-03:00</published><updated>2010-06-28T19:42:58.099-03:00</updated><title type='text'>Aposentadorias agravam desigualdade no Brasil</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Previdência de servidor garante 9% da renda dos mais ricos e só 0,9% dos mais pobres. Para analistas, INSS também é injusto &lt;br /&gt;O sistema previdenciário brasileiro corrobora o alto nível de desigualdade no país. Na primeira vez que o IBGE levantou o peso das aposentadorias dos servidores públicos para as famílias brasileiras, constatou que, entre os mais ricos (com renda familiar superior a R$ 10.375), esses benefícios representam 9% dos ganhos mensais. Mas, para as famílias mais pobres, com renda de até R$ 830, o peso das aposentadorias e pensões da previdência pública é de apenas 0,9%, mostrou a última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada semana passada. &lt;br /&gt;Ou seja, trata-se de um gasto público que beneficia, principalmente, os mais ricos. &lt;br /&gt;Os benefícios do INSS, porém, vão no caminho inverso. &lt;br /&gt;As aposentadorias e pensões do regime geral respondem por 15,5% dos rendimentos totais das famílias que recebem por mês até R$ 830. Três vezes mais do que no grupo dos mais ricos, com ganhos acima de R$ 10.375, cuja participação é de 5%. &lt;br /&gt;Para o especialista em finanças públicas Amir Khair, não é a Previdência a vilã do sistema de aposentadorias do país. Em vez disso, um sistema que acaba permitindo as altas aposentadorias do servidores públicos, incluindo do Judiciário e do Legislativo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma regulamentação eficiente, diz, ajudaria a combater a desigualdade do país. &lt;br /&gt;- A maior política de seguridade social e de transferência de renda é a Previdência. &lt;br /&gt;IBGE: desigualdade começa já no mercado de trabalho Para Marcia Quintslr, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, esta desigualdade decorre da própria inserção dos trabalhadores no mercado de trabalho, antes mesmo de atingirem a idade da aposentadoria. &lt;br /&gt;- Conforme a classe de rendimentos vai aumentando, o peso do INSS vai diminuindo. &lt;br /&gt;Segundo Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), a Previdência no Brasil de maneira geral reforça uma distribuição de renda injusta. Segundo ele, os gastos previdenciário do Brasil são compatíveis com o de países desenvolvidos. &lt;br /&gt;O estado joga dinheiro pelo helicóptero. Mas, na hora de abrir as portas para os pobres, joga moedas. Na hora de abrir as portas para os ricos, joga notas de cem reais. É quase um bolsa para a classe A e B, que tem 18,9% de suas rendas vindo das aposentadorias. É o pobre que precisa é que deveria receber mais do governo. Pelo atual sistema previdenciário, replicamos a desigualdade. &lt;br /&gt;Pelas suas contas, sai bem mais caro reduzir a desigualdade via Previdência do que por programas sociais, como o Bolsa Família: 384% a mais. &lt;br /&gt;- O Brasil diminui sua desigualdade, mas poderia ter reduzido muito mais. Para erradicar a pobreza, por exemplo, o Bolsa Família poderia custar R$ 11,2 bilhões por ano. Já somente o reajuste das aposentadorias de 7,7%, aprovado pelo presidente Lula, custará R$ 4,5 bilhões ao ano e isso ainda é um gasto crescente, dado o envelhecimento populacional - comentou Neri, para quem, ao gastar tanto com o regime previdenciário, o governo deixa de investir no futuro das crianças. &lt;br /&gt;A economista Margarida Gutierrez, do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (Coppead), da UFRJ, está convencida que a realidade mostrada pela POF é a prova de que o sistema previdenciário brasileiro precisa mudar: - O país deveria adotar um regime de capitalização, para que passasse a haver uma correspondência entre o valor da contribuição e do benefício. O sistema previdenciário brasileiro é totalmente injusto, além de perpetuar a desigualdade social. &lt;br /&gt;'Ainda temos aposentadoria aos 54 anos. Isso é absurdo' Só que, para a economista, a injustiça atinge ricos e pobres, já que o sistema previdenciário não adota uma idade mínima para liberar os benefícios: - Mesmo o presidente Lula tendo vetado o fim do fator previdenciário recentemente, ainda temos trabalhadores no Brasil se aposentando aos 54 anos. Isso é um absurdo. &lt;br /&gt;Trabalhador braçal desde criança nos engenhos do município de Rio Formoso, a 92 quilômetros do Recife, o pernambucano Severino Luís da Silva, 56, está na base da pirâmide dos aposentados brasileiros: ganha R$ 510, gasta R$ 200 só com remédios da família e sempre fecha o mês devendo o que vai ganhar no seguinte. Acha injusto receber só um salário mínimo de aposentadoria, porque trabalhava muito no corte de cana, onde ganhava por produção e chegava a fazer o equivalente a dois mínimos por mês. &lt;br /&gt;- Compro o remédio da mulher, de uma filha, e ficam sobrando seis bocas para comer. &lt;br /&gt;Fazer o quê? Comprar e ficar devendo no mercadinho - diz o trabalhador, acrescentando nunca ter pensado que ganharia menos depois de se aposentar. &lt;br /&gt;- Acho que a mulher do INSS me enrolou. Todo dia 30 sobra mês e falta dinheiro. Quando vira a página da folhinha (calendário) já estou devendo R$ 150 no mercadinho.   (Fabiana Ribeiro, Letícia Lins e Liana Melo - O Globo-27.06) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7765043537093180129?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7765043537093180129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/aposentadorias-agravam-desigualdade-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7765043537093180129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7765043537093180129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/aposentadorias-agravam-desigualdade-no.html' title='Aposentadorias agravam desigualdade no Brasil'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-4342102726475185060</id><published>2010-06-22T16:43:00.001-03:00</published><updated>2010-06-22T16:48:29.573-03:00</updated><title type='text'>Educação Previdenciária: Uma necessidade do brasileiro</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O advogado Roberto Eiras Messina atua há mais de 20 anos no campo previdenciário e tem uma certeza: o brasileiro ainda levará algum tempo para dar à previdência complementar a importância devida. “Na maioria dos países que compõem a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) mais da metade da população economicamente ativa tem cobertura previdenciária complementar. No Brasil, estamos em 2%”, afirma. &lt;br /&gt;Poupar hoje para não passar por privações amanhã deveria ser uma preocupação de todos, mas não é. Se o brasileiro, contudo, passar a ter conhecimento das normas que regem a previdência complementar no país, da transparência e dos sistemas de fiscalização demarcados pela Lei Complementar 109 / 2001, esse quadro de desleixo em relação ao futuro se reverterá. É nisso que aposta Messina, que lançou recentemente o áudio-livro “Tudo O Que Você Precisa Ouvir Sobre Previdência Complementar”, pela Editora Saraiva, voltado tanto para advogados quanto para o público em geral. “No áudio-livro eu procuro transmitir desde conceitos de previdência complementar &lt;br /&gt;até análise das regras que o ordenamento jurídico traz sobre a matéria.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Trata-se de uma obra que visa a expandir a cultura previdenciária”, diz o autor. &lt;br /&gt;Membro da Comissão Técnica Nacional de Assuntos Jurídicos da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Compementar) e do Conselho Deliberativo da OABPrev-SP, Messina assegura que o marco regulatório do setor no Brasil equivale ao dos países mais desenvolvidos. “O marco regulatório exige a profissionalização dos agentes, dos operadores da matéria previdência complementar. Estão sendo criados cursos de especialização e já há diversos títulos lançados. Com isso, está-se criando a base para a formação de cursos mais avançados em linha com o marco regulatório, que passou a exigir a certificação dos profissionais”, explica. A partir de agora, quem trabalha com previdência complementar nos níveis de dirigente, executivo ou membro de conselho terá de fazer curso de reciclagem a cada três anos. &lt;br /&gt;Sem dúvida, trata-se de um avanço que poderá desembocar na formação de cadeiras específicas no âmbito universitário. Mas Messina acha pouco. “A matéria não pode ser vista apenas em nível superior: a educação previdenciária deve acontecer desde o ensino fundamental. Quanto mais cedo se tiver essa noção de responsabilidade, essa consciência de que é preciso poupar para um momento mais difícil da vida, melhor. O ideal é que se instruam as crianças de forma lúdica, já nos tenros anos da infância”, defende. &lt;br /&gt;O processo de educação previdenciária não cessa quando o indivíduo adere a um plano de previdência. Para perfeito usufruto dos benefícios, o participante deve &lt;br /&gt;acompanhar as modalidades de investimento à sua disposição – isso exige que ele estude mais. “A Constituição nos deu a garantia da transparência da gestão dos fundos de previdência e voz ativa em assuntos do nosso interesse. Se temos o direito de nos manifestar sobre a gestão dos recursos, não podemos desperdiçá-lo deixando de nos aprimorar, de nos informar”, adverte Messina. &lt;br /&gt;O empenho de Roberto Messina pela educação previdenciária ganhará um novo episódio. Ele já concluiu os originais de um livro sobre o tema, que deverá ser publicado pela Editora Saraiva e estar à venda em outubro. A nova obra esmiuçará a Lei Complementar 109 / 2001. “Meu objetivo é ensinar numa linguagem simplificada, acessível, demonstrando casos de fácil compreensão aliados a momentos históricos do país. Toda matéria precisa ser contextualizada na história”, salienta o advogado. “No livro eu uso ilustrações e quadrinhos explicativos de diversas situações, sempre com notas de rodapé”, descreve. &lt;br /&gt;OABPREV-SP CONTINUARÁ A CRESCER – Segundo Roberto Eiras Messina, a Abrapp identificou 10 milhões de pessoas no Brasil como potenciais participantes de fundos fechados de previdência, em estudo baseado em renda e necessidade de cobertura. Como tais fundos já contam com 2,5 milhões de integrantes, há um público de 7,5  milhões de possíveis participantes ainda descoberto. “No segmento dos fundos fechados instituídos, já há cerca de 100 mil participantes – só a OABPrev-SP conta com 22  mil. Se considerarmos que o contingente de advogados inscritos na Seção de São Paulo da OAB é de 300 mil, não se chegou ainda nem a 10%. Há muito espaço para crescimento”, verifica. &lt;br /&gt;Na opinião de Messina, alguns fatores contribuem para um novo salto nas adesões à OABPrev-SP, entre os quais a parceria com o Cesa (Centro de Estudos das Sociedades de Advogados) e a abertura para inclusão de estagiários de Direito. “Quanto mais gente estiver junto, maior poder de barganha na hora de investir, melhores condições de retorno. Esse é o grande diferencial das instituições fechadas em relação às entidades abertas”, destaca.  (OABPrev/MML) &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-4342102726475185060?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/4342102726475185060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/educacao-previdenciaria-uma-necessidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4342102726475185060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/4342102726475185060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/educacao-previdenciaria-uma-necessidade.html' title='Educação Previdenciária: Uma necessidade do brasileiro'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6817113931640760479</id><published>2010-06-17T11:16:00.000-03:00</published><updated>2010-06-17T11:19:37.115-03:00</updated><title type='text'>Lula: Reajuste de 7,7% não vai 'quebrar o país'</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Presidente sancionou reajuste para os aposentados na terça-feira. &lt;br /&gt;Lula afirmou que governo vai manter rigidez fiscal e equilíbrio das contas. &lt;br /&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (16) que o reajuste de 7,7% aos aposentados que ganham acima de um salário mínimo não vai "quebrar o país". Segundo Lula, o governo vai trabalhar para manter o equilíbrio das contas públicas. Ele reiterou ainda que a equipe econômica fará cortes no orçamento para compensar os gastos adicionais com o reajuste.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Não vai ser 1,7 a mais que vai quebrar o país. Vamos continuar uma rigidez fiscal, vamos continuar equilibrando as contas públicas", afirmou, durante encontro com o presidente do Peru, Alan Garcia, em Manaus. O presidente sancionou nesta terça (15) a medida provisória aprovada pelo Congresso Nacional com a emenda que previa o reajuste de 7,7%. O fim do fator previdenciário, que reduz os gastos da Previdência com aposentadorias, foi vetado. &lt;br /&gt;Não vai ser 1,7 a mais que vai quebrar o país. Vamos continuar uma rigidez fiscal, vamos continuar equilibrando as contas públicas" &lt;br /&gt;Presidente Luiz Inácio Lula da SilvaLula lembrou que a proposta original do governo era de um reajuste 6,14%. Ele afirmou ainda que o governo tentou um acordo com os parlamentares para aprovar um aumento de 7%. Na ocasião das negociações, a equipe econômica do governo afirmou que, sem cortes no orçcamento, os cofres públicos não suportariam pagar um reajuste maior que 7%. &lt;br /&gt;Ao anunciar que Lula sancionou os 7,7%, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que seria feito um corte de 1,6 bilhão no orçamento para garantir a responsabilidade fiscal. &lt;br /&gt;"Vamos reduzir emendas parlamentares e custeio. Não faremos cortes em investimentos. Vai doer, porque já cortamos R$ 10 bilhões, mas será importante para cumprir as metas de equilíbrio fiscal”, afirmou. &lt;br /&gt;Ainda durante o encontro com Alan Garcia, Lula negou que a decisão de sancionar a proposta aprovada pelo Congresso tenha contrariado os ministérios da Fazenda, Planejamento e Previdência Social. "Não contrariou a equipe econômica. Num regime presidencialista quem toma a decisão é o presidente da República", destacou. &lt;br /&gt;Lula disse ainda que o reajuste deve impulsionar o consumo dos aposentados o que, compensaria em parte, os gastos do governo. Ele também negou que a sanção tenha o objetivo de ajudar a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, na disputa eleitoral. "Sei apenas de um apessoa que será ajudada, são mais de 8 milhões de aposentados. Eles vão comprar meia, presente para os netos", disse.  (Nathalia Passarinho - Portal G1)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6817113931640760479?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6817113931640760479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/lula-reajuste-de-77-nao-vai-quebrar-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6817113931640760479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6817113931640760479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/lula-reajuste-de-77-nao-vai-quebrar-o.html' title='Lula: Reajuste de 7,7% não vai &apos;quebrar o país&apos;'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2988942907836355745</id><published>2010-06-07T15:15:00.001-03:00</published><updated>2010-06-07T15:32:49.009-03:00</updated><title type='text'>Reforma da Previdência fica para próximo governo</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ministro propõe unificar, a longo prazo, os regimes de aposentadorias dos trabalhadores da iniciativa privada e dos servidores públicos &lt;br /&gt;O governo Lula prepara uma proposta de reforma da Previdência Social para ser colocada em prática pelo próximo governo. Até 31 de dezembro, o ministro Carlos Eduardo Gabas vai apresentar ao presidente Lula mudanças na concessão de aposentadorias para os trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos. A ideia é que, no longo prazo, esses regimes se unifiquem. &lt;br /&gt;Para evitar uma corrida aos pedidos de aposentadoria, o ministro propõe que as alterações, caso sejam acatadas pelo futuro presidente, terão de ser implementadas de forma gradual e não devem ser vistas como uma reforma. "Vamos deixar nossa visão. Não tenho receita de bolo. Não me sinto competente para dizer que este ou aquele é o melhor modelo para a Previdência", considerou.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O que o governo quer é controlar o ritmo de crescimento do déficit previdenciário, que deve fechar este ano na casa dos R$ 50 bilhões. &lt;br /&gt;Isso sem contar os impactos do fim do fator previdenciário e do reajuste de 7,72% dos benefícios acima do salário mínimo que foram aprovados pelo Congresso Nacional e estão nas mãos do presidente Lula para aprovação ou veto. &lt;br /&gt;Somente nos quatro primeiros meses deste ano o rombo foi de R$ 17,227 bilhões, o que corresponde a um aumento de 13,7% em relação ao mesmo período de 2009. &lt;br /&gt;Um ponto que claramente está sendo estudado pela equipe técnica do ministro é a unificação das regras do regime de previdência público e privado. "No futuro, teremos de unificar isso. Não dá para ficar com regras tão diferentes", argumentou. &lt;br /&gt;Não há consenso, no entanto, sobre a necessidade de adoção de uma idade mínima para as aposentadorias por tempo de contribuição. &lt;br /&gt;Atualmente, só existe um limite para os servidores. Uma saída pode ser fazer ajustes no fator previdenciário - instituído para desestimular as aposentadorias precoces - ou ainda criar um novo instrumento para substituir a ausência da idade mínima. &lt;br /&gt;Na avaliação do ministro, o que não pode é deixar que a média de idade para aposentadoria seja mantida na casa dos 50 anos em um cenário de maior expectativa de vida da população. "Acho que pessoas se aposentarem com 50 anos de idade é um equívoco. Está errado." &lt;br /&gt;Setor rural. Uma das mudanças que Gabas quer implementar no curto prazo, mas para a qual ainda não conseguiu adesão de todo o governo, é a alteração na contabilidade da previdência do setor rural. Normalmente, esse segmento é responsável por deixar as contas no vermelho. Desde o início do ano, o déficit do campo totaliza R$ 14,237 bilhões. "Quero mudar a contabilidade. Não podemos misturar uma coisa com outra", reforçou. &lt;br /&gt;Segundo ele, a separação das rubricas deixará claro que a previdência é sustentável e que é preciso encontrar uma fonte de financiamento para o setor agrícola. Com os dados consolidados, o resultado fica distorcido e aparenta ser pior do que realmente é. &lt;br /&gt;"No frigir dos ovos, dá déficit. Dá a impressão de que a previdência está quebrada", argumentou Gabas. Os críticos dessa proposta consideram, no entanto, que uma alteração desse tipo apenas "esconde" uma parte dos dados da Previdência. Até porque, no fim das contas, quem sempre arca com saldo negativo é o Tesouro Nacional.   (Célia Froufe e Edna Simão - O Estado de S.Paulo-03.06) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2988942907836355745?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2988942907836355745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/reforma-da-previdencia-fica-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2988942907836355745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2988942907836355745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/reforma-da-previdencia-fica-para.html' title='Reforma da Previdência fica para próximo governo'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2024444520655388690</id><published>2010-06-02T21:26:00.001-03:00</published><updated>2010-06-02T21:29:42.823-03:00</updated><title type='text'>Previdência: Contribuição ao debate</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em maio publiquei com Paulo Tafner o livro "Demografia - A ameaça invisível" (Ed. Campus). Ele é o resultado de anos de reflexão acerca da questão previdenciária. O objetivo foi explicar as razões que justificam que se olhe com cuidado para as tendências demográficas envolvidas na trajetória do perfil etário brasileiro. &lt;br /&gt;Há, no tratamento do problema ambiental e da temática previdenciária, uma similitude inquietante. Em ambos os casos, há decisões difíceis a serem encaradas. Em ambos, a essência do dilema político envolvido é que o custo das decisões é imediato, palpável e afeta mais alguns grupos que outros, enquanto que os benefícios das decisões são de longo prazo, difíceis de perceber e difusos. Finalmente, em ambos, a força das conveniências políticas tende muitas vezes a gerar um desfecho cruel: o custo de protelar decisões difíceis é invisível a olho nu - e acaba sendo pago, muito depois, pelas gerações posteriores.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O cerne da questão ambiental é que o mundo praticamente não muda em relação ao dia anterior mas, no espaço de 50 anos, as diferenças são dramáticas. A Terra em 17/09/1978 - para citar um dia qualquer - era praticamente igual à de 16/09 do mesmo ano, mas as mudanças imperceptíveis produzidas a cada dia pela ação do homem sobre o meio ambiente produziram consequências preocupantes para o futuro do planeta, desde então. &lt;br /&gt;Analogamente, o Brasil, em termos demográficos, apresenta um perfil que cada dia parece ser idêntico ao do dia precedente - embora, ao longo das décadas, as mudanças sejam marcantes. O país, no dia 07/06/2010 tem, virtualmente, a mesma composição populacional que no dia 06/06 - porém, o Brasil onde viverão nossos filhos será muito diferente do atual. E, a cada dia que passa, aumenta o ônus a ser imposto às gerações futuras por conta da nossa falta de ação na revisão das regras de aposentadoria e das pensões. O Japão é o caso por excelência de população idosa - e nós seremos os japoneses do futuro. &lt;br /&gt;O gráfico é eloquente. Em 2010, temos quase 50 milhões de brasileiros com até 14 anos e menos de 20 milhões com 60 anos ou mais. Já em 2050, pelas projeções do IBGE, tais números serão de menos de 30 milhões e de quase 65 milhões de pessoas, respectivamente. A relação entre idosos e jovens, medida por esses dois grupos, passará de 0,4 idoso por jovem atualmente, para 2,3 idosos por jovem daqui a quatro décadas. &lt;br /&gt;Lidar com essa questão é um desafio difícil para qualquer governante. O Brasil poderia ter aproveitado a década que está se encerrando para equacionar esse desafio para as próximas gerações. Nunca mais teremos a combinação de: 1) uma realidade demográfica ainda benigna; e 2) uma liderança política com a popularidade do presidente Lula. No futuro distante, tudo será mais difícil: o perfil demográfico será mais adverso e não haverá outro presidente com 80% de popularidade. O Brasil perdeu uma chance histórica. Podendo ser formiga, o Brasil optou por ser cigarra. A História não costuma ser benevolente com países que agem dessa forma. &lt;br /&gt;Entre 1980 e 2010, a população brasileira na faixa de 15 a 59 anos teve um crescimento anual de 2,1%. Já em 2050, esse contingente populacional será o mesmo que atualmente - o crescimento será nulo. Isso significa que toda a expansão econômica do país nos próximos 40 anos dependerá dos ganhos de produtividade. É um desafio maiúsculo. &lt;br /&gt;Nosso livro é uma tentativa de contribuir para o debate acerca de uma das questões mais importantes para o futuro do país. Cedo ou tarde, a Constituição deverá se adaptar à demografia - uma vez que a demografia não irá se adaptar à Constituição. A tarefa colocada para os futuros governantes - em 2011, 2015 ou 2019 - é imensa. Com a perspectiva de termos a melhor década no país desde os anos 70, será tentador deixar a questão para o governante seguinte. Entretanto, cabe uma reflexão acerca do compromisso que temos com as gerações futuras. Se não fizermos nada, estaremos agindo como as gerações passadas, despreocupadas com o futuro do planeta. Hoje, o Brasil tem muito petróleo a explorar e um contingente ainda relativamente pequeno de aposentados. Precisamos pensar no que será o Brasil dos nossos filhos, se o petróleo tiver se esgotado e tivermos quase 65 milhões de idosos. Em 2010, para cada 100 brasileiros na faixa de 15 a 59 anos, há apenas 15 pessoas com 60 anos ou mais. Em 2050, haverá 52. Que legado desejamos deixar para as gerações futuras? O leitor tem a palavra.   (Fabio Giambiagi - Valor Online) &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2024444520655388690?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2024444520655388690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/previdencia-contribuicao-ao-debate.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2024444520655388690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2024444520655388690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/previdencia-contribuicao-ao-debate.html' title='Previdência: Contribuição ao debate'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6666560496138992604</id><published>2010-06-01T19:07:00.000-03:00</published><updated>2010-06-01T19:39:28.346-03:00</updated><title type='text'>Acidentes no trabalho são caso de polícia</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Acidentes no trabalho são assunto que ocupa a mídia e atormenta sindicalistas, políticos, patrões, empregados e nós, gente do povo. Os fatos vão ocorrendo e são tratados na base de discursos, com sugestões que não chegam a lugar nenhum. São lesões de que os trabalhadores padecem, levando-os à invalidez, às aposentadorias precoces e às mortes, resultando em indenizações e pensões.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Jamais tais fatos foram vistos na ótima criminal. Os interesses são muitos e nossa cultura habituou-se ao termo "acidente" como alguma coisa acontecida - e até prevista -, mas não desejada. Isso, que acarreta efeitos civis e trabalhistas, em alguns casos, pode ser chamado de crime culposo, aquele que acontece por imprudência, negligência ou imperícia do alguém. Os acidentes no trânsito são exemplos comuns. Nessa acepção, algo diferente daquilo que se chamam de crimes dolosos. O denominado "crime comum". O dolo é o querer e agir para alcançar determinado resultado. &lt;br /&gt;Acidentes no trabalho acontecem em índices preocupantes, mas não movem o organismo policial ou o Ministério Público. O TEMPO levantou a lebre: "Mortes em obras preocupam" (Cidades, 13.5.2010). Retratou fatos e discussões de hoje (e de sempre). E deu oportunidade para uma reflexão necessária. &lt;br /&gt;A gente ainda pode lembrar o desabamento e mortes nas obras do parque de exposições da Gameleira, hoje Expominas, que podem ter ocorrido por erro (imperícia) de engenheiros. E de tantos trabalhadores que despencaram de janelas, por não estarem utilizando equipamentos necessários à própria segurança (negligência dos patrões ou deles próprios). Ou de outros casos, quando equipamentos havia e não foram utilizados (imprudência). E existem casos em que o próprio trabalhador, para obter "vantagens", lesiona-se de propósito. &lt;br /&gt;Tudo isso tem relevância penal e ninguém vê, mesmo que seus resultados impliquem responsabilidades de toda natureza e pesem tanto na economia nacional. Os fatos, suas causas e resultados, como os responsáveis, deveriam interessar às autoridades policiais e ao Ministério Público que, hoje em dia, envolve-se com tudo. &lt;br /&gt;Uma intervenção de natureza investigatória policial reduziria os índices de tais acidentes. Só que falta uma política de "tolerância zero" - verificando as condutas de empresários, engenheiros e até trabalhadores. Existem casos de trabalhadores que se mutilam para tais fins. E isso também é crime. Doloso, aliás.   (Antônio Orfeu Braúna - O Tempo) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6666560496138992604?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6666560496138992604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/acidentes-no-trabalho-sao-caso-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6666560496138992604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6666560496138992604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/06/acidentes-no-trabalho-sao-caso-de.html' title='Acidentes no trabalho são caso de polícia'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7201486773348230275</id><published>2010-05-27T19:49:00.000-03:00</published><updated>2010-05-27T19:51:54.563-03:00</updated><title type='text'>Reajuste: Lula manda refazer as contas</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Presidente pediu novos cálculos da arrecadação para não vetar reajuste que beneficia 8,3 milhões de aposentados, mas vai barrar fim do fator previdenciário &lt;br /&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à equipe econômica para refazer as contas sobre a arrecadação porque não está disposto a vetar o reajuste de 7,72% para os 8,3 milhões de aposentados que ganham acima de um salário mínimo. Lula já decidiu barrar a emenda que extingue o fator previdenciário, mas não quer arcar com o ônus político de um veto duplo no fim de seu mandato e num ano eleitoral. &lt;br /&gt;A equipe econômica, porém, continua pressionando o presidente, sob o argumento de que não há recursos. A alternativa oferecida para resolver o problema é um abono de 6,14% sobre as aposentadorias e pensões acima de um mínimo. Na prática, esse grupo já recebe o valor corrigido desde janeiro.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Até ontem, Lula resistia a optar pelo abono - que não é incorporado ao benefício - e mandou os técnicos fazerem novos cálculos. "A pressão está grande, mas ele ainda não bateu o martelo. Não quer vetar o reajuste e acha que ainda pode encontrar uma solução", disse ao Estado um auxiliar do presidente. &lt;br /&gt;Pelos cálculos apresentados a Lula, a diferença entre o reajuste de 6,14% e os 7,72% aprovados pelo Congresso provocaria um impacto anual no Orçamento de R$ 1,5 bilhão. "Nós até aceitamos o veto sobre o fim do fator previdenciário, criado para desestimular as aposentadorias precoces, mas vamos pedir ao presidente que conceda o reajuste", afirmou o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que comanda a Força Sindical. "Um abono é muito pouco, tão pequeno que parece até uma esmola para os aposentados." &lt;br /&gt;Sem querer mexer nesse vespeiro, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse que Lula é um homem "com muita sensibilidade" e admitiu que há defasagem na correção das aposentadorias acima de um mínimo desde outros governos. Ex-ministra da Casa Civil, Dilma ressalvou, no entanto, que o presidente tomará a decisão sem comprometer o equilíbrio das contas públicas. &lt;br /&gt;Em conversas reservadas, Lula não escondeu a contrariedade com o Congresso. Disse a ministros que o Legislativo deixou um "abacaxi" para ele descascar. Apesar do discurso para consumo externo de que o prejuízo eleitoral de um veto não é tão grande, ele está preocupado. Sabe que o corte do reajuste será explorado pelo pré-candidato do PSDB, José Serra, e pode respingar na campanha de Dilma. &lt;br /&gt;As centrais sindicais convidaram o presidente para participar da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, marcada para o dia 1.º, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo. Previsto para reunir representantes de 5 mil sindicatos, o ato foi planejado sob medida para aprovar as propostas que as centrais entregarão aos pré-candidatos à Presidência. &lt;br /&gt;Lula ainda não confirmou presença na conferência. Com receio das multas aplicadas pela Justiça Eleitoral, que vê campanha antecipada para Dilma, ele agora avalia com cuidado a conveniência de comparecer a esse tipo de manifestação. Além disso, confidenciou a interlocutores que só irá se não tiver vetado o reajuste de 7,72%.  (Vera Rosa e Tânia Monteiro - O Estado de S.Paulo) &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7201486773348230275?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7201486773348230275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/reajuste-lula-manda-refazer-as-contas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7201486773348230275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7201486773348230275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/reajuste-lula-manda-refazer-as-contas.html' title='Reajuste: Lula manda refazer as contas'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-2446779611825199767</id><published>2010-05-20T17:49:00.002-03:00</published><updated>2010-05-20T17:54:09.782-03:00</updated><title type='text'>Duas vitórias para as aposentadorias</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Senado aprova fim do fator previdenciário e o aumento do reajuste da categoria, dos atuais 6,14% para 7,72%. Aliados do governo dão como certo veto presidencial. &lt;br /&gt;Caiu o fator previdenciário, principal responsável pelo achatamento das aposentadorias dos brasileiros desde 1999. A queda do redutor dos benefícios foi aprovada ontem no Senado, além do aumento do reajuste da categoria em 1,58 ponto percentual, passando dos atuais 6,14% para 7,72%. A alegria dos aposentados, porém, pode durar pouco. Está, agora, nas mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar ou vetar, em ano de eleição, as duas medidas aprovadas por unanimidade na Câmara e no Senado, sob pressão dos aposentados que encheram as duas galerias do Congresso. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“O projeto vai à sanção presidencial ainda hoje (ontem)”, disse o presidente em exercício do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO). Para conseguir a aprovação, os senadores fizeram uma emenda de redação para ajustar a tabela de reajuste dos aposentados em 7,72%. No texto aprovado pela Câmara a tabela estava corrigida em 7%. Como foi aprovada sem modificações, a matéria segue direto para sanção presidencial. Atendendo aos apelos de vários parlamentares, o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), manteve no texto o fim do fator previdenciário. Mas alertou que o dispositivo será vetado pelo presidente Lula. &lt;br /&gt;Depois de 17 meses de espera, o movimento de defesa dos 8,1 milhões de aposentados que ganham acima do mínimo (R$ 510) confia em Lula. Não acredita que ele vá vetar o reajuste além do patamar de 7%, defendido anteriormente pelo governo. E aposta também que o presidente não vai usar a prerrogativa do veto parcial para barrar a extinção do fator previdenciário, que prejudica os trabalhadores que o elegeram. “Lula não conseguiu barrar as matérias na Câmara e no Senado. Também não vai querer o abacaxi de decidir sozinho contra os trabalhadores e os aposentados”, defende Warley Martins, presidente da Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (Cobap). &lt;br /&gt;Expectativa &lt;br /&gt;Recentemente, o presidente disse considerar os projetos “absurdos”, mas nunca declarou que vetaria o reajuste. A recomendação do governo, por intermédio do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, é que Lula evite o impacto das medidas nas contas da Previdência Social. Na criação do fator previdenciário, em 1999, o PT votou contra a medida e ainda tentou alegar a inconstitucionalidade do redutor por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin). &lt;br /&gt;Na contramão da euforia dos aposentados, a pré-candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, sugeriu ontem que o governo tende a vetar o aumento dos aposentados, caso o Senado aprovasse um reajuste maior do que 7%. "Tenho clareza de que o presidente Lula é um homem responsável e dará aos aposentados o que for compatível com a receita do país", afirmou a petista. &lt;br /&gt;"Diferentemente disso, não seria correto da parte do presidente e ele não o faria". A petista admitiu que os aposentados acumularam perdas, mas responsabilizou os governos anteriores, "que não davam sequer a inflação". &lt;br /&gt;Questionada se não temia que um possível veto tivesse impacto negativo sobre sua campanha, Dilma disse não ter receio das consequências. "As pessoas entendem aquilo que você faz com seriedade e compromisso social", argumentou. &lt;br /&gt;Durante a discussão da medidas com as centrais sindicais, o governo tentou propor a substituição do fator previdenciário por uma fórmula alternativa. A Fórmula 95/85, proposta pelo deputado federal Pepe Vargas (PT-RS), chegou a ser incluída no pacote do reajuste dos aposentados que ganham acima do salário mínimo. A proposta induzia a estabelecer uma idade mínima para a aposentadoria do brasileiro, coerente com o aumento da expectativa de vida da população. Evitaria, por exemplo, a queda na média de idade da concessão das aposentadorias no momento em que as pessoas ficam mais tempo aposentadas. &lt;br /&gt;"Não vejo razão para comemorar em cima de migalhas, que vão servir para desmobilizar o movimento dos aposentados. O cenário é de melancolia para os aposentados brasileiros que, apesar de conquistarem a vitória do reajuste acima da inflação, amargam defasagem de quase 54% nos benefícios", compara o advogado Lasaro Cândido, especialista em Previdência. Segundo ele, quem se aposentou até setembro de 1991 com 10 salários mínimos, recebe hoje somente 4,7 salários mínimos. As perdas começaram em 1991, com a desvinculação entre o reajuste das aposentadorias e a correção do salário mínimo.  (Sandra Kiefer - Estado de Minas) &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-2446779611825199767?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/2446779611825199767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/duas-vitorias-para-as-aposentadorias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2446779611825199767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/2446779611825199767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/duas-vitorias-para-as-aposentadorias.html' title='Duas vitórias para as aposentadorias'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-6989668180434423028</id><published>2010-05-19T18:26:00.001-03:00</published><updated>2010-05-19T18:29:05.158-03:00</updated><title type='text'>Reajuste: Votação ainda nesta semana</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Paulo Paim espera que Senado vote reajuste para aposentados ainda esta semana &lt;br /&gt;O senador Paulo Paim (PT-RS) espera que a Medida Provisória nº 475/09, que determina o fim do fator previdenciário e dá reajuste de 7,72% para os aposentados, seja votada e aprovada ainda esta semana no Senado Federal. O parlamentar disse que está programada para hoje à noite uma vigília para pressionar pela votação da MP. &lt;br /&gt;- Não podemos permitir que a medida volte para a Câmara, porque acabaria o prazo para o governo sancionar e todos os esforços até agora seriam em vão - afirmou hoje, durante abertura do 2º Encontro Nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) realizado em Brasília, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC). &lt;br /&gt;Segundo o senador, o governo tem condições de aprovar o reajuste e o fim do fator previdenciário. &lt;br /&gt;- A previdência social não está falida. O Brasil, como um todo, está muito bem e a previdência acompanhou isso. Estamos avançando nos direitos do trabalhador - disse Paim que destacou a força dos movimentos sociais para a aprovação de leis trabalhistas e convocou as lideranças sindicais presentes no FST a participarem da vigília prevista para hoje à noite. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O governo propôs reajuste de 6,14% para o benefício de aposentados que ganham acima de um salário mínimo, mas a Câmara dos Deputados decidiu aumentar esse percentual para 7,7%. Os deputados aprovaram o reajuste no dia 4 de maio, mas a proposta ainda precisa ser votada no Senado e, depois, avaliada pelo presidente da República, que pode vetá-la ou sancioná-la. &lt;br /&gt;O coordenador do 2º Encontro Nacional do FST, José Augusto Filho, tem a expectativa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprove o reajuste salarial em 7,7%, mas não concorda com o fim do fator previdenciário. &lt;br /&gt;- Por uma questão de estratégia política para as próximas eleições o governo não pode ir totalmente contra a reivindicação dos trabalhadores - explicou o coordenador. &lt;br /&gt;José Augusto Filho ainda convocou os movimentos sindicais a participarem da manifestação de hoje. &lt;br /&gt;- Vamos fazer uma mobilização para pressionar que o Senado aprove o reajuste para os aposentados, porque a medida está prestes a caducar e, se isso acontecer, os aposentados vão ficar sem seu aumento, infelizmente - contou José Augusto Filho. &lt;br /&gt;A medida provisória deve ser sancionada até o dia 1 de junho. Caso isso não aconteça, a medida perde a validade. &lt;br /&gt;Entre os debates previstos para ocorrer no FST estão o fim do fator previdenciário e a redução da jornada de trabalho para 40 horas, sem redução salarial; além da proposição de uma ação conjunta do movimento sindical nacional em torno da luta pelos direitos trabalhistas e sindicais. (Agência Brasil/Jornal Monitor Mercantil) &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-6989668180434423028?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/6989668180434423028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/reajuste-votacao-ainda-nesta-semana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6989668180434423028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/6989668180434423028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/reajuste-votacao-ainda-nesta-semana.html' title='Reajuste: Votação ainda nesta semana'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-5852750283878779488</id><published>2010-05-06T22:39:00.000-03:00</published><updated>2010-05-06T22:42:52.611-03:00</updated><title type='text'>Governo sofre dupla derrota bilionária</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Base aliada se rebela, permite aumento de 7,7% aos aposentados e derruba o fator previdenciário. Rombo aos cofres públicos chega a R$ 15 bilhões anuais &lt;br /&gt;Enquanto os aposentados saíram do plenário da Câmara com a sensação de uma bela conquista, o governo tentava recorrer os cacos de uma derrota bilionária. Depois de passar semanas negociando com a base para economizar R$ 600 milhões, o parecer do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), foi atropelado. Além de aprovarem reajuste de 7,7% para os inativos que ganham mais de um mínimo, com impacto de R$ 1,7 bilhões nas contas públicas, os governistas surpreenderam e apoiaram emenda que derruba o fator previdenciário, causando rombo bem maior, estimado em R$ 14 bilhões anuais. “É tão absurda essa votação que o impacto é de R$ 15 bilhões. Fala-se em R$ 14 bilhões só com o fim do fator”, desesperou-se Vaccarezza. &lt;br /&gt;Na discussão do reajuste, nem mesmo a bancada do PT defendeu os 7% propostos pelo governo. O líder do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE), deixou a sessão no meio da discussão, depois de receber a notícia da morte de um familiar, mas o deputado José Genoino (PT-SP) seguiu o pedido do colega e liberou a bancada para votar livremente, sem seguir orientação do partido.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com o placar de 323 a 80 pelo fim do fator previdenciário, o governo investiga os possíveis traidores para cobrar a fatura. Nas conversas de bastidores, já se esperava que os parlamentares tentassem votar o fim do fator, mas calculava-se que apenas 150 deputados apoiariam a proposta. Atordoado, o líder do governo transitava no Salão Verde com a lista nominal dos parlamentares que derrubaram o fator. Na lista de Vaccarezza, a surpresa da presença de pelo menos cinco tucanos entre os que votaram ao lado o governo. O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) comemorou dizendo que os deputados fizeram “barba, cabelo e bigode” no plenário. Ele apontou a suposta mudança de lado de alguns tucanos por conta de razões eleitorais, já que o próximo presidente herdará as consequências da conta. &lt;br /&gt;O líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida (BA), estava entre os solidários com a situação difícil do governo. Almeida nega, no entanto, que a posição política seja uma atitude de prudência para proteger o ex-governador José Serra (PSDB) se Dilma Rousseff (PT) não vencer a disputa. “Não votei como oposição responsável, eu sou responsável. O fato é que o presidente perdeu o controle das atividades legislativas”. &lt;br /&gt;Alteração &lt;br /&gt;O fator previdenciário é um cálculo que reduz os benefícios de quem se aposenta cedo, ao considerar a expectativa de vida do trabalhador que dá entrada no pedido de aposentadoria juntamente com o tempo de contribuição. Sem o fator, os contribuintes que chegarem à idade mínima para se aposentar terão um salário com valor equivalente à média das contribuições que fizeram ao longo da vida. “A emenda acaba com o fim do fator para pessoas que se aposentarem a partir de janeiro de 2011. Uma vez aprovada, no entanto, pode ser revisto o cálculo para as outras pessoas”, comentou , o autor da emenda, o líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC). &lt;br /&gt;PERSPECTIVA DE VETO &lt;br /&gt;Horas depois da votação, a informação entre os governistas era de que, ao saber do resultado das votações, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria ficado surpreso e irritado. Lula teria afirmado a aliados que vetaria os dois projetos e assumiria o ônus da decisão impopular em ano eleitoral. A atitude seria para atender a equipe econômica, que acompanhou apreensiva a rebelião da base. Em caso de veto, uma das saídas para o governo seria editar nova MP prevendo 6,13% de aumento aos inativos. Caso vete o aumento e não edite outra MP, o aumento para os aposentados ficaria restrito a 3,45%, índice da inflação do período.   (Josie Jeronimo - Correio Braziliense) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-5852750283878779488?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/5852750283878779488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/governo-sofre-dupla-derrota-bilionaria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5852750283878779488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/5852750283878779488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/governo-sofre-dupla-derrota-bilionaria.html' title='Governo sofre dupla derrota bilionária'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-7221922874377198937</id><published>2010-05-04T11:02:00.001-03:00</published><updated>2010-05-04T11:06:15.233-03:00</updated><title type='text'>Aposentadoria sustentável</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sob pressão do mercado e da sociedade, fundos de pensão começam a adotar investimentos mais conscientes &lt;br /&gt;Juntos, estima-se que eles sejam responsáveis por um terço das ações em Bolsa de Valores movimentadas no mundo. Já individualmente, dependem de uma gestão que, em meio a riscos e crises de toda natureza — ponha-se aí a do próprio planeta —, garanta a milhares de cidadãos o passaporte para uma vida tranquila, fruto da tão sonhada aposentadoria privada. Por essa imensa responsabilidade aliada a um patrimônio gigantesco, os fundos de pensão têm sido alvo tanto da esperança quanto da desconfiança de economistas, ambientalistas e beneficiários mundo afora, que cobram maior transparência nos negócios e engajamento no que diz respeito à transição para uma economia mais justa e menos impactante ao meio ambiente. No Brasil, o movimento também toma forma e está levando fundos nacionais, detentores de 17% do PIB nacional em 2009, a repensarem seus investimentos em empresas e projetos cujos negócios são nocivos à sociedade e ao meio ambiente. O Previ, por exemplo, maior fundo de pensão do país, já anunciou corte de investimentos em empresas do ramo de tabaco e de armamentos. Mas os especialistas cobram ainda mais ações. &lt;br /&gt;Sob pressão da sociedade civil, um dos maiores fundos de pensão do mundo, o Fundo Global do Governo da Noruega, ficou conhecido após publicar novas regras de atuação, exigindo enquadramento de empresas nas quais ele investe em diversos padrões sociais e ambientais. A partir de exemplos como esse, a discussão tem tomado dimensões internacionais. &lt;br /&gt;Um exemplo prático dessa preocupação com a imagem de sustentável foi a resistência encontrada nos três maiores fundos de pensão do país, o Previ (dos funcionários do Banco do Brasil), o Petros (funcionários da Petrobras) e o Funcef (funcionários da Caixa Econômica Federal) quando perguntados sobre a possível participação como investidores no consórcio que construirá a hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. A mídia tem noticiado que o governo aguarda a participação deles como investidores no empreendimento, mas, em meio a tanta polêmica por conta dos impactos socioambientais que a construção vai causar, os três afirmaram que ainda não têm posicionamento definido e preferiram abreviar a discussão.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Previ, Petros e Funcef são fundos signatários do Programa de Princípios para Investimentos (PRI), lançado pelas Nações Unidas como guia para investimentos sustentáveis, e também recebem o selo Carbon Disclosure Project, que tem por objetivo identificar as empresas e instituições que combatem as emissões de carbono mundiais. Mas quem tem sido considerado protagonista no Brasil é o Previ, que tem assento no conselho da PRI e representa sozinho cerca de 5% do mercado de ações brasileiro. O fundo, que lançará amanhã seu primeiro relatório de sustentabilidade, foi o primeiro a anunciar, por exemplo, corte de ativos nos setores de tabaco e armamentos, que não estariam mais de acordo com a nova triagem para investimentos criada em 2008. Segundo o diretor de investimentos do Previ, Fábio Moser, aos poucos a empresa está vendendo suas ações da Souza Cruz, de tabaco, e da Forjas Taurus, produtora de armamentos: — Dentro da nova política do Previ, temos uma peneira positiva e uma negativa. Além de avaliarmos se a empresa tem potencial de rendimento, hoje avaliamos os impactos. Por outro lado, é relevante se uma empresa tem participação no Índice de Sustentabilidade da Bovespa (ISE) ou se um projeto vai trazer benefícios ambientais e até gerar créditos de carbono. Sabemos que é preciso mexer no bolso para impulsionar essas mudanças, em prol de uma nova economia. &lt;br /&gt;Moser afirma, no entanto, que ainda é fora de cogitação no Brasil reduzir os percentuais investidos em empresas fortes que possuem atividades naturalmente impactantes, como é o caso da Petrobras e da Vale. A saída, segundo ele, é cobrar que essas empresas invistam na redução dos impactos e em alternativas de compensação, além do respeito às legislações trabalhistas e relativas ao uso da terra, com o objetivo de combater o desmatamento: — Em 2007 recebi uma denúncia de que a Vale vendia minério de ferro para guzeiros ilegais, e fomos até ela. É uma cadeia, e agora a Vale faz um trabalho para que o guzeiro também respeite a legislação — disse ele, assumindo, por outro lado, as dificuldades de se atingir a transparência no setor: — Faltam informações de muitas empresas. A transparência é um dos pilares, então estamos incentivando que as companhias publiquem relatórios de sustentabilidade. A gente entende que isso é um problema, mas estamos buscando mais transparência. &lt;br /&gt;Fundos de pensão na economia nacional, segundo o último relatório da Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), de dezembro de 2009, os investimentos do setor totalizam nada menos do que R$ 484 bilhões. Mas, assim como a estrutura da economia brasileira, os principais investimentos são no mercado financeiro, em serviços, e, na área industrial, em Petroquímica e Mineração, atividades com profundo impacto ambiental. &lt;br /&gt;Não há, por enquanto, nenhum levantamento da associação ou dos próprios fundos sobre o percentual de ativos considerados “verdes”. Mas, embora os fundos brasileiros estejam se mexendo em direção a uma estrutura de investimentos mais sustentável, esse percentual seria muito baixo, segundo o especialista em finanças sustentáveis Roberto Gonzalez. &lt;br /&gt;Para ele, o discurso pode estar afiado, mas ainda se distancia da prática: — Há uma vontade política de fazer algo, mas dificuldade de se implementar. O discurso está claro no nível dos principais executivos, mas não chega aos operadores das ações. Além disso, com o poder que os fundos de pensão têm, podem fazer muito mais. As empresas precisam abrir suas informações relacionadas a sustentabilidade, prestar contas, fazer relatórios. Falta transparência. Em relação à governança, os fundos de pensão começaram a cobrar, e hoje isso virou pré-requisito nas empresas. Deu certo, e o mesmo pode acontecer em relação a outras práticas mais sustentáveis — explicou ele, ressaltando que o contribuinte também tem que acompanhar as movimentações do fundo: — Hoje, os planos de benefício definido estão acabando, então a pessoa passa a depender de como seus recursos serão aplicados para só então saber o valor da aposentadoria. &lt;br /&gt;Deve-se exigir transparência e negócios que garantam uma aposentadoria segura, em um mundo melhor, claro. É um contrassenso investir em negócios que vão na direção contrária das necessidades do planeta onde se vai viver. &lt;br /&gt;Apesar de assumir que os fundos brasileiros ainda têm um longo caminho a percorrer, o consultor especial da Presidência do Funcef, Umberto Conti, não concorda que exista falta de transparência. Segundo ele, o entrave para investimentos mais sustentáveis é a falta de uma metodologia de análise de ativos que inclua o critério sustentabilidade: — A avaliação do investimento é que pode mudar. &lt;br /&gt;Empresas que provocam mais impacto teriam o valor de mercado reduzido, por exemplo. Sem a certeza do retorno financeiro, não dá para entrar, pois nós temos metas altíssimas para cumprir e somos responsáveis pela aposentadoria das pessoas. Mesmo assim, temos investimentos como o FIP Florestal, por exemplo, que se trata da recuperação de mata nativa, para posterior venda de madeira oriunda de floresta plantada. É algo que tem foco ambiental, mas dará retorno econômico. &lt;br /&gt;Agora, todas essas informações estão à disposição dos nossos contribuintes. Exigimos transparência — disse, afirmando, em seguida, que a empresa ainda não pensa em publicar um relatório de sustentabilidade: — Vamos fazer um balanço social e temos um relatório anual extenso, onde a sustentabilidade é um capítulo. &lt;br /&gt;Não acho que exista necessidade de fazer um específico. &lt;br /&gt;O diretor financeiro e de investimentos do Petros, Luis Carlos Afonso, não deu entrevista, mas afirmou, por e-mail, que o fundo atua, juntamente com a Funcef, no FIP Florestal, além do FIP Vale Florestar, ambos com a finalidade de recuperar áreas e plantar madeira d e f o r m a m a n e j a d a . &lt;br /&gt;Além disso, o Petros possui investimentos em projetos de energia limpa e biotecnologia. &lt;br /&gt;Mas também não tem previsão de publicação de relatórios de sustentabilidade. &lt;br /&gt;E m um níve  mais avançado, o Fundo Global do Governo da Noruega (ABP) aparece à frente do processo de redirecionamento dos recursos para empresas que causam menos danos ambientais e àquelas que se empenham para limitar a produção das emissões de carbono, que estão contribuindo para o atual processo de aquecimento global. Junto com o imenso fundo de pensão do governo holandês e o fundo da Agência Ambiental Britânica, o ABP reformulou suas estratégias de investimento, que, segundo o parecer dado pelo Ministério das Finanças do país, não estava de acordo com as metas e missões na nação. De lá para cá, o ABP já vendeu ações de oito empresas por questões socioambientais, uma delas a mineradora Rio Tinto, por desrespeitar as condições básicas de trabalho na Indonésia. &lt;br /&gt;A principal pressão por essas mudanças veio da sociedade civil norueguesa, representada tanto por empresas que possuem negócios mais sustentáveis, como por importantes ONGs do país, além dos próprios contribuintes do fundo. É o que explica o ambientalista Frederic Hauge, diretor da Fundação Bellona, maior organização ambiental não governamental da Noruega, que pressionou o poder público a tomar uma atitude. Segundo Hauge, a proposta não é que os fundos de pensão abandonem setores de investimento necessários, como o de mineração, gás e petróleo, mas que escolham as companhias mais sustentáveis dentre as possibilidades, ou imponham mudanças às companhias nas quais têm participação, para que elas sejam obrigadas manter boas práticas: — Depois da crise econômica, os investidores perceberam que há grandes riscos no mercado financeiro e que é necessário ter investimentos a longo prazo. É nesse momento que as empresas e projetos mais sustentáveis podem sair ganhando, pois setores como energia renovável vão dar retorno. Empresas que possuem uma atuação sustentável trazem mais segurança, embora, de início, às vezes seja necessário arriscar e até reduzir um pouco os lucros. Essa pressão vem do próprio mercado, mas tem que partir também da sociedade civil. Afinal de contas, primeiro a gente precisa garantir que o planeta esteja em boas condições, se não, de que adianta se aposentar? Hoje, o ABP, além de vender participações em empresas que não se enquadram nas regras, tem cobrado novas atitudes nas que continua investindo. O fundo cobra relatório de emissões de gases e relatórios de sustentabilidade de todas, além de mudanças práticas. Foi o caso do Wal-Mart, no qual o fundo norueguês teve participação importante na mudança de posicionamento. &lt;br /&gt;Hauge lembrou também de outro bom exemplo: o fundo estatal de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Em um país onde praticamente todos os ativos estão concentrados em ações de petróleo e gás,o fundo resolveu apostar no projeto de uma cidade sustentável e está destinando bilhões no novo município verde, que se chamará Masdar. &lt;br /&gt;Além disso, na Inglaterra, os gestores dos fundos da Agência Ambiental Britânica também cancelaram contratos no valor de milhões de dólares com empresas, como as americanas Capital International e a State Street Global Advisor, após concluir que elas não seguiam o que a agência considera normas ambientais adequadas. Já o fundo dos professores da Califórnia, conhecido como Calsters, com carteira de US$ 169 bilhões em ativos, afirmou, por meio de nota, que só as empresas que tomam medidas contra as mudanças climáticas receberão investimentos. Segundo a assessoria, o Calsters tem pressionado companhias como a Exxon Mobil e a Southern, uma gigante dos serviços públicos, a divulgarem integralmente as emissões de gases que contribuem para o aquecimento global. &lt;br /&gt;Para entender os fundos de pensão: &lt;br /&gt;O QUE SÃO: São entidades fechadas de previdência, sem fins lucrativos, organizadas sob a forma de fundação ou sociedade civil, acessíveis apenas aos empregados de uma ou um grupo de empresas. &lt;br /&gt;OBJETIVO: Realizar investimentos para garantir uma complementação da aposentadoria aos empregados que aderirem ao plano. O dinheiro investido forma um patrimônio que é aplicado dentro de limites estabelecidos pelo Banco Central. &lt;br /&gt;RISCOS: O maior risco é que o fundo não consiga fazer o pagamento do benefício. E isso depende muito da gestão dos investimentos de cada fundo. Por isso, é importante ficar atento às notícias que saem sobre os fundos e acompanhar as informações de investimentos que o gestor é obrigado a enviar trimestralmente. A lei obriga que esses fundos publiquem anualmente balanços. Mesmo assim, especialistas em previdência privada ainda apontam falta de transparência no setor. &lt;br /&gt;INFORMAÇÔES: O contribuinte pode pedir ao seu Fundo detalhes sobre onde está sendo investido seu dinheiro.  (Camila Nobrega - O Globo) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3723686964454155298-7221922874377198937?l=reginaldoconselheiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/feeds/7221922874377198937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/aposentadoria-sustentavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7221922874377198937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3723686964454155298/posts/default/7221922874377198937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reginaldoconselheiro.blogspot.com/2010/05/aposentadoria-sustentavel.html' title='Aposentadoria sustentável'/><author><name>Reginaldo o Conselheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04939400310080719844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3723686964454155298.post-1302755723198693219</id><published>2010-04-28T23:08:00.002-03:00</published><updated>2010-04-28T23:14:13.476-03:00</updated><title type='text'>Aposentados devem ter aumento de 7%</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De olho nas urnas, deputados da base aliada ensaiam rebelião, mas presidente Lula consegue acordo com líderes &lt;br /&gt;Com a intervenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o aval técnico de quatro ministros, os líderes do governo na Câmara e no Senado assinaram trégua no impasse e afinaram o discurso em relação ao reajuste dos aposentados que ganham mais de um salário mínimo. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), que comandou durante semanas grupo de senadores e deputados da base que se posicionaram contra o reajuste proposto pelo governo, assumiu ontem a mesma bandeira do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) em defesa do reajuste máximo de 7%. &lt;br /&gt;“É um trabalho político que vamos fazer na Câmara e no Senado para que tenha um ganho a mais para os aposentados, de 6,14% para 7%. Nosso objetivo é dar o máximo possível para os aposentados”, pondera Jucá. Em janeiro, o governo havia editado medida provisória determinando reajuste de 6,14%. De olho nas urnas, a base aliada ontem ensaiou uma rebelião para aprovar um índice de 7,71%.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://q2q7wq.bay.livefilestore.com/y1pFdBov6JsMJuZaZzvfV_iyyzpF_j1K4kyv8E97_Rvt-fZMEwf5YBM0df3QeSbJzMc4BgVN_BwTIs/iconemais.jpg"/&gt; &lt;a href='javascript:void(0);' onclick='return verocultar(this);'&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;div style='display: none;'&gt;&lt;p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O governo chegou à conclusão que a batalha entre os líderes fortalecia os parlamentares rebeldes da base, que ameaçam aprovar o índice de 7,71% proposto pelos deputados da bancada sindicalista. “Não tem condição de passar os 7,7%. No relatório, vou convencer os líderes a fazer acordo de 7%. Gostaria de ter o esforço do Senado para repetir o índice da Câmara”, afirmou Vaccarezza, ao lado de Jucá. A única maneira de reunir os governistas e evitar que as duas Casas aprovem índice maior dando ao governo a dor de cabeça de vetar aumento para aposentados em ano eleitoral, calcula o governo, é frear o motim do Senado. &lt;br /&gt;Vaccarezza e Jucá terão agora a missão de trazer para os parlamentares governistas o peso da mensagem oficial de Lula pela aprovação do índice máximo de 7% para o reajuste. Os ministros da Fazenda (Guido Mantega), Previdência (Carlos Eduardo Gabas), Relações Institucionais (Alexandre Padilha) e Secretaria Ge
